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Mostrando postagens de Junho, 2019

Terço do amor

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Doce Coração de Jesus, sede meu amor! Doce Coração de Maria, sede minha salvação! Irmã Consolata Betrone (1903-1946), religiosa capuchinha italiana, foi escolhida por Deus para confirmar ao mundo a doutrina do caminho de infância espiritual, já ensinado por Santa Teresinha do Menino Jesus, dando-lhe uma forma concreta e fácil de ser praticada por todos. Jesus promete assim: cada vez que pronunciar-se este Ato de Amor: “Jesus, Maria, eu vos amo! Salvai as almas!”, uma alma será salva. E isso é sinal de caridade perfeita pela súplica constante em favor das almas, de todas as almas, as da Igreja militante, que somos nós, a caminho da casa do Pai, e as da Igreja padecente, as almas do purgatório. Repetido a todo momento, em qualquer lugar, atrai uma chuva de graças particulares e, sobretudo, prepara Terços de um povo de fé, o triunfo da Misericórdia Divina nos corações humanos, qual novo Pentecostes em escala mundial. “O Senhor deve, também, vir em nosso socorro na proporção da

Oração a Nossa Senhora do Silêncio

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Nossa Senhora do Silêncio e da Humildade, tu vives perdida e encontrada no mar sem fundo do Mistério do Senhor. Tu és disponibilidade e receptividade. Tu és fecundidade e plenitude. Tu és atenção e solicitude pelos irmãos. Estás revestidas de fortaleza. Resplandecem em ti a maturidade humana e a elegância espiritual. És senhora de ti mesma antes de ser Nossa Senhora. Em ti não existe dispersão. Em um ato simples e total, tua alma, toda imóvel, está paralisada e identificada com o Senhor. Estás dentro de Deus, e Deus dentro de ti. O Mistério total te envolve, penetra e possui, ocupa e entrega todo o teu ser. Envolve-nos em teu manto, Nossa Senhora do Silêncio Parece que em ti tudo ficou parado, tudo se identificou contigo: o tempo, o espaço, a palavra, a música, o silêncio, a mulher, Deus. Tudo ficou assumido em ti, e divinizado. Jamais se viu figura humana de tamanha doçura, nem se voltará a ver nesta terra uma mulher tão inefavelmente evocadora. Entretanto, teu silêncio

Nossa Senhorinha do Silêncio

Padroeiro: Dos surdos. História: Apesar de Maria não ter dito uma palavra nesta aparição, não é por isso que ela não fala ao coração de cada um de nós. Numa aldeia de Knock, situada a oeste de Dublin em 1829, foi construída uma pequena e pobre igreja paroquial rodeado por um muro de pedra onde não cabiam mais de 30 pessoas. Foi dedicada à São João Batista. Durante todo o século XIX, a Irlanda sofreu uma depressão da sua economia por causa das más colheitas, sobretudo da batata. No ano de 1879, os agricultores quase não tinham de comer. Nesse ano, houve mas uma desastrosa colheita de batata o que anunciava mais miséria e fome. As pessoas morriam de fome e de doenças, minadas por uma vida muito dura. Bartholomew Cavanah, foi nomeado prior da igreja em 1867. Era um santo homem, profundamente devoto de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Era de bom grado que sacrificava os seus bens materiais para ir em auxílio dos pobres e famintos, e nunca teve conta bancária. Também assi

CONSAGRAÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM

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Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus e minha Mãe, Rainha do Céu e da terra, obra prima das mãos do Onipotente, digno objeto das complacências da Santíssima Trindade, espelho admirável de todas as virtudes, permiti que no fim deste mês de salvação e de graças me lance a vossos pés para vos oferecer a homenagem do meu reconhecimento e da minha inteira consagração. Eu desejara, ó Mãe de bondade, possuir os corações de todos os homens, para vo-los apresentar; quisera a cada instante tributar-vos todas as honras que os Anjos e Santos vos tributam e vos hão de tributar para sempre no Céu. Mas, sendo impossível satisfazer aos meus desejos, quero ao menos fazer tudo quanto está ao meu alcance. Prostrado junto de vosso majestoso trono, com o coração repassado da mais profunda veneração e do mais entranhável amor, na presença do Santo Anjo da minha guarda e de toda a corte celeste, vos escolho por minha Rainha, minha Soberana Senhora, minha Protetora e minha Mãe. E nesta qualidade vos consag

Frei Gilson/Pregação - O MEU AGIR REVELA A QUEM SIRVO

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As regras de minimalismo dos santos

