
Em exame de consciência, revejo o meu dia, à luz do teu amor imenso. Ponde encontrei os espinhos das minhas culpas. Tu fizeste-os desabrochar em bem queres de paz. Quando entortei as linhas dos meus deveres, Tu escreveste direito. “Quero-te todo o bem como à pupila dos meus olhos”. Agora vou descansar e sinto que reclinar a minha cabeça num travesseiro de magnífica ternura, que é o teu próprio coração. Mil vezes obrigado!
(Manoel Morujão SJ)
Nenhum comentário:
Postar um comentário