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Long Thiên | CCPara recordar e compartilharAoração do Terço (ou Rosário) é uma oração milenar da igreja. Somente um coração puro, humilde e de fé compreende o valor desta oração. Ela é destinada aos que buscam ter um coração puro como de uma criança. Muitos têm dúvidas sobre algumas orações das orações recitadas no terço ou mesmo não descobriram ainda a riqueza que é esta oração. Por isso, preparamos este artigo explicando de forma bem didática como rezar o terço e o texto das orações.
A partir da cruz, siga as orações na sequência indicada
Orações do Santo TerçoOrações do Santo Terço na sequência da oração. Oferecimento do Terço Divino Jesus, eu vos ofereço este terço (Rosário) que vou rezar, contemplando os mistérios de nossa Redenção. Concedei-me, pela intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem me dirijo, as graças necessárias para bem rezá-lo para ganhar as indulgências desta santa devoção. Creio em Deus Pai Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso, donde há de vir julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém. Pai Nosso Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. Ave MariaAve Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus. Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Glória ao Pai
Oh! Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Amém. Na oração do Rosário contemplam-se todos os mistérios. No caso da oração do Terço, contempla-se um dos mistérios, conforme dias e mistérios a seguir: Mistérios Gozosos (segundas e sábados, e nos domingos do Advento)
1- Anunciação do Arcanjo São Gabriel à nossa Senhora. 2- A visita de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel. 3- O nascimento de Jesus em Belém. 4- A apresentação do Menino Jesus no Tempo. 5- Encontro de Jesus no Templo entre os Doutores da Lei. Mistérios Dolorosos (terças e sextas-feiras, e domingos da Quaresma até a Páscoa)
1- A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras. 2- A flagelação de Jesus atado à coluna. 3- A coroação de espinhos de Jesus. 4- A subida dolorosa do Calvário. 5- A morte de Jesus. Mistérios Gloriosos (quartas-feiras e domingos da Páscoa até o Advento)
1- A ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. 2- A ascensão admirável de Jesus Cristo ao céu. 3- A vinda do Espírito Santo. 4- A assunção de Nossa Senhora no Céu. 5- A coroação de Nossa Senhora no Céu . Mistérios Luminosos (quinta-feira)
1- Batismo de Jesus no rio Jordão. 2- Autorrevelação de Jesus nas Bodas de Caná. 3- Anúncio do Reino de Deus. 4- Transfiguração de Jesus. 5- Instituição da Eucaristia. AgradecimentosInfinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossa mão liberais. Dignai-vos, agora e para sempre, tomar-nos debaixo do vosso poderoso amparo e para mais vos obrigar vos saudamos com uma Salve Rainha: Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura, esperança nossa, salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro nos mostrai a Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó Clemente, ó Piedosa, ó Doce, sempre virgem Maria. V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
(via No colo de Maria) |
Ave Maria, Virgem Poderosa, Imaculada Conceição, Rainha das vitórias, que as Vossas Lágrimas de sangue destruam as forças do inferno. Que assim seja!
terça-feira, 30 de junho de 2020
Como rezar o terço? Um guia ilustrado
Por que os católicos rezam o Terço?
