sábado, 2 de fevereiro de 2019

Foi em um sonho que São João Bosco aprendeu o poder do Rosário

BLESSED,VIRGIN,MARY,SNAKE,SERPENT

Uma cobra sinistra não é páreo para uma sequência de Ave-Marias

São João Bosco era um sacerdote cuja intensa vida espiritual foi marcada por visões ou “sonhos”, como ele os chamava. D. Bosco escreveu sobre um deles em uma carta para seus alunos.
O sonho ocorreu na véspera da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria e, nele, um estranho se aproximou e lhe pediu que olhasse para algo no chão.
Ele me levou para um prado ao lado do parquinho e apontou para uma cobra imensa e feia, com mais de vinte pés de comprimento, enrolada na grama. Assustado, eu queria fugir, mas o estranho me segurou. ‘Aproxime-se e dê uma boa olhada’, disse ele.
‘O quê?’. Eu engasguei. ‘Você não percebe que o monstro pode saltar sobre mim e me engolir em pouco tempo?’
‘Não tenha medo! Nada vai acontecer. Apenas venha comigo.’”
O estranho, então, pegou uma corda e pediu a São João Bosco para bater com ela na cobra. 
“Nós esticamos a corda e, em seguida, batemos nas costas da serpente. O monstro imediatamente se levantou e se debateu contra a corda, mas, ao fazê-lo, enrolou-se como em um laço.
A cobra começou a lutar e morreu rapidamente. Então o estranho pegou a corda e a colocou em uma caixa. O que aconteceu em seguida foi surpreendente (…).
Depois de alguns instantes, ele abriu a caixa. Olhamos para dentro e ficamos surpresos ao ver  que a corda tinha formado as palavras ‘Ave-Maria’.
‘Como isso aconteceu?’, perguntei.
‘A serpente’, respondeu o homem, ‘é um símbolo do diabo, enquanto a corda representa a Ave-Maria ou, melhor, o Rosário, uma sucessão de Ave-Marias com a qual podemos atacar, conquistar e destruir todos os demônios do inferno'”. 
São João Bosco levou a lição a sério e escreveu aos seus alunos: “Vamos, devotadamente, rezar uma Ave-Maria sempre que somos tentados, e, com certeza, vamos vencer.”
A experiência confirma o que muitos exorcistas disseram sobre o poder da Virgem Maria sobre o diabo. Satanás é fortemente humilhado pela pureza e simplicidade da Mãe Santíssima e corre o mais rápido que pode sempre que ouve o nome dela. 
É um lembrete poderoso, que nos incita a rezar o Rosário devotamente quando nos sentirmos ameaçados pelo maligno.

https://pt.aleteia.org/2019/01/31/foi-em-um-sonho-que-sao-joao-bosco-aprendeu-o-poder-do-rosario/

A carta de Maria para Santo Inácio de Antioquia


Não há comprovação da veracidade da carta, mas o texto nos convida a uma bela reflexão

Será mesmo que a Virgem Maria escreveu alguma carta? Embora não existam provas conclusivas de que ela tenha escrito alguma coisa durante a sua vida, há uma tradição que diz que Santo Inácio de Antioquia teria escrito à Santíssima Virgem e ela teria lhe respondido.
Santo Inácio nasceu na Síria e acredita-se que ele tenha sido discípulo de São João Apóstolo. Inácio foi ordenado bispo de Antioquia e tornou-se um dos principais membros da igreja cristã primitiva.
Não existe uma data certa da assunção de Maria ao céu.  Mas os estudiosos dizem que isso pode ter ocorrido entre os anos 44 e 55. De qualquer forma, Inácio provavelmente estaria vivo antes de a Virgem Maria ter deixado esta terra  – e é possível que ele tenha escrito uma carta para ela. Se ele era um discípulo de São João (o discípulo que levou a Mãe Abençoada para sua casa), ele certamente tinha meios de transmitir sua mensagem. Inácio pode até ter conhecido a Virgem Maria.
Qualquer que seja o caso, o documento medieval Legenda Sanctorumrelaciona a seguinte troca de mensagens entre os dois. Primeiro, Santo Inácio escreve à Santíssima Virgem.
Para: Maria, a mãe do Cristo
De: Inácio 
A senhora poderia fortalecer e consolar-me, um discípulo de João, com quem aprendi muitas coisas sobre o seu Jesus, coisas maravilhosas para contar, e estou perplexo ao ouvi-las. O desejo do meu coração é ter certeza sobre essas coisas que ouvi por você, que sempre esteve tão intimamente próxima a Jesus e compartilhou seus segredos. Permita que os novos cristãos que estão comigo sejam fortalecidos na fé pela senhora, através na senhora e na senhora.
A Mãe Santíssima teria sido gentil em oferecer a resposta: 
Para: meu amado discípulo Inácio 
De: esta humilde serva de Cristo Jesus
 As coisas que ouviste e aprendeste com João são verdadeiras. Acredita nelas, agarra-se a elas, sê firme na realização de seu compromisso cristão e modela sua vida nisso. Eu irei com João para visitar-te e aqueles que estão contigo. Permanece firme em tua fé com coragem. Não deixes que as dificuldades da perseguição te sacudam, e que teu espírito seja forte e alegre em Deus. Amém
Vale reforçar que não há certeza sobre a origem dessas cartas, apenas a história de que elas foram transmitidas durante os anos. 
Independentemente da veracidade, as missivas podem contribuir para uma meditação fascinante. Podemos nos imaginar no século I e nos perguntar se, naquela época, escreveríamos uma carta para Maria, a Mãe de Deus. Ela era bem conhecida na Igreja primitiva e teria sido uma conselheira muito procurada e ansiosa por ajudar outras pessoas a amarem seu Filho.

