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Mostrando postagens de fevereiro, 2016

Doze notáveis privilégios de Maria Santíssima

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Uma alma verdadeiramente católica deve exultar ao tomar conhecimento de dons especialíssimos concedidos por Deus a nossa Mãe celeste Um dos temas que mais atrai a ira dos protestantes é a devoção devida a Nossa Senhora. Incompreensões e calúnias de todo gênero circulam a esse propósito. Discutindo com protestantes, acabei constatando que, na raiz dessa posição, está sempre presente o orgulho. E este vício manifesta-se num ponto fundamental: o igualitarismo. Para uma pessoa orgulhosa, tudo aquilo que o outro possui, e ele não, é considerado um rebaixamento. Segundo tal mentalidade, para se evitar isso dever-se-iam suprimir todas as desigualdades. Aceitar-se-ia, quando muito, Deus como único ser diferente, mas nada de santos e criaturas privilegiadas. Essa é uma mentalidade anti-católica. Para uma pessoa de mentalidade católica, o fato de outro possuir algo que ela não tem não representa uma afronta, não constitui uma agressão. Mas, pelo contrário, sentimo-nos felizes reconhecend

Consagração à Imaculada Esposa do Espírito Santo

Oh! Coração da Imaculada Esposa do Espírito Santo, transpassado de dor pelas injúrias com que os pecadores ultrajam Vosso santo nome e Vossas excelsas prerrogativas! Eis-me, prostrado a Vossos pés, Vosso indigno filho, que oprimido pelo peso das próprias culpas, vem arrependido e com ânimo para reparar as injúrias dirigidas contra Vós por homens ousados e perversos. Desejo reparar, com este ato de amor e submissão que faço perante Vosso Coração amantíssimo, todas as blasfêmias proferidas contra Vosso augusto Nome, todas as ofensas dirigidas à Vossa Excelsa Virtude e todas as ingratidões com que os homens negam e repudiam Vosso maternal amor e inesgotável misericórdia. Aceitai, oh Coração caloroso da Imaculada Esposa, esta demonstração de meu filial carinho, justo reconhecimento com o firme propósito de ser a Vós fiel, todos os dias de minha vida, defendendo vossa honra quando ultrajada e a propagar com entusiasmo permanente Vosso culto e Vossas glórias. Ave-Maria… (3

Oração a Nossa Senhora, Esposa do Espírito Santo, pedindo que nos livre da tibieza

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Esposa do Espírito Santo, Mãe da divina graça! Fazei-nos compreender que as alegrias de Deus, que ninguém pode tirar, só podem ser usufruídas pelas almas que se empenham em viver a sério a santidade a que Jesus nos chamou: Sede, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Fazei-nos entender, Mãe nossa, que essas alegrias, intimamente unidas à paz que o mundo não pode dar, são fruto do Espírito Santo – que é o Amor no seio da Trindade – , da docilidade à sua Graça, às suas inspirações e, sobretudo, aos seus sete Dons. Que vejamos que elas são fruto da vida interior, da união com Cristo na Cruz, da mortificação generosa; da vibração apostólica, da entrega aos que ignoram e erram, da solicitude para com os que sofrem e da caridade para com todos. Que compreendamos que essas alegrias procedem somente do “fogo de Cristo” – o divino Espírito Santo! – que a alma em Graça leva, como num templo, dentro do coração.

Maria aos olhos de São João

O que São João captou profundamente Tem-se afirmado com muita freqüência que o Evangelho mariano por excelência é o de São Lucas. Nele, com efeito, encontramos – nos seus dois primeiros capítulos – a maior parte das informações que possuímos sobre a infância e a vida oculta de Cristo. No entanto, parece que não falta razão aos que, sem diminuírem em nada o valor inestimável das passagens marianas de São Lucas, pensam que é o Evangelho de São João o que penetra com maior profundidade no mistério de Maria. No Evangelho de João, não encontramos nenhuma referência – a não ser muito indireta – às primeiras etapas da vida de Cristo. Após elevar-se, no prólogo, até às alturas da contemplação do mistério de Deus feito homem, João passa logo em seguida a narrar episódios da vida pública do Senhor. Que nos diz, então, acerca de Maria? Se prestarmos atenção, perceberemos que as contadas referências que João faz à Virgem Santíssima não são, primordialmente, narrações de passagens da “vida

MARIA E AS ALEGRIAS COTIDIANAS

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Cerca de trinta anos Quando São Lucas começa a narrar a vida pública de Cristo diz que,  ao iniciar o seu ministério Jesus tinha cerca de trinta anos  ( Lc  3, 23). Trinta anos! Quando Jesus começou a atrair as multidões com a sua palavra e os seus sinais milagrosos , os que o haviam conhecido antes ficavam assombrados:  Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria?  ( Mc  6, 3);  não é ele o filho do carpinteiro?  ( Mt  13, 55). Você percebe o que isso significa? Durante pelo menos trinta anos, a vida de Jesus teve – com exceção de uns meses de exílio no Egito – a normalidade da vida diária de relacionamento familiar e de trabalho própria de um lar modesto. Vê-se que José, ao iniciar-se a vida pública, já tinha falecido, porque só é mencionado indiretamente, ao passo que a mãe é designada como pessoa conhecida, Maria. Dirijamos agora o nosso olhar para a Virgem Mãe. Passados os acontecimentos extraordinários dos primeiros dois anos depois da Anunciação (cf. Lc,1, 39 a 2, 52), a