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Bushko Oleksandr | ShutterstockO terço é uma “arma espiritual” e Maria é “vencedora das heresias”: saiba por quêDurante séculos, a Igreja intensificou a oração do Terço, ou Rosário, nos momentos de luta. São Domingos considerava o Terço uma arma espiritual, e os Papas chamavam Maria de “vencedora das heresias”, invocando a sua ajuda para combater questões que vão do catarismo ao comunismo. Origem do TerçoA devoção ao Terço foi se desenvolvendo lentamente ao longo de cerca de 500 anos. Trata-se de uma oração constituída pela recitação de ave-marias, em grupos de dez, sendo cada grupo precedido por um pai-nosso e concluído com um glória. Durante o rosário, meditam-se os mistérios da vida de Cristo e de Maria. A tradição popular atribui a origem do Terço a São Domingos (1170-1221), mas as pesquisas históricas mostram que esta devoção foi se desenvolvendo lentamente ao longo do tempo. O próprio São João Paulo II parece afirmar isto em sua carta “Rosarium Virginis Mariae” (2002), que começa recordando que o Terço “foi gradualmente tomando forma no segundo milênio, sob a guia do Espírito de Deus”. Ainda que não se saiba exatamente qual é a história do início do Terço, o pe. Etienne Richer explica, em “Mariology“, que, no final do século XI, ou seja, quase um século antes de São Domingos, “já se conhecia e praticava uma devoção mariana caracterizada por numerosas ave-marias, com prostrações rítmicas em honra de Nossa Senhora, primeiro em comemoração das suas alegrias e, depois, em recordação dos seus sofrimentos”. O nome “Rosário” surgiu associado a esta prática. Formato atualNa mesma época, irmãos e monges cistercienses que não conseguiam memorizar os 150 salmos que a sua ordem rezava toda semana, teriam recitado 150 pai-nossos. Os leigos teriam logo copiado essa forma de rezar, mas substituindo o pai-nosso pela ave-maria. O nome dado a essa devoção foi “Saltério de Maria”. Por volta do ano 1200, conta-se que Nossa Senhora apareceu a São Domingos e lhe disse: “Reza o meu saltério e ensina-o às pessoas. Esta oração nunca falhará”. São Domingos difundiu a devoção ao Saltério de Maria e, como afirma o pe. Richter, esta devoção foi “incorporada de forma divina à vocação pessoal de São Domingos”. Nas décadas posteriores, o Terço e o saltério de Maria convergiram e a devoção assumiu a forma específica popularizada ao longo dos séculos seguintes: as 150 ave-marias, divididas originalmente em três conjuntos de mistérios (os gozosos, os dolorosos e os gloriosos; daí o nome “terço”, que remete a cada uma das três partes do rosário completo), sendo cada terço subdividido em 5 dezenas de ave-marias (cada dezena equivalendo à contemplação de um mistério da fé), com o pai-nosso inserido entre as dezenas. Papa João Paulo IIEm 2002, São João Paulo II acrescentou mais cinco mistérios ao Rosário, os chamados “mistérios luminosos”. Ele propôs tais mistérios para “mostrar plenamente a profundidade cristológica do terço”, incluindo “os mistérios do ministério público de Cristo entre o seu Batismo e a sua Paixão”. Apesar da mudança que agora subdivide o Rosário em quatro partes e não mais em três, a devoção continua sendo chamada popularmente de “Terço”. Orientações da Igreja CatólicaDesde o século XII, a Igreja Católica intensificou a oração do Terço nos momentos de dificuldade e tribulação. Em 1569, São Pio V consagrou oficialmente o Terço, atribuindo à sua recitação a destruição da heresia e a conversão de muitos pecadores. Ele pediu aos fiéis que rezassem o Terço naquela época “de tantas heresias, gravemente perturbada e aflita por tantas guerras e pela depravação moral dos homens” – nem tão diferente da nossa própria época. O prolífico papa Leão XIII (1878-1903), conhecido sobretudo pelas suas encíclicas sobre questões sociais, especialmente a Rerum Novarum (1891), sobre as condições do trabalho humano, escreveu pelo menos 16 documentos sobre o terço, incluindo 12 encíclicas. O “Papa do Terço” escreveu a sua primeira encíclica sobre esta oração em 1883, no 25º aniversário das aparições de Lourdes. Ele recorda o papel de São Domingos e como a oração do terço ajudou a derrotar os hereges albigenses no sul da França, nos séculos XII e XIII. São Domingos, dizia o Papa, “atacou intrepidamente os inimigos da Igreja católica não pela força das armas, mas confiando totalmente na devoção que ele foi o primeiro em instituir com o nome de Santo Terço. Guiado pela inspiração e pela graça divinas, previu que esta devoção, como a mais poderosa arma de guerra, seria o meio para colocar o inimigo em fuga e para confundir a sua audácia e louca impiedade”. Arma espiritualTambém falou sobre a eficácia e poder do terço na histórica batalha de Lepanto, entre as forças cristãs e muçulmanas, em 1521. As