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Muito antes de Marie Kondo, São Francisco já ensinava a buscar o essencial O minimalismo é a tendência a reduzir tudo ao essencial, a despojar-se das coisas excessivas. Esta palavra ou tendência, hoje, está muito em moda, e mais ainda graças à exitosa série da Netflix que tem como protagonista a guru da organização Marie Kondo. Dizem que a tendência ao minimalismo nasceu nos anos 1960. Mas sabemos que os santos, muito antes disso, já nos ensinavam com seu testemunho a reduzir tudo para nos centrarmos no essencial, Cristo. Não é à toa que existe um ramo dos franciscanos chamado “mínimos”, que tem como fundador São Francisco de Paula. Mas o minimalismo dos santos vai além do campo estético, trata-se de um despojamento de tudo, como sinal de caridade perante os irmãos, a Igreja e para centrar toda a vida, sem distrações ou impedimentos, no amor a Cristo. Nestas 6 regras do minimalismo, podemos ver como os santos vão muito além nesse conceito, e principalmente atra

Oração para quem quer se desprender dos bens terrenos

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Quando você tiver dificuldade para se desapegar de alguma coisa, reze com fé O desejo de acumular bens materiais é próprio da nossa cultura. Todos, pobres ou ricos, em maior ou menor grau, gostam de se apegar aos bens terrenos. Mas isso pode se tornar-se algo prejudicial. Jesus condenou essa atitude, e, por outro lado, incentivou os discípulos a dar o que eles tinham aos pobres. Mesmo que a maioria de nós não seja chamada a viver na pobreza como os religiosos, todos somos desafiados a nos desprender de nossas posses. Os bens materiais não devem nos controlar; nós é que devemos estar no controle deles. Abaixo, uma oração que pode ser o primeiro passo na aquisição de um coração desapegado dos bens terrenos e focado nas coisas que durarão por toda a eternidade:   Ó Jesus, que escolhestes uma vida de pobreza, concedei-me a graça de manter meu coração desapegado das coisas transitórias deste mundo. Que, de agora em diante, O Senhor seja meu único tesouro, pois vós sois i

Por que você deveria parar de falar palavrões… e como fazer isso

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Palavrões são rudes, além de psicológica e espiritualmente maus Os palavrões estão por toda parte. É raro um dia que você não escuta um. Mesmo em restaurantes e lojas, frequentemente ouvimos os clientes soltarem palavrões com total indiferença ao ambiente. O palavreado chulo em público é agora tão comum que chegou até os programas de televisão. Você pode perguntar qual é o dano disso; afinal, são apenas palavras. Mas, ao mesmo tempo, a maioria de nós sente que há algo errado. Sabemos que ficar soltando palavrões não é saudável nem desejável. É um mau hábito, e uma falta de educação. Motivos para parar Em primeiro lugar, porque pode haver um uso legítimo para palavrões. É uma maneira de colocar uma força emocional extra em uma declaração – seja para efeito ou para aliviar o estresse extremo. O problema é que a superexposição a palavrões enfraquece o seu impacto e, consequentemente, torna-o inútil. Ao mesmo tempo, a fala normal torna-se menos eficaz e produz menos impact

Jejum: benefícios para o corpo, a mente e o espírito

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As primeiras horas de um jejum de 24h geralmente são o maior desafio Muito tem sido escrito sobre os benefícios espirituais e físicos do jejum, seja como forma de penitência ou para melhorar nosso auto-controle e saúde. De fato, algumas evidências sugerem que o jejum pode reduzir o risco de câncer e demência e melhorar a longevidade. No entanto, como muitos bons hábitos, eu havia me afastado da prática. Embora o jejum seja mais popular para os católicos na Quaresma e em outros dias religiosos, ele não precisa ficar restrito apenas a essas ocasiões. Períodos regulares de jejum, sem comida ou, em alguns casos, com um mínimo de comida, trazem benefícios psicológicos e espirituais. Uma das primeiras coisas que sabemos sobre o jejum é que ele promove o autocontrole. Quando nos envolvemos em atividades que reforçam a autodisciplina, isso não apenas nos beneficia nessa área em particular, mas também em outros domínios. Assim, quando estamos jejuando, também estamos nos ensi

Quer viver em plenitude? Siga o exemplo de São José

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Um homem de poucas palavras e muitas ações “Quem não achar mestre que lhe ensine a orar, tome este glorioso santo (São José) por mestre e não errará no caminho” – Santa Tereza José era um homem simples, trabalhador. A Sagrada Escritura diz que ele era justo, ou seja, piedoso, temente a Deus, caridoso. Por isso foi escolhido pelo Criador para ser o pai adotivo de Jesus. Nos Evangelhos não enocontramos nenhuma palavra dita por São José. Porém ele é reconhecido por suas atitudes. Se suas falas não ficaram registradas, pelo menos seus atos mostram a importância dele na vida e na vinda do filho de Deus. Depois de saber que Maria esperava um filho que não era dele, seu coração se encheu de dúvida. Como era um homem justo, pensou em fugir, para não denunciar a jovem prometida em casamento. Mas o anjo do Senhor lhe apareceu em sonho. O filho que Maria trazia em seu ventre era obra do Espírito Santo (Mat 1, 20-21). Foi a partir deste momento que José recebeu Maria em

