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Mostrando postagens de Abril, 2018

Qual é o melhor momento para rezar?

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Sabe quando ninguém é capaz de entender realmente o que você está sentindo? Nesse exato momento, nosso Deus de Amor está aí ao seu lado, esperando por você Quando você sente que nenhuma pessoa é capaz de te dizer o que você precisa ouvir, saiba que há um Deus que já te conhecia mesmo antes de você nascer e por isso sabe de tudo que há dentro do seu coração. Ele pode resolver os problemas sem solução que você anda enfrentando, faz milagres, traz libertação, salva e transforma porque Ele é Deus! O Criador de tudo escolheu morar em você, te ouvir, sentir, ajudar e consolar. Você não está sozinho(a), nunca esteve! Mesmo que todos se esqueçam de quem você é e te virem as costas, Jesus quer te lembrar neste momento que Ele morreu por ti, então não desista. Está ruim? Ele pode melhorar, muda o que não tem jeito e dá vida a quem se sente morto. Tenha fé, porque é acreditando que começamos a nos aproximar de Deus. Ele te recebe de braços abertos, seja você como for, porque Ele te

61 EXERCÍCIOS DE MORTIFICAÇÃO CRISTÃ

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Pelo Cardeal Desidério José Mercier A mortificação cristã tem por fim neutralizar as influências malignas que o pecado original ainda exerce nas nossas almas, inclusive depois que o batismo as regenerou. Mortificação do corpo 1º Limite-se, tanto quanto possa, em matéria de alimentos, ao estritamente necessário. Medite estas palavras que Santo Agostinho dirigia a Deus: “Me ensinastes, oh meu Deus, a pegar os alimentos somente como remédios. Ah, Senhor!, aqui quem de entre nós não vai além do limite? Se há um só, declaro que este homem é grande e que deve grandemente glorificar vosso nome” (Confissões, liv. X, cap. 31); 2º Roga a Deus com frequência, roga-lhe a cada dia que lhe impeça, com Sua graça, de transpassar os limites da necessidade, ou deixar-se levar pelo atrativo do prazer; 3º Não pegue nada entre as refeições, ao menos que  haja alguma necessidade ou razões de conveniência; 4º Pratique a abstinência e o jejum, mas pratique-os somente debaixo da obediência e co

SÓ RECEBERÁ, ENCONTRARÁ E ENTRARÁ QUEM PERSEVERAR EM PEDIR, PROCURAR E BATER.

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Não basta pedir a Deus certas graças para um mês, ou um ano, ou mesmo vinte anos. Não podemos nos cansar de pedir. Devemos ser constantes no pedir até o momento de nossa morte, e mesmo nesta oração que mostra nossa confiança em Deus, nós devemos unir o pensamento sobre a morte com o da perseverança e dizer: “Ainda que ele me matasse, nele esperarei” (Jó 13,15) e confiarei n’Ele para me dar tudo que necessito. Os ricos e proeminentes do Mundo mostram sua generosidade através da percepção do que as pessoas estão necessitando e assim concedem-lhes o que precisam, mesmo antes que eles o peçam. Por outro lado, a generosidade divina é mostrada quando Ele nos faz procurar e pedir, durante longo período de tempo, a graça que Ele deseja nos dar e em geral quanto mais preciosa a graça, mais tempo Ele levará para nos concedê-la. Há três razões para tal: 1- A fim de poder aumentá-la; 2- A fim de que quem a recebe a aprecie mais; 3- A fim de que quem a recebe ponha muito cuidado para

ORAÇÕES DAS SETE DORES E DOS SETE GOZOS DE SÃO JOSÉ

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Para a devoção dos Sete Domingos de São José Ó Esposo puríssimo de Maria Santíssima, glorioso São José, assim como foi grande a amargura de vosso coração na perplexidade de abandonardes vossa castíssima Esposa, assim foi inexplicável a vossa alegria, quando pelo Anjo vos foi revelado o soberano mistério da Encarnação. Por esta vossa dor e por este vosso gozo, vos rogamos a graça de consolardes agora, e nas extremas dores, a nossa alma com a alegria de uma boa morte, semelhante à vossa, entre Jesus e Maria. Pai Nosso… Ave Maria… Glória ao Pai… Ó felicíssimo Patriarca, glorioso São José, que fostes escolhido para o cargo de pai putativo do Verbo humanado, a dor que sentistes ao ver nascer em tanta pobreza o Deus-Menino, se vos trocou em celeste júbilo ao escutardes a angélica melodia e ao verdes a glória daquela brilhantíssima noite. Por esta vossa dor, e por este vosso gozo, suplicamos a graça de nos alcançardes, que depois da jornada desta vida, possamos ouvir os angél

Oração ao Senhor Deus

Senhor Deus, nosso Pai, nós cremos em Vós. Nós esperamos em Vós. Nós vos amamos. Nós vos agradecemos mais este dia que começa. Nós vos damos graças, porque estamos com vida e nós vos oferecemos este dia com todas as nossas alegrias e sofrimentos, com todos os nossos trabalhos e divertimentos. Guardai-nos do pecado e fazei de nós um instrumento de vossa paz e de vosso amor. Ajudai-nos a observar os vossos mandamentos.