forças islâmicas haviam avançado rumo à Espanha e, quando estavam a ponto de superar as cristãs, o Papa Pio V fez um apelo aos fiéis para que rezassem o terço. Os cristãos venceram, e, como homenagem por esta vitória, o Papa declarou Maria a “Senhora da Vitória”, estabelecendo sua festa no dia 7 de outubro, dia do Santo Terço. Voltando à necessidade do terço em sua época, o Papa escreveu: “É muito doloroso e lamentável ver tantas almas resgatadas por Jesus Cristo arrancadas da salvação pelo furacão de um século extraviado e lançadas ao abismo e à morte eterna. Em nossa época, temos tanta necessidade do auxílio divino quanto na época em que o grande Domingos levantou o estandarte do Terço de Maria, a fim de curar os males do seu tempo”. Pio XI (1922-1939) dedicou sua última encíclica, “Ingravescentibus malis“, também ao terço. Foi em 1937, o mesmo ano em que escreveu a famosa “Mit brennender Sorge“, na qual criticava os nazistas, e a “Divini Redemptoris“, na qual denunciava que o comunismo ateu “pretende derrubar radicalmente a ordem social e socavar os próprios fundamentos da civilização cristã”. Criticando o espírito da época e o “seu orgulho depreciativo”, o Papa disse que o terço é uma oração que tem “o perfume da simplicidade evangélica”, que requer humildade de espírito. Ele escreveu: “Uma inumerável multidão, de homens santos de toda idade e condição, sempre o estimou. Rezaram-no com grande devoção e em todo momento o usaram como arma poderosíssima para afugentar os demônios, para conservar a vida íntegra, para adquirir mais facilmente a virtude; enfim, para a consecução da verdadeira paz entre os homens”. Em 1951, Pio XII (1939-1958) escreveu a “Ingruentium malorum“, sobre a oração do terço: “Categoricamente, não hesitamos em afirmar em público que depositamos grande esperança no Rosário de nossa Senhora como remédio dos males do nosso tempo. Porque não é pela força, nem pelas armas, nem pelo poder humano, mas sim pelo auxílio alcançado por meio dessa devoção, que a Igreja, munida desta espécie de funda de Davi, consegue impávida afrontar o inimigo infernal”. Papa Bento XVIEm 1985, o então cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e posteriormente eleito Papa Bento XVI, admitiu no livro-entrevista “Informe sobre a Fé”, com Vittorio Messori, achar que a declaração de que Maria é “a vencedora de todas as heresias” era um pouco “exagerada”. Ele explicou que, “quando eu ainda era um jovem teólogo, antes das sessões do Concílio (e também durante elas), como aconteceu e acontece hoje com muitos, tinha algumas reservas sobre certas fórmulas antigas, como, por exemplo, aquela famosa ‘De Maria nunquam satis’ [de Maria nunca se dirá o bastante]“. É oportuno observar que Joseph Ratzinger cresceu num ambiente muito mariano. No livro “Meu irmão, o Papa”, o pe. George Ratzinger, irmão mais velho de Joseph, comenta que seus avós se casaram no Santuário de Nossa Senhora de Absam e que seus pais se conheceram por meio de um anúncio que o pai tinha colocado (duas vezes) no jornal do santuário mariano de Altotting. Os Ratzinger rezavam o terço juntos muitas vezes e, no mês de maio, participavam de numerosas celebrações ligadas a Maria e ao terço. No entanto, apesar da familiaridade com Maria e da sincera devoção mariana, ele não parecia convencido. Como ele mesmo explica no livro-entrevista, o então cardeal prefeito desse importantíssimo dicastério vaticano passou por uma pequena conversão. “Hoje, neste confuso período, em que todo tipo de desvio herético parece se amontoar às portas da fé católica, compreendo que não se trata de exageros de almas devotas, mas de uma verdade hoje mais forte do que nunca”. É necessário voltar a Maria se quisermos voltar à verdade sobre Jesus Cristo, à verdade sobre a Igreja e à verdade sobre o homem. “A oração do terço nos permite fixar o olhar e o coração em Jesus, como sua Mãe, modelo insuperável da contemplação do Filho“, disse Bento XVI em 12 de maio de 2010, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima. “Ao meditarmos os mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos ao longo das ave-marias, contemplamos todo o mistério de Jesus, desde a Encarnação até a Cruz e a glória da Ressurreição; contemplamos a participação íntima de Maria neste mistério e a nossa vida em Cristo hoje, também ela tecida de momentos de alegria e de dor, de sombras e de luz, de trepidação e de esperança”. “A graça invade o nosso coração no desejo de uma incisiva e evangélica mudança de vida, de modo a poder proclamar com São Paulo: ‘Para mim viver é Cristo’ (Flp 1, 21), numa comunhão de vida e de destino com Cristo”, finaliza. https://pt.aleteia.org/2020/06/24/por-que-os-catolicos-rezam-o-rosario/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt |
Em que ordem ler a Bíblia?