Poema-prece a Maria: “Querida Senhora vestida de azul, ensina-me a rezar…”

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Deus Se fez teu Filho pequenino; diz-me o que falar!" A poética conversa com  Nossa Senhora  que apresentamos a seguir foi composta por  Mary Dixon Thayer  e divulgada na década de 1950 pelo  venerável dom Fulton Sheen , arcebispo norte-americano cuja causa de canonização foi aberta em 2002. Livre tradução ao português Querida Senhora vestida de azul, ensina-me a rezar! Deus Se fez teu Filho pequenino; diz-me o que falar! Não costumavas, nos teus joelhos, sentá-Lo com afeição? Não Lhe cantavas, tu também, como a mamãe, uma canção? A Sua mãozinha, de noite, tu seguravas? Contavas a Ele histórias do mundo? Ele não chorava? Se eu conto a Ele pequenas coisas que me acontecem, tu achas mesmo que essas coisinhas O enternecem? Fazem barulho, as asas dos anjos? Tu, que já sabes, conta pra mim! Será que Ele escuta quando eu sussurro? Será que Ele entende, agora, se eu falo assim? Querida Senhora vestida de azul, e

Configurar-se a Cristo com Maria

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A espiritualidade cristã tem como seu caráter qualificador o empenho do discípulo em configurar-se sempre mais com o seu Mestre (cf. Rom 8, 29; Fil 3, 10.21). A efusão do Espírito no Batismo introduz o crente como ramo na videira que é Cristo (cf. Jo 15, 5), constitui-o membro do seu Corpo místico (cf. 1 Cor 12, 12; Rom 12, 5).  Mas a esta unidade inicial, deve corresponder um caminho de assimilação progressiva a Ele que oriente sempre mais o comportamento do discípulo conforme a “lógica” de Cristo: « Tende entre vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus » (Fil 2, 5). É necessário, segundo as palavras do Apóstolo, « revestir-se de Cristo » (Rom 13, 14; Gal 3, 27). No itinerário espiritual do Rosário, fundado na incessante contemplação – em companhia de Maria – do rosto de Cristo, este ideal exigente de configuração com Ele alcança-se através do trato, podemos dizer, “amistoso”. Este introduz-nos de modo natural na vida de Cristo e como que faz-nos “respirar” os s

O “Magnificat” da Igreja peregrina

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Na fase atual da sua caminhada, a Igreja procura reencontrar a união de todos os que professam a própria fé em Cristo, para manifestar a obediência ao seu Senhor que orou por esta unidade, antes do seu eminente sacrifício. Vai avançando na «sua peregrinação... e anunciando a paixão e a morte do Senhor até que Ele venha» (CONC. ECUM. VATICANO II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen Gentium.8).  «Prosseguindo entre as tentações e tribulações da caminhada, a Igreja é apoiada pela força da graça de Deus, que lhe foi prometida pelo Senhor, para que não se afaste por causa da fraqueza humana, da perfeita fidelidade, mas permaneça digna esposa do seu Senhor e, com auxílio do Espírito Santo, não cesse de se renovar a si própria até que, pela Cruz, chegue à luz que não conhece ocaso» (CONC. ECUM. VATICANO II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen Gentium.9). A Virgem Maria está constantemente presente nessa caminhada de fé do Povo de Deus em direção à luz. Demonstra-o de modo especial

Maria é feliz porque acreditou

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Se, desde o momento da Anunciação lhe foi revelado o Filho, que apenas o Pai conhece completamente, como Aquele que O gera no «hoje» eterno (cf. S12, 7), então Maria, a Mãe, está em contacto com a verdade do seu Filho somente na fé e mediante a fé! É feliz, portanto, porque «acreditou»; e acredita dia-a-dia, no meio de todas as provações e contrariedades do período da infância de Jesus e, depois, durante os anos da sua vida oculta em Nazaré, quando ele «lhes era submisso» (Lc 2, 51); submisso a Maria e também a José, porque José, diante dos homens, faria para Ele às vezes de pai; e era por isso que o Filho de Maria era tido pela gente do lugar como «o filho do carpinteiro» (Mt 13, 55). A Mãe, por conseguinte, lembrada de tudo o que lhe havia sido dito acerca deste seu Filho, na Anunciação e nos acontecimentos sucessivos, é portadora em si mesma da «novidade» radical da fé: o inicio da Nova Aliança. É este o início do Evangelho, isto é, da boa nova, da jubilosa nova. Não é