Dai-me

Dai-me olhos que vejam com o coração, Mãos que trabalhem com a alma, pés que andem com fé. Língua que seja mais de suavidade, Ouvido que seja mais compreensão, Coração que seja mais amor, cabeça que seja mais humildade. Braços mais para abraçar do que para repelir, Boca mais para desculpar do que para acusar, Vontade muito e muito mais para dar do que para receber. Sobretudo, anseios muito e muito mais de Vós do que das pessoas e das coisas. (Frei Elzeário Schmitt, OFM)

A Imaculada Conceição glorificada à revelia até por ... um diabo!

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A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos. Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão. Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja. Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX. No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo.  E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete.  Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje! Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes ex

A confiança em Deus e as necessidades espirituais: Deus concede-nos todos os socorros necessários para a santificação e a salvação de nossa alma

Certas almas angustiadas duvidam da própria salvação. Lembram-se demasiado de faltas passadas; pensam nas tentações tão violentas que, por vezes, nos assaltam a todos; esquecem a bondade misericordiosa de Deus. Essa angústia pode tornar-se uma verdadeira tentação de desespero. Em moço, São Francisco de Sales conheceu uma provação dessas: tremia de não ser um predestinado ao Céu. Passou vários meses nesse martírio interior. Uma oração heroica o libertou: o santo prosternou-se diante de um altar de Maria; suplicou à Virgem que o ensinasse a amar seu Filho com uma caridade tanto mais ardente sobre a terra, quanto ele temia não poder amá-Lo na eternidade. Nesse gênero de sofrimento, há uma verdade de fé que nos deve consolar imensamente. Só nos perdemos pelo  pecado mortal . Ora, sempre o podemos evitar, e, quando tivermos a desgraça de cometê-lo, poderemos sempre nos reconciliar com Deus. Um ato de contrição sincera, feito logo, sem demora, nos purificará, enquanto esperamos a con

Razões da confiança em Deus: A Encarnação do Verbo

O sábio constrói a casa sobre o rochedo: nem inundações, nem chuvas, nem tempestades a poderão lançar por terra. Para que o edifício da nossa confiança resista a todas as provas, preciso é que se eleve sobre bases inabaláveis. "Quereis saber, diz São Francisco de Sales, que fundamento deve ter a nossa confiança? Deve basear-se na infinita bondade de Deus e nos méritos da Morte e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, com essa condição de nossa parte: a firme e total resolução de sermos inteiramente de Deus e de nos abandonarmos completamente e sem reservas à sua Providência" (Les vrais entretiens spirituels. Ed. de Annecy, t.VI, p.30). As razões de esperança são demasiado numerosas para que possamos citá-las todas. Examinaremos aqui somente as que nos são fornecidas pela Encarnação do Verbo e pela Pessoa sagrada do Salvador. De resto, é Cristo em verdade a  pedra angular  (Atos IV, 11) sobre a qual principalmente deve apoiar-se a nossa vida interior. Que confiança no

Os 10 ‘Nãos’ de Maria

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Estes “nãos” revelam a humildade da Mãe de Deus e valorizam ainda mais o seu “sim” “Os dias claros não seriam tão belos sem o contraste com os dias nublados”, dizia minha mãe. E é verdade: se amanhece chovendo e, no outro dia, o sol brilha, nós agradecemos mais ainda quando nos lembramos do dia anterior. Assim também pode acontecer na nossa relação com a Virgem Maria. Para valorizar o “sim” que ela deu ao Senhor, vamos refletir sobre estes 10 “nãos”, que também lhe são inerentes: NÃO impôs condições . Ao saber que tinha sido eleita para ser a Mãe de Deus, Maria não exigiu nada, não colocou objeções nem pretextos. Só aceitou. Era o seu desejo de cumprir a vontade de Deus. NÃO se envaideceu . As jovens de seu tempo desejavam ser a Mãe do Messias. Ao ser eleita, não perdeu o chão, não se achou melhor que as outras. Ela se reconheceu – e não era falsa modéstia – como a escrava do Senhor. NÃO espalhou a notícia.  Não contou nada para ninguém, nem para José. Soube se calar e de