Há pessoas que abrem a Bíblia no início e começam a ler a partir do Gênesis. Elas, em geral, não passam do quinto livro. Desanimam e não retornam mais. E, o que é pior, acabam dizendo que é impossível, que não se consegue entender a Bíblia.
Imagine-se chegando a uma biblioteca como essa e começando a ler o primeiro livro que encontrar na estante, passando para o segundo e assim por diante. Essa leitura não pode dar certo! Há pessoas que abrem a Bíblia no início e começam a ler a partir do Gênesis. Elas, em geral, não passam do quinto livro. Desanimam e não retornam mais. E, o que é pior, acabam dizendo que é impossível, que não se consegue entender a Bíblia. Mas, isso aconteceria com qualquer biblioteca do mundo!
É necessário um Plano de leitura. No início, há muita coisa que não se entende, o que é muito natural. Até na leitura de um romance acontece isso. Não pare por causa disso, prossiga! À medida que se vai lendo, as coisas vão se esclarecendo. É uma regra de ouro: a Bíblia se explica por si mesma. Por isso, é tão importante um plano de leitura.
Existem vários planos de leitura. Todos eles são bons, porque se baseiam num princípio. Apresento aqui um determinado plano. Ele se destina àqueles que desejam começar a ler a Bíblia e não têm outros recursos a não ser conhecer a Bíblia através dela mesma. Siga a ordem indicada aqui, ela faz parte do método.
Plano de leitura do Novo Testamento:
1 | 1ª Carta de São João (2 vezes) |
2 | Evangelho de São João |
3 | Evangelho de São Marcos |
4 | As pequenas cartas de São Paulo:
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5 | Evangelho de São Lucas |
6 | Atos dos Apóstolos |
7 | Carta aos Romanos |
8 | Evangelho de São Mateus |
9 | 1ª e 2ª Carta aos Coríntios |
10 | Hebreus |
11 | Carta de São Tiago |
12 | 1ª e 2ª Carta de São Pedro |
13 | 2ª e 3ª Carta de São João |
14 | Carta de São Judas |
15 | Apocalipse |
16 | 1ª Carta de São João (3ª vez) |
17 | Evangelho de São João (2ª vez) |
Por que começar pela 1ª carta de São João?
A primeira necessidade de um cristão é ter certeza de sua salvação. É saber que Deus o ama e o escolheu. Gratuitamente, sem nenhum merecimento seu. Deus o pôs na lista daqueles que quer salvar. Foi uma escolha gratuita! Amorosa! Sem merecimento! Saber disso nos dá a certeza da salvação. E todo cristão precisa tê-la.
Dos 73 livros da Bíblia, só essa pequena carta foi escrita com esse propósito: o de nos dar a certeza da salvação. Na conclusão de sua carta, São João diz: “Isto vos escrevi para que saibais que tendes a vida eterna, vós que credes no nome do Filho de Deus” (1 Jo 5, 13). Lendo e relendo, você vai se convencendo desta feliz realidade: você é salvo! Você é escolhido!
Leituras dos livros do Antigo Testamento
“Traze sempre na boca as palavras deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido (Josué 1,8).
Comece a leitura pelos três livros sapienciais: Sabedoria, Eclesiástico e Provérbios. São livros muito próximos ao Novo Testamento e fontes de ricos ensinamentos. Leia, juntamente, o livro dos Salmos. O portal de entrada do Antigo Testamento são os Salmos. Faça deles o seu livro de cabeceira. Eu já lhe disse que vale a pena ter uma edição de bolso do Novo Testamento para você levar consigo continuamente e ir lendo nos momentos livres.
