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Mostrando postagens de Fevereiro, 2019

Foi em um sonho que São João Bosco aprendeu o poder do Rosário

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Uma cobra sinistra não é páreo para uma sequência de Ave-Marias São João Bosco era um sacerdote cuja intensa vida espiritual foi marcada por visões ou “sonhos”, como ele os chamava. D. Bosco escreveu sobre um deles em uma carta para seus alunos. O sonho ocorreu na véspera da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria e, nele, um estranho se aproximou e lhe pediu que olhasse para algo no chão. “ Ele me levou para um prado ao lado do parquinho e apontou para uma cobra imensa e feia, com mais de vinte pés de comprimento, enrolada na grama. Assustado, eu queria fugir, mas o estranho me segurou. ‘Aproxime-se e dê uma boa olhada’, disse ele. ‘O quê?’. Eu engasguei. ‘Você não percebe que o monstro pode saltar sobre mim e me engolir em pouco tempo?’ ‘Não tenha medo! Nada vai acontecer. Apenas venha comigo.’” O estranho, então, pegou uma corda e pediu a São João Bosco para bater com ela na cobra.   “Nós esticamos a corda e, em seguida, batemos nas costas da serpente. O mon

A carta de Maria para Santo Inácio de Antioquia

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Não há comprovação da veracidade da carta, mas o texto nos convida a uma bela reflexão Será mesmo que a Virgem Maria escreveu alguma carta? Embora não existam provas conclusivas de que ela tenha escrito alguma coisa durante a sua vida, há uma tradição que diz que Santo Inácio de Antioquia teria escrito à Santíssima Virgem e ela teria lhe respondido. Santo Inácio nasceu na Síria e acredita-se que ele tenha sido discípulo de São João Apóstolo. Inácio foi ordenado bispo de Antioquia e tornou-se um dos principais membros da igreja cristã primitiva. Não existe uma data certa da assunção de Maria ao céu.    Mas os estudiosos dizem que isso pode ter ocorrido entre os anos 44 e 55. De qualquer forma, Inácio provavelmente estaria vivo antes de a Virgem Maria ter deixado esta terra    – e é possível que ele tenha escrito uma carta para ela. Se ele era um discípulo de São João (o discípulo que levou a Mãe Abençoada para sua casa), ele certamente tinha meios de transmitir sua mensagem.

Pecador desesperado

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"Lê-se na parábola do joio que, tendo crescido num campo essa má erva juntamente com a boa semente, os servos quiseram arrancá-la (Mt 13,29). O Senhor, porém, lhes objetou: “Deixai-a crescer; mais tarde a arrancaremos para lançá-la ao fogo” (Mt 13,30) Infere-se desta parábola, por um lado, a paciência de Deus para com os pecadores, e por outro o seu rigor para com os obstinados. Diz Santo Agosti nho que o demônio seduz os homens por duas maneiras: “Com desespero e com esperança”. Depois que o pecador cometeu o delito, arrasta-o ao desespero pelo temor da justiça divina; mas, antes de pecar, excita-o a cair em tentação pela esperança na divina misericórdia. É por isso que o Santo nos adverte, dizendo: “Depois do pecado tenha esperança na divina misericórdia; antes do pecado tema a justiça divina” E assim é, com efeito. Porque não merece a misericórdia de Deus aquele que se serve da mesma para ofendê-lo. A misericórdia é para quem teme a Deus e não para o que

Provas do seu amor

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"Se é verdade, ó meu Jesus, que por meu amor abraçastes uma vida penosa e uma morte amargosa, posso dizer com razão, que a vossa morte é minha, que são minhas as vossas dores, meus os vossos merecimentos, que, em suma,Vós mesmo sois meu, já que por meu amor Vos entregastes a tão grandes padecimentos. Ah, meu Jesus! Nada me aflige tanto como o pensar que houve um tempo em que Vós éreis meu, e eu vo luntariamente Vos tenho perdido repetidas vezes. Perdoai-me e estreitai-me ao vosso peito, nem permitais que eu ainda torne a ofender-Vos. Amo-Vos de toda a minha alma. Vós quereis ser todo meu, eu quero ser todo vosso. O Filho de Deus, por ser Deus verdadeiro, é infinitamente feliz. Contudo, observa Santo Tomás, Ele tem feito e padecido tanto por amor do homem, como se sem este não pudesse ser feliz: quasi sine ipso beatus esse non posset. Se Jesus Cristo, durante a sua vida terrestre, tivera de merecer a eterna bem-aventurança para si mesmo, que é que mais pudera fazer do

Castigo

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"Se Deus castigasse imediatamente a quem o ofende, não se veria, sem dúvida, tão ultrajado como o é atualmente. Mas, porque o Senhor não sói castigar logo, senão que espera benignamente, os pecadores cobram ânimo para ofendê-lo. É preciso, porém, considerar que Deus espera e é pacientíssimo, mas não para sempre. É opinião de muitos Santos Padres (de São Basílio, São Jerônimo, Santo Ambrósio, São C irilo de Alexandria, São João Crisóstomo, Santo Agostinho e outros) que Deus, assim como determinou para cada homem o número dos dias de vida, e dotes de saúde e de talento que lhe quer outorgar (Sb 11,21), assim, também, contou e fixou o número de pecados que lhe quer perdoar. E, completo esse número, já não perdoa mais, diz Santo Agostinho. Eusébio de Cesaréia e os outros Padres acima citados afirmam o mesmo. E não falaram estes Padres sem fundamento, mas baseados na Sagrada Escritura. Diz o Senhor, em certo lugar do texto, que adiava a ruína dos amorreus porque ainda não est

Resistência as tentações

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"Se fores, pois, molestada por tais tentações, alma cristã, não deves perder a coragem, antes, animosamente combater, empregando os meios que te vou indicar, e não sucumbirás: a) O primeiro é humilhar-se continuamente diante de Deus. O Senhor castiga muitas vezes os espíritos soberbos, permitindo que caiam em qualquer pecado impuro. Sê, pois, humilde, e não confies em tuas próprias forças. Davi c onfessa que caiu no pecado por não ter se humilhado e ter confiado demais em si mesmo: "Antes de me haver humilhado, eu pequei" (Sl 118, 67). Devemos temer sempre a nossa própria fraqueza e colocar em Deus toda a nossa confiança, esperando firmemente que nos preserve desse vício. b) O segundo meio é recorrer imediatamente a Deus, sem entrar em diálogo com a tentação. Logo que se apresentar ao nosso espírito um pensamento impuro, devemos elevar a Deus imediatamente o nosso pensamento ou dirigi-lo a qualquer objeto indiferente. A coisa melhor será invocar imediatame