https://pt.aleteia.org/2019/02/01/a-carta-de-maria-para-sao-inacio-de-antioquia/

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Pecador desesperado


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"Lê-se na parábola do joio que, tendo crescido num campo essa má erva juntamente com a boa semente, os servos quiseram arrancá-la (Mt 13,29). O Senhor, porém, lhes objetou:

“Deixai-a crescer; mais tarde a arrancaremos para lançá-la ao fogo” (Mt 13,30)

Infere-se desta parábola, por um lado, a paciência de Deus para com os pecadores, e por outro o seu rigor para com os obstinados. Diz Santo Agostinho que o demônio seduz os homens por duas maneiras: “Com desespero e com esperança”. Depois que o pecador cometeu o delito, arrasta-o ao desespero pelo temor da justiça divina; mas, antes de pecar, excita-o a cair em tentação pela esperança na divina misericórdia. É por isso que o Santo nos adverte, dizendo:

“Depois do pecado tenha esperança na divina misericórdia; antes do pecado tema a justiça divina”

E assim é, com efeito. Porque não merece a misericórdia de Deus aquele que se serve da mesma para ofendê-lo. A misericórdia é para quem teme a Deus e não para o que dela se serve com o propósito de não temê-lo.

Aquele que ofende a justiça — diz o Abulense — pode recorrer à misericórdia; mas a quem pode recorrer o que ofende a própria misericórdia? Será difícil encontrar um pecador a tal ponto desesperado que queira expressamente condenar-se. Os pecadores querem pecar, mas sem perder a esperança da salvação. Pecam e dizem: Deus é a própria bondade; mesmo que agora peque, mais tarde confessar-me-ei. Assim pensam os pecadores, diz Santo Agostinho. Mas, meu Deus, assim pensaram muitos que já estão condenados.

“Não digas — exclama o Senhor — a misericórdia de Deus é grande: meus inumeráveis pecados me serão perdoados com um ato de contrição” (Ecl 5,6)

Não faleis assim — nos diz o Senhor — e por quê?

“Porque sua ira está tão pronta como sua misericórdia; e sua cólera fita os pecadores” (Ecl 5,7)"

Santo Afonso de Ligório, Preparação para a morte.

Provas do seu amor



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"Se é verdade, ó meu Jesus, que por meu amor abraçastes uma vida penosa e uma morte amargosa, posso dizer com razão, que a vossa morte é minha, que são minhas as vossas dores, meus os vossos merecimentos, que, em suma,Vós mesmo sois meu, já que por meu amor Vos entregastes a tão grandes padecimentos. Ah, meu Jesus! Nada me aflige tanto como o pensar que houve um tempo em que Vós éreis meu, e eu voluntariamente Vos tenho perdido repetidas vezes. Perdoai-me e estreitai-me ao vosso peito, nem permitais que eu ainda torne a ofender-Vos. Amo-Vos de toda a minha alma. Vós quereis ser todo meu, eu quero ser todo vosso.