De qualquer maneira, o que quero acentuar aqui é que você deve trabalhar com os Salmos independentemente de alguma ordem específica. Sempre que se sentir impelido a isso, leia um Salmo. Faço o seu diário sobre ele, sem receio de interromper o trabalho que estiver fazendo na sequência. Salmo é como fruta: comemos a qualquer hora, pouco importando as refeições. E nunca faz mal. Sempre faz bem.
Plano de leitura do Antigo Testamento
1 | Gênesis | 24 | Esdras |
2 | Êxodo | 25 | Neemias |
3 | Números | 26 | Ageu |
4 | Josué | 27 | Zaracarias |
5 | Juízes | 28 | Isaías (56-66) |
6 | 1° Samuel | 29 | Malaquias |
7 | 2º Samuel | 30 | Joel |
8 | 1º Reis | 31 | Jonas |
9 | 2º Reis | 32 | Rute |
10 | Amós | 33 | Tobias |
11 | Oséias | 34 | Judite |
12 | Isaías (1-39) | 35 | Ester |
13 | Miquéias | 36 | Eclesiástico |
14 | Naum | 37 | Cânticos dos Cânticos |
15 | Sofonias | 38 | Jó |
16 | Habacuc | 39 | Eclesiastes |
17 | Jeremias | 40 | 1º Macabeus |
18 | Lamentações | 41 | 2º Macabeus |
19 | Ezequiel | 42 | Baruc |
20 | Abdias | 43 | Daniel |
21 | Isaías (40-55) | 44 | Sabedoria |
22 | 1º Crônicas | 45 | Levítico |
23 | 2º Crônicas | 46 | Deuteronômio |
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Artigo extraído do livro ‘A Bíblia no meu dia-a-dia‘ de monsenhor Jonas Abib.
Por que devo ler a Bíblia?
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May_Chanikran | ShutterstockHá pelo menos 10 razões que deveriam nos convencer da importância de ler a Palavra de DeusÉ fundamental ler a Bíblia, meditar com ela, permitir que seja lâmpada para os seus passos, luz para seu caminho. Considere que existam pelo menos dez razões para entrar no fascinante mundo da Sagrada Escritura.
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Violência doméstica requer atenção durante a quarentena
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© fizkes - shutterstock Octavio Messias | Jun 26, 2020 Iniciativas tentam prevenir casos e acolher as vítimasÍndices demonstram que os casos de violência doméstica pioraram durante a quarentena, quando muitas mulheres de repente passaram a se ver sob o mesmo teto que o agressor 24 horas por dia. Além da convivência extrema, os humores exaltados por conta da pandemia podem contribuir com as incidências de violência. Corre na Câmara dos deputados o projeto de lei 1552/20, que, segundo a própria ementa, “dispõe sobre a proteção de mulheres em situação de violência durante a vigência do estado de calamidade pública, com efeitos até 31 de dezembro de 2020 ou enquanto durarem as medidas de quarentena e restrições de atividades no contexto da pandemia do Covid-19 (novo coronavírus)”. Apenas no estado de São Paulo foi registrado um aumento de 44,9%, se comparado ao mesmo período no ano passado, no atendimento de mulheres vítimas de violência. No Rio de Janeiro esse número chega a 50%. Muitas vezes dependentes financeiramente dos maridos ou com medo de retaliação física, muitas mulheres acabam não procurando ajuda, o que contribui com que haja subnotificação. O mais indicado a uma mulher que se ver nessa situação de confinamento com o agressor deve ligar 190 em caso de emergência e 180 para denunciar violência contra a mulher. Ainda assim, o marido pode obstruir o acesso da esposa ao telefone, entre outros empecilhos. Uma grande dificuldade, estima-se, é a mulher perceber que está sendo agredida, nem que seja no campo do abuso psicológico, o que tende a evoluir à violência física e até ao feminicídio. Por isso algumas camadas da sociedade estão se mobilizando para prevenir ocorrências e para acolher as vítimas de violência doméstica. Nesta semana foi lançada pelo Conselho Nacional de Justiça, junto com iniciativas públicas e privadas, a campanha Sinal Vermelho, que instrui mulheres a procurarem ajuda em farmácias com um “X” marcado com caneta ou batom na palma da mão, código para que o atendente chame as autoridades. O Instituto Maria da Penha, que visa a proteção da mulher, recentemente lançou o vídeo Call, que faz parte de uma campanha de conscientização das vítimas e de orientação às pessoas próximas que identifiquem a mulher que está sendo agredida. Entre as iniciativas ainda está a rede de apoio Justiceiras, que desde o início da quarentena já ofereceu mais de mil atendimentos de psicólogos, assistentes sociais e advogados, que somam três mil voluntários. Para as interessadas basta entrar em contato pelo WhatsApp: (11) 99639-1212. Portanto fique atento (a) às mulheres à sua volta, se souber de algum caso ofereça ajuda e, se acontecer com você, não deixe de denunciar. |
domingo, 28 de junho de 2020
Freiras francesas mantêm Adoração Perpétua há 135 anos, inclusive na pandemia
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Elas começaram em 1885 e não pararam nem sequer durante o bombardeio de 1944 sobre Paris
A adoração não foi interrompida nem sequer durante o bombardeio sofrido pela cidade em 1944, em plena Segunda Guerra Mundial.
