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O exército da Rainha da Paz

O tempo da graça que a Divina Misericórdia concedeu à nossa geração, é caracterizado pelo chamado à conversão. Nisto podemos ver a analogia do tempo da graça por excelência, o Verbo que se fez carne colocou a sua tenda no meio de nós. Então o apelo à conversão ressoa com uma força especial, primeiro pela boca do precursor, depois com o anúncio do Evangelho e por fim pela pregação dos Apóstolos. Nestes dias, sobre o fundo havia uma ameaça: "se não vos converterdes, perecerão todos", havia afirmado Jesus. A recusa do Rei da Paz significava a destruição de Jerusalém e a morte cruel de seus habitantes. Que coisa significará para o mundo a recusa da Rainha da Paz ? Não devemos pensar que Deus castiga a nossa surdez aos Seus apelos. Ele nos mostra onde nos leva a nossa incredulidade. Nos indica quais os perigos que nós não podemos ver. Mas se nós não queremos escutar, que coisa deverá fazer ? Deveria nos privar da nossa liberdade ?

"Obrigada por terem correspondido a meu chamado", é a afirmação conclusiva da Gospa a todo o Seu chamado. Quantas vezes Ela haverá de repetir ? Centenas de vezes. E Ela não teme em nos repetir. Nós não A demos ouvido, mas Nossa Senhora não o repete por hábito. Já nos perguntamos o porque Dela nos agradecer todas as vezes que nos deixa uma mensagem ? Nossa Senhora nos diz o Seu obrigado porque tem sempre alguns que respondem a Seu chamado. Ela sabe bem que é um ato da batalha decisiva contra os poderes do inferno e que todos nós somos uma pedra fundamental para esta vitória.

Aquilo que caracteriza a aparição de Medjugorje é a confiança da Rainha da Paz à resposta das pessoas. De um modo especial, nos primeiros anos teve que usar de mão forte e por fim dizer que não daria mais mensagens porque alguns não queriam aceitá-las. A Suas repreensões não são poucas e às vezes tem o tom de requisição. Quando Nossa Senhora reprova não perde o Seu jeito materno, mas as palavras são de fogo e deixam sinais. Se bem pensamos, a Sua linguagem é a mesma de Seu Filho, cheio de paciência e de graça, que sai de um coração manso e humilde. Mas quando é necessário atravessa como uma espada.

O fio de ouro da confiança da Mãe na resposta de Seus filhos não é nunca partido, nem mesmo nos momentos mais tristes, quando é Ela a dizer: "Satanás se diverte com vocês". O Seu coração materno sabe que os paroquianos jamais trairiam a Sua presença em Medjugorje. Depois de mais de dezenas de incansáveis chamados, o equilíbrio é tal de permiti-la enfrentar o tempo dos segredos acompanhada de um exército inumerável de devotos recolhidos de todas as partes do mundo, pessoas de todos os povos, línguas e nações.

Quem pode contar o exército da Gospa espalhado em todos os cantos do mundo ? Se trata de uma multidão imensa, que só a Mãe de Deus conhece. Quantos escutam todos os meses as Suas mensagens e estão prontos a colocá-las em prática ? Talvez Nossa Senhora jamais teve a Sua disposição no curso da história um exército assim tão numeroso e cheio de entusiasmo.

Até mesmo o Santo Padre João Paulo II incluiu-se na multidão de Seu exército. A paróquia de Maria (Medjugorje) alarga as Suas fronteiras até a Igreja do mundo inteiro. Os Seus pequenos soldados estão prontos para a maior batalha que jamais existiu desde o início do Cristianismo.