O Filho de Deus, por ser Deus verdadeiro, é infinitamente feliz. Contudo, observa Santo Tomás, Ele tem feito e padecido tanto por amor do homem, como se sem este não pudesse ser feliz: quasi sine ipso beatus esse non posset. Se Jesus Cristo, durante a sua vida terrestre, tivera de merecer a eterna bem-aventurança para si mesmo, que é que mais pudera fazer do que carregar-se de todas as nossas fraquezas, tomar sobre si todas as nossas misérias, para depois terminar a vida com uma morte tão dura e ignominiosa? Mas Jesus era inocente, santo e bem-aventurado em si mesmo; tudo quanto tem feito e padecido, tem-no feito a fim de merecer para nós a graça divina e o paraíso perdido. — Desgraçado de quem não Vos ama, ó Jesus meu, e não vive abrasado no amor de tão grande bondade!

II. Se Jesus Cristo nos houvera permitido, que lhe pedíssemos as provas mais manifestas do seu amor, quem jamais se teria animado a pedir-lhe, se fizesse criança semelhante às outras crianças, abraçasse todas as nossas misérias, se fizesse entre os homens, o mais pobre, o mais desprezado, o mais mal tratado, até morrer à força de tormentos sobre um lenho infame, amaldiçoado e abandonado de todos, mesmo do seu próprio Pai? Mas o que não nos animaríamos nem sequer a imaginar, Jesus o excogitou e fez."

LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo I: Desde o Primeiro Domingo do Advento até a Semana Santa Inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 104-105

Castigo



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"Se Deus castigasse imediatamente a quem o ofende, não se veria, sem dúvida, tão ultrajado como o é atualmente. Mas, porque o Senhor não sói castigar logo, senão que espera benignamente, os pecadores cobram ânimo para ofendê-lo. É preciso, porém, considerar que Deus espera e é pacientíssimo, mas não para sempre. É opinião de muitos Santos Padres (de São Basílio, São Jerônimo, Santo Ambrósio, São Cirilo de Alexandria, São João Crisóstomo, Santo Agostinho e outros) que Deus, assim como determinou para cada homem o número dos dias de vida, e dotes de saúde e de talento que lhe quer outorgar (Sb 11,21), assim, também, contou e fixou o número de pecados que lhe quer perdoar. E, completo esse número, já não perdoa mais, diz Santo Agostinho. Eusébio de Cesaréia e os outros Padres acima citados afirmam o mesmo. E não falaram estes Padres sem fundamento, mas baseados na Sagrada Escritura. Diz o Senhor, em certo lugar do texto, que adiava a ruína dos amorreus porque ainda não estava completo o número de suas culpas (Gn 15,16). Em outra parte diz:

“Não terei no futuro misericórdia de Israel (Os 1,6). Já por dez vezes me provocaram. Não verão a terra” (Nm 14,22-23)

E no livro de Jó se lê:

“Tendes selado, como num saco, as minhas culpas” (Jó 14, 17)

Os pecadores não tomam conta dos seus delitos, mas Deus enumera-os bem, a fim de os decifrar quando a seara estiver madura, isto é, quando estiver completo o número de pecados (Joel 3,13). Em outra passagem lemos:

“Não estejas sem temor da ofensa que te foi perdoada e não amontoes pecado sobre pecado” (Ecl 5,5)."

Santo Afonso de Ligório, Preparação para a morte

Resistência as tentações

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"Se fores, pois, molestada por tais tentações, alma cristã, não deves perder a coragem, antes, animosamente combater, empregando os meios que te vou indicar, e não sucumbirás:

a) O primeiro é humilhar-se continuamente diante de Deus. O Senhor castiga muitas vezes os espíritos soberbos, permitindo que caiam em qualquer pecado impuro. Sê, pois, humilde, e não confies em tuas próprias forças. Davi confessa que caiu no pecado por não ter se humilhado e ter confiado demais em si mesmo: "Antes de me haver humilhado, eu pequei" (Sl 118, 67). Devemos temer sempre a nossa própria fraqueza e colocar em Deus toda a nossa confiança, esperando firmemente que nos preserve desse vício.

b) O segundo meio é recorrer imediatamente a Deus, sem entrar em diálogo com a tentação. Logo que se apresentar ao nosso espírito um pensamento impuro, devemos elevar a Deus imediatamente o nosso pensamento ou dirigi-lo a qualquer objeto indiferente. A coisa melhor será invocar imediatamente os Santíssimos Nomes de Jesus e Maria, e não cessar de repeti-los até desaparecer a tentação. Se ela for muito forte, será bom repetir muitas vezes o seguinte propósito: Ó meu Deus, prefiro morrer a Vos ofender. Peça-se socorro, dizendo: Ó meu Jesus, socorrei-me. Maria, assisti-me. Os Nomes de Jesus, Maria e José possuem uma força especial para afugentar as tentações do demônio.