O atual desafio decorre do confinamento imposto pelo governo francês à população do país para reduzir os contágios pelo coronavírus. As restrições à circulação de pessoas dificultaram muito a participação de leigos, o que deixa as religiosas sozinhas no revezamento. Mesmo assim, uma das religiosas, a irmã Marie-Agathe, declarou decididamente, conforme reportado pela agência Gaudium Press:
“As próximas gerações não poderão dizer que paramos tudo por causa do confinamento”.
Ela complementa:
“Somos as únicas que podem entrar. Portanto, cabe a nós continuar a adoração perpétua. Continuar esta cadeia de oração é a nossa primeira missão. O desafio agora é nos adaptarmos para manter apenas quatorze”.
Na cúpula maior da basílica, uma lanterna sempre acesa indica a perpétua adoração.
“É um sinal de comunhão para os parisienses, uma presença de continuidade na oração. Se a oração for interrompida, esta lanterna deve ser extinta. A nossa missão durante a contenção é garantir que ela não seja extinta”.
Outra adoração perpétua ainda mais antiga
Se a adoração perpétua na Basílica do Sacré-Coeur começou em 1885, há pelo menos um caso ainda anterior que também continua até hoje: o das Irmãs Franciscanas da Adoração Perpétua (Franciscan Sisters of Perpetual Adoration), que, desde 1º de agosto de 1878, vêm mantendo pelo menos duas pessoas, dia e noite, em oração contínua diante do Santíssimo Sacramento na cidade norte-americana de La Crosse, no Estado de Wisconsin. Segundo o seu próprio site, a congregação está rezando ininterruptamente há mais tempo que qualquer outro grupo nos Estados Unidos.
https://pt.aleteia.org/2020/06/26/freiras-francesas-mantem-adoracao-perpetua-ha-135-anos-inclusive-na-pandemia/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=weekly_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt
terça-feira, 23 de junho de 2020
segunda-feira, 22 de junho de 2020
Papa acrescenta três invocações à Ladainha de Nossa Senhora, uma para os migrantes

“Mater Misericordiae” (Mãe da Misericórdia), “Mater Spei” (Mãe da Esperança) e “Solacium migrantium” (Conforto ou Ajuda dos Migrantes): essas são as três novas invocações inseridas na Ladainha de Nossa Senhora, que tradicionalmente conclui a oração do Terço, por decisão do Papa Francisco. Dom Arthur Roche, secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos: são orações ligadas à atualidade da vida.
Alessandro De Carolis – Vatican News
A decisão do Papa Francisco foi comunicada pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, numa carta endereçada aos presidentes das Conferências Episcopais. “Inúmeros são os títulos e as invocações que a religiosidade popular cristã, no decorrer dos séculos, reservou à Virgem Maria, via privilegiada e segura do encontro com Cristo”, escrevem na carta o cardeal Robert Sarah e o arcebispo Arthur Roche, prefeito e secretário do dicastério vaticano.
“Mater Misericordiae” (Mãe da Misericórdia), “Mater Spei” (Mãe da Esperança) e “Solacium migrantium” (Conforto ou Ajuda dos Migrantes) são as três novas invocações inseridas na Ladainha de Nossa Senhora, que tradicionalmente conclui a oração do Terço. A primeira invocação será inserida depois de "Mater Ecclesiae", a segunda depois de "Mater divinae gratiae" e a terceira depois de "Refugium peccatorum”.