Neste tempo de graça, a Rainha da Paz trabalha com um estilo que Lhe é próprio. Escolheu crianças de famílias humildes e pobres, optou por uma paróquia camponesa de um país ainda comunista, desconhecida assim como era Nazaré e completamente fora das grandes vias de comunicação. Ela operou em meio a grandes perseguições e hostilidades das autoridades civis e a incredulidade de muitos eclesiásticos e a fraqueza de muitos que depois de haver colocado a mão no arado, voltaram atrás. Enfim na Sua materna sabedoria, a Sua compreensão pelos nossos passos de crianças incertas e na Sua perseverança de nos prender pelas mãos e nos levantar todas as vezes que caímos por terra. Tivemos o resultado de uma humana expectativa. Os tempos são maduros e na passagem do milênio, quando Satanás soltar-se de suas correntes e se atirar como um leão rugindo pronto a devorar as suas presas. A Rainha do Céu pode dispor do Seu exército para a batalha decisiva. Que exército é este preparado por Nossa Senhora neste tempo de grande graça? Apesar de muito númeroso ser este exército, o chamado da Rainha da Paz é antes de tudo um chamado pessoal. No exército da Rainha da Paz alguns sentiram-se chamados pelo nome. Porque as pessoas vão a Medjugorje de todas as partes do mundo, com viagens cansativas e sacrifícios especilmente aqueles que vem da África, da América e da Ásia, é um mistério de eleição. O instrumento humano de difusão e o testemunho dos peregrinos, porém, em último lugar, é Nossa Senhora mesma que bate à porta de todos os corações. Eis porque quem escuta as suas mensagens, ela diz: "Obrigado por terem escutado meu materno convite." Os soldados de Maria foram escolhidos um por um. Tiveram a fadiga de escutar, de responder e de iniciar o caminho da conversão. Tiveram que mudar de vida, entrar no exército do bem e perseverar no caminho da santidade. Nossa Senhora trabalha no silêncio e no escondimento. Não fez campanhas publicitárias, não levantou poeira, jamais apareceu em televisão. Demonstrou à nossa geração de sacerdotes em um perpétuo movimento, como se faz um apóstolo. Não é necessário que os resultados vejamos nós, mesmo se a paróquia de Medjugorje calcula dezenas de milhões de peregrinos e uma dezena de milhares de sacerdotes que ouviram e acolheram ao chamado da Rainha da Paz. Importante é que o resultado veja ela e que depois de tanto tempo que ela está, conosco possa dizer: "Queridos filhos, desejo partilhar com vocês a minha alegria. No meu Coração Imaculado eu sinto que são tantos os que se avizinharam a mim e portanto de uma maneira particular no coração deles a vitória do meu Coração Imaculado, rezando e convertendo-se. Desejo agradecer-vos e estimular-vos a trabalhar mais por Deus e pelo seu Reino com amor e com a força do Espírito Santo " ( Medjugorje, 25/08/2000 ).

Como Nossa Senhora deseja que sejamos os soldados de seu exército, aqueles que combaterão o dragão na batalha decisiva e o vencerão? Entre as múltiplas expressões que a Rainha da Paz opera, tem algumas particularmente significativas. Os seus filhos, diz ela, aqueles que ela escolheu e formou neste tempo de graça, devem ser "testemunhas da fé ", os "apóstolos do amor " e "portadores da paz ". Eis o exército com o qual Nossa Senhora obterá o seu maior triunfo e introduzirá na humanidade um tempo de primavera. Devemos ser "testemunhas da fé " porque vivemos em um tempo de incredulidade e da grande apostasia. Satanás difunde a sua escuridão seduzindo sempre mais a humanidade com uma visão atéia e materialista da vida. A astuta serpente precisa que os homens não creiam a fim de que no tempo da tempestade não invoquemos o nome de Deus mas sim nos desesperemos. 

Devemos ser "apóstolos do amor " porque sobre o mundo sopra o vento gélido do ódio, da divisão e do desprezo ao outro. O diabo, que é por excelência aquele que divide, quer conduzir a humanidade a usar as vestes da morte que são construídas para poder destruir não somente a humanidade inteira, mas também esta terra sobre a qual o Filho de Deus colocou os Seus Pés. 

Devemos ser "apóstolos de paz", para que neste mundo inquieto, os homens estão presos a angústia e aos tormentos do mal. Onde buscarão a paz senão nos rostos daqueles que tem seus corações abertos ao Amor de Deus. A Rainha da Paz neste tempo de graça está completando a sua obra. O seu exército já está ativo em campo aberto. Bem-aventurados aqueles que responderam o seu chamado.

Fonte: WhatsApp

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"Agradecemos a Nossa Senhora, pois foi ela quem nos trouxe Jesus. (São Pio de Pietrelcina)

"Jamais de ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a esta Mãe Celeste, sem que não tenha sido prontamente atendido" (Dom Bosco)

"Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisto conhecêssemos que tudo o que temos de esperança, graça e salvação, dela deriva até nós" (São Boaventura)

"A maior alegria que podemos dar a Maria Santíssima é a de levarmos Jesus Eucarístico no nosso peito" (Santo Hilário)

"Sabemos muito bem que a Virgem Santíssima é a Rainha do Céu e da Terra, mas ela é mais Mãe que Rainha" (Santa Terezinha do Menino Jesu…

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(Elam de Almeida Pimenttel)