c) O terceiro meio é a recepção assídua dos Santos Sacramentos da Confissão e da Comunhão. É de suma importância revelar quanto antes ao confessor as tentações impuras. "Uma tentação revelada já está meio vencida", diz São Filipe Néri. E se alguém teve a infelicidade de consentir em uma tentação, não se demore nenhum instante em se confessar disso. São Filipe Néri livrou um rapaz desse vício, induzindo-o a confessar-se logo depois de cada queda.

A Santa Comunhão, está fora de dúvida, confere uma grande força na resistência às tentações desonestas. O Sangue de Jesus Cristo, que recebemos na Sagrada Comunhão, é chamado pelos Santos de 'Vinho gerador de Virgens' (Zac 9, 17). O vinho natural é um perigo para a castidade; este Vinho Celestial é o seu conservador.

d) O quarto meio é a devoção à Imaculada Mãe de Deus, que é chamada a Virgem das Virgens. Quantos jovens não se conservaram puros e castos como Anjos, devido à devoção à Santíssima Virgem!

e) O quinto meio é a fuga da ociosidade. O Espírito Santo diz (Ecli 33, 21): "A ociosidade ensina muita coisa má", isto é, ensina a cometer muitos pecados. E o profeta Ezequiel (Ez 16, 49), assevera que foi a ociosidade a causa das abominações e ruína final dos habitantes de Sodoma. Conforme São Bernardo, a ociosidade motivou a queda de Salomão. Por isso São Jerônimo exorta a Rústico (Ep. ad Rust., 2) que esteja sempre ocupado, para que o demônio não o preocupe com suas tentações. "Quem trabalha é tentado por um demônio só; quem vive ocioso, é atacado por uma multidão deles", diz São Boaventura.

f) O sexto meio consiste no emprego de todas as precauções exigidas pela prudência, tais como a modéstia dos olhos, a vigilância sobre as inclinações do coração, a fugida das ocasiões perigosas, etc."