Orações que nasceram dos “desafios” da vida
Não obstante seja antiga, a ladainha – que se tornou célebre a partir do Santuário da Santa Casa de Loreto (e por isso também chamada de ‘ladainhas lauretanas’), não perde o contato com a realidade. “Vários Papas decidiram incluir invocações”, recordou o arcebispo Roche. São João Paulo II incluiu, por exemplo, “Mãe da família”.
“O Terço, o sabemos, é uma oração dotada de grande potência e, portanto, neste momento, as invocações à Virgem são muito importantes para quem está sofrendo com a Covid-19 e, entre eles, os migrantes que deixaram a sua terra”, concluiu o secretário do dicastério.
https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2020-06/papa-francisco-acrescenta-tres-invocacoes-ladainha-nossa-senhora.html
sábado, 13 de junho de 2020
Uma magnífica oração de São João Paulo II para os médicos
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Cuidadores, maqueiros, enfermeiros, médicos, pesquisadores… Por vários meses, todos os que cuidam dos doentes estão em guerra contra um inimigo invisível: o Coronavírus. Para combater essa pandemia e cuidar dos doentes, os médicos precisam confiar no exemplo e na ajuda do Senhor. Aqui está uma bela oração de São João Paulo II, que eles podem tomar para si para ajudar a atravessar esse momento difícil
Em 23 de outubro de 1982, em um Congresso Mundial de Médicos Católicos, São João Paulo II chamou todos os médicos a tomar “Cristo como modelo supremo, aquele que era o médico da alma e frequentemente do corpo daqueles com quem ele encontrava nas estradas de sua peregrinação terrena”.
“Que Cristo constantemente vos ilumine sobre a dignidade de vossa profissão e sugira, em todas as circunstâncias, atitudes e passos que uma coerência linear de fé mostra e exige”, declarou o pontífice.
Dezoito anos depois, no Congresso Internacional de Médicos Católicos, ele fez uma bela oração pelos médicos, para que eles pudessem recitá-la diariamente para pedir a Deus que os ajudasse em sua missão. Eis a oração:
Senhor Jesus, Médico Divino, que na tua vida terrena tiveste especial atenção pelos que sofrem e confiaste aos teus discípulos o ministério da cura, faz-nos sempre prontos a aliviar as dores dos nossos irmãos.
Faz que cada um de nós tenha consciência da grande missão que nos foi confiada e se esforce sempre por ser, no seu serviço diário, um instrumento do teu amor misericordioso.
Ilumina as nossas mentes, guia as nossas mãos e dá-nos corações atentos e compassivos. Faz que em cada doente saibamos descobrir as feições do teu Divino Rosto.
Tu que és a Vida, concede-nos o dom de te saber imitar cada dia, não somente como médicos do corpo, mas como médicos da pessoa inteira, ajudando a quem está doente a percorrer com fé o seu caminho terreno até ao momento do seu encontro contigo.
Tu que és a Verdade, dá-nos sabedoria e ciência para penetrar no mistério do homem e do seu destino transcendente, enquanto nos aproximamos dele para descobrir as causas dos seus males e encontrar os remédios adequados.
Tu que és a Vida, concede-nos o dom de anunciar e testemunhar na nossa profissão o “Evangelho da Vida”, comprometendo-nos a defendê-la sempre, desde a concepção ao seu fim natural, e a respeitar a dignidade de cada um dos seres humanos, especialmente aqueles mais débeis e necessitados.
Transforma-nos, Senhor, em bons samaritanos, prontos a acolher, a cuidar e consolar todos os que encontramos na nossa profissão. Tendo como exemplo os santos médicos que nos precederam, ajuda-nos a contribuir generosamente com o nosso trabalho para a constante renovação e melhoramento das estruturas sanitárias.
Abençoa o nosso estudo e a nossa profissão, ilumina a nossa investigação e os nossos ensinamentos. E por te termos amado e servido constantemente a Ti na pessoa dos nossos irmãos que sofrem, no fim do nosso peregrinar na terra, concede-nos poder contemplar o teu rosto glorioso e experimentar a satisfação do encontro contigo no teu Reino de alegria e paz infinitas.