Santo Afonso de Ligório, Tratado da Castidade

sábado, 26 de janeiro de 2019

A COMUNHÃO DE NOSSA SENHORA COM JESUS


Se ontem nós festejamos a Festa de Nossa Senhora da Conceição, cabe, então, hoje nós voltarmos a falar dela e tentarmos ver como que Nossa Senhora comungou com Jesus. Que tipo de comunhão Nossa Senhora teve e tem ainda hoje com Nosso Senhor, porque do modo como Nossa Senhora comunga, nós também comungamos. Podemos ter ali o modelo da nossa comunhão.
A primeira comunhão de Nossa Senhora com Jesus
E nós sabemos que Nossa Senhora começa a comungar com Nosso Senhor, desde o momento em que ela é concebida no seio de sua mãe. A Imaculada Conceição já é uma relação de Nossa Senhora com Jesus. Um Jesus que não existe ainda aqui na terra, só o Verbo eterno de Deus, a divindade de Deus,mas a natureza humana não existe ainda e, no entanto, já está sendo preparada amorada, o habitáculo. Assim diz a coleta da missa de ontem, que o Espírito Santo preparou um digno habitáculo para Jesus em Nossa Senhora, nessa alma imaculada de Nossa Senhora, que não conheceu o pecado original. Então é a primeira comunhão de Nossa Senhora com Jesus no momento que ela é preservada do pecado original, a Imaculada Conceição, e Nossa Senhora nasce sem pecado e sem inclinação de pecado.
A comunhão de Nossa Senhora com Jesus aumenta
Ao mesmo tempo, nós podemos nos lembrar aqui, um dia Nossa Senhora ainda muito novinha, mas já não mais uma criança, recebe uma visita muito especial. Ela recebe a visita do Anjo Gabriel. Ele pede a Nossa Senhora a permissão, pergunta a Nossa Senhora se ela aceita ser mãe de Deus. E Nossa Senhora depois de ter aquelas dúvidas que vieram no seu coração por causada perpétua virgindade a que ela tinha se votado mesmo no seu casamento, Nossa Senhora aceita e diz: “Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E nesse mesmo momento – vejam como a comunhão de Nossa Senhora com Jesus aumenta consideravelmente porque passa a existir dentro dela esse mesmo Jesus que nós recebemos na comunhão. Nosso Senhor passa a ser Filho de Nossa Senhora. Ela sendo mãe de Jesus é necessariamente mãe de Deus. Simplesmente Mãe de Deus. Foi preservada do pecado original para ser Mãe de Deus e, assim, Nossa Senhora concebe no seu seio Nosso Senhor Jesus Cristo e vai passar os nove meses de gravidez preparando aquele corpo, preparando aquele sangue como toda mãe faz com seus filhos. Só que é o Corpo de Deus, é o corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo, é aquilo que na hóstia consagrada nós recebemos e que vem dentro de nós também, para nos trazer a graça.
Comunhão de Nossa Senhora tendo seu Filho no colo
Depois, em um terceiro momento de comunhão, Nossa Senhora dá a luz a seu Filho em Belém. Nossa Senhora em Belém com São José numa estrebaria porque não tinha lugar para eles. Passa aquele sofrimento todo,aquela viagem toda e num determinado momento vem à luz o Filho de Deus. Nosso Senhor Jesus Cristo nasce no colo de Nossa Senhora. Vejam como já não é mais o corpo de Jesus sendo formado no seio de Nossa Senhora, agora é uma criancinha no colo de sua mãe. E Nossa Senhora passa a ter então uma comunhão com Jesus ainda maior, porque agora ela pode abraça-lo. Ela dá seu leite pra ele, ela alimenta seu Filho e ela vai dar em toda infância de Jesus a educação que os pais costumam dar aos seus filhos. Mesmo Ele sendo Deus. Nosso Senhor podia aprender com seus pais todas as coisas que as crianças aprendem: aprender a falar,aprender a comer, aprender a obedecer, mesmo sendo Ele Deus e tendo tudo isso conhecido por ser Deus, tendo tudo isso conhecido por ter a visão angélica, o conhecimento infuso dos anjos e, no entanto, como homem Ele podia aprender. E aprendeu. Aprendeu a obedecer a seus pais, São José, pai adotivo, e Nossa Senhora, a verdadeira mãe de Nosso Senhor. Então essa comunhão de Nossa Senhora tendo seu Filho no colo, tendo seu filho para ensinar, é uma nova forma de comunhão que Nossa Senhora passa a ter com Jesus, sem perder as outras, de maneira nenhuma. Ela continua acumulando novas comunhões, novos tipos de comunhão com seu Filho.
Comunhão com a missão de Jesus
Jesus vai crescer. E depois desse tempo de educação Jesus vai passar um tempo de preparação para a missão de vir ao mundo para morrer na cruz por nós. Então Nossa Senhora passa a ter uma comunhão com amissão de Jesus. E essa comunhão vai leva-la ao martírio. Ela é rainha dos mártires por causa disso. Depois de ter passado sua preparação, depois de ter comungado com Jesus pregando o seu evangelho, Nossa Senhora vai estar ao pé da cruz para ver Jesus oferecendo sua vida por nós. E essa comunhão dolorosa de Nossa Senhora junto a Jesus é uma nova comunhão que também ela quis passar. Ela aceita comungar com a morte de Jesus, com a morte do seu próprio filho. Ela quis comungar com as alegrias de saber que seria mãe de Deus e de carregar Jesus no seu seio e dar à luz a Jesus, e ensina-lo, e alimenta-lo… agora ela vê seu filho sendo morto. E com que sofrimento! O sofrimento de Nossa Senhora é muito maior do que o sofrimento de qualquer mãe vendo seu filho ser morto,crucificado ou não, porque Nossa Senhora não tendo o pecado original, tem a sensibilidade mais perfeita dentre todas as mulheres. E essa perfeição de sensibilidade fazia com que o sofrimento dela fosse verdadeiramente um martírio.
Comunhão com Nosso Senhor ressuscitado
E Nossa Senhora vê seu Filho morrendo na cruz, acompanha seu Filho morrendo na cruz. Isso traz para ela uma nova característica de comunhão com Nosso Senhor. Mas Jesus ressuscita! Três dias depois de morrer,Jesus ressuscita e aparece para Nossa Senhora. Regina Caeli Laetare, aleluia! É avisada pelo próprio Cristo que Ele ressuscitou. Nossa Senhora passa a ter então uma outra comunhão com Nosso Senhor enquanto Ele está presente ressuscitado aqui na terra. E depois Ele sobe ao Céu. Ela vai então passar a formar a Igreja de Jesus Cristo, a Igreja Católica. Nossa Senhora reúne-se com os apóstolos no Cenáculo. Todos escondidos,com medo dos judeus, que já estavam perseguindo. Eles ficam ali, dez dias em retiro preparando-se porque virá o Espírito Santo. Nosso Senhor foi pro Céu.
A comunhão sacramental
E depois Nossa Senhora, nesse tempo em que ela está na ausência de Nosso Senhor, vai comungar de um modo muito especial, que é a comunhão sacramental. Nosso Senhor na cruz tinha dado Nossa Senhora aos cuidados de São João Evangelista. E São João, apóstolo, celebrava a missa todo dia e dava a comunhão, ou seja, corpo, sangue, alma e divindade de Jesus para a mãe d’Ele. E ela comungava conhecendo perfeitamente quem era aquele Cristo que ela recebia de forma sacramental, milagrosamente presente na Sagrada Hóstia, mas era o mesmo Jesus que ela concebera, que ela dera à luz, que ela educara,que ela vira morrer. Todas essas etapas da comunhão de Nossa Senhora agora se transformaram numa hostiazinha e ela vem comungar com São João Evangelista, como vocês vão comungar hoje.
Devemos comungar como Nossa Senhora
E nós, como que nós comungamos? Toda comunhão nossa deve ser a comunhão de Nossa Senhora, a vida toda. Será sempre essa lembrança de que nós comungamos como Nossa Senhora comungava, que nós conhecemos Jesus como Nossa Senhora conhece.
Comunhão Eterna
Depois Nossa Senhora subiu pro Céu. Ela vai pro Céu com corpo e alma. Está sentada no seu trono como estaremos também um dia lá no Céu, com corpo e alma. E a comunhão dela hoje na glória é completamente diferente da comunhão sacramental, completamente diferente das comunhões que ela teve com Jesus aqui na terra. Agora é a comunhão eterna, é uma comunhão para sempre, é a comunhão da felicidade que nós teremos no Céu. Tudo isso mostra para nós como é importante comungarmos de verdade, com toda piedade, prestando atenção naquilo que estamos recebendo. Temos que procurar o modelo de Nossa Senhora nas nossas comunhões para que todos os dias que nós recebemos Jesus no coração, nós recebamos como se fosse a primeira vez.
https://capelasantoagostinho.com/2018/12/09/a-comunhao-de-nossa-senhora-com-jesus/#more-1607