Oração a Maria contra o racismo
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Pascal Deloche | GODONG A prece foi sugerida por um arcebispo americano depois da morte de George Floyd, que gerou protestos contra o racismo nos Estados Unidos e em várias partes do mundo
Foi com a frase acima que o Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos), Dom José Gomez, reagiu à morte de George Floyd – um homem negro de 46 anos – por um policial branco em Minneapolis, no dia 25 de maio de 2020. Depois do ocorrido, protestos contra o racismo tomaram conta dos Estados Unidos e de várias partes do mundo. Em seu site, Arquidiocese de Los Angeles afirmou que trabalha para acabar com a justiça racial e sugeriu aos fiéis uma oração à Virgem Maria contra o racismo. Reze você também:
Com informações de ACI Digital |
segunda-feira, 8 de junho de 2020
Por que João Paulo II queria que Maria fosse chamada de “Mãe da Igreja”
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São João Paulo II foi um dos mais fortes defensores da celebração oficial do papel de Maria como mãe de todos os fiéis cristãos
O decreto que anuncia a celebração explica que: “Esta celebração nos ajudará a lembrar que o crescimento da vida cristã deve estar ancorado no Mistério da Cruz, na oblação de Cristo no banquete eucarístico e na Mãe do Redentor e Mãe dos Redimidos, a Virgem, que faz sua oferta a Deus.”
Embora a celebração litúrgica seja nova, o desejo de reconhecimento oficial desse título de Maria teve muitos apoiadores ao longo dos anos.
Por exemplo, São João Paulo II defendeu esse título em várias ocasiões. Ele o mencionou pela primeira vez em sua encíclica Redemptoris Mater, onde recordou as palavras de São Paulo VI em referência a este título.
Durante o Concílio, o Papa Paulo VI afirmou solenemente que Maria é Mãe da Igreja, «isto é, Mãe de todo o povo cristão, tanto dos fiéis como dos Pastores». Mais tarde, em 1968, na Profissão de Fé conhecida com o nome de «Credo do Povo de Deus», repetiu essa afirmação de forma ainda mais compromissiva, usando as palavras: «Nós acreditamos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no Céu a sua função maternal em relação aos membros de Cristo, cooperando no nascimento e desenvolvimento da vida divina nas almas dos remidos».
Mais tarde, ele explicou em uma audiência geral em 1997 que: “o Papa Paulo VI gostaria que o próprio Concílio Vaticano II proclamasse ‘Maria Mãe da Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, dos fiéis e de seus Pastores. ‘Ele fez isso sozinho em seu discurso no final da terceira sessão do Conselho (21 de novembro de 1964), pedindo também que ‘a partir de agora a Santíssima Virgem seja honrada e invocada com este título por todo o povo cristão’.”
Em particular, São João Paulo II favoreceu fortemente esse título de Maria desejando que a Igreja olhasse para Maria como um modelo de imitação. Ele explica isso primeiro em Redemptoris Mater.
[Na] sua nova maternidade no Espírito, Maria abraça todos e cada um na Igreja e abraça todos e cada um através da Igreja. Nesse sentido, Maria, Mãe da Igreja, também é o modelo de Igreja. De fato, como Paulo VI espera e pede, a Igreja deve extrair “da Virgem Mãe de Deus a forma mais autêntica de perfeita imitação de Cristo”.
Os cristãos erguem os olhos com fé para Maria no curso de sua peregrinação terrena, eles “se esforçam para crescer em santidade”. Maria, a exaltada Filha de Sião, ajuda todos os seus filhos, onde quer que estejam e qualquer que seja sua condição, a encontrarem em Cristo o caminho para a casa do Pai.
A Igreja, então, vê Maria como um exemplo supremo de fidelidade, mas também de maternidade. O amor de Maria por toda a humanidade direciona o amor da Igreja e mostra à Igreja como cuidar de seus filhos.
João Paulo II acreditava firmemente que essa denominação de Maria era vital para o ministério da Igreja e teria o prazer de vê-la enfatizada nesta nova celebração litúrgica que se segue ao Pentecostes.
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