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O que torna uma mulher elegante, segundo 4 grandes estilistas

AUDREY HEPBURN

Dica: não tem nada a ver com roupas caras e não exige muito dinheiro

A renomada jornalista Nina García entrevistou vários ícones da moda, entre eles os famosos estilistas italianos Donatella Versace, Giorgio Armani e a dupla Domenico Dolce e Stefano Gabbana, fazendo uma pergunta simples: o que eles consideram eternamente elegante?
Em vez de apontar para coisas caras que, como critério principal, só muito dinheiro poderia comprar, os estilistas falaram sobre descobrir a elegância olhando para dentro. Abaixo está o que cada um deles falou sobre a verdadeira elegância:

Giorgio Armani: simplicidade, autocuidado e inteligência

“Pode-se dedicar um livro inteiro a essa questão. Outra possibilidade é responder nos termos mais curtos possíveis: a elegância é o resultado de um equilíbrio natural entre a simplicidade, o cuidado de si e a inteligência. Tudo isso gera essa postura pessoal e atitude especial que chamamos de elegância. É uma qualidade que, ao contrário da crença popular, não requer riqueza”.
Armani nos lembra que a moda pode ser cara, mas o estilo real não é. Não tem a ver com estar prontos para fotos o tempo todo. A pessoa elegante sabe viver a simplicidade da vida cotidiana, mesmo quando não ostenta roupas perfeitamente combinadas e o penteado perfeito. A beleza não é alcançada através da perfeição exterior, mas é o resultado de aprender a amar a si mesmo e agir inteligentemente.

Domenico Dolce e Stefano Gabbana: autoaceitação

“Mais além do que o vestido preto e o salto alto, a elegância tem a ver definitivamente com o estilo interior de alguém. Uma mulher que aceita a si mesma e seu ambiente… é refinada, elegante e sofisticada”.
Quando uma mulher conhece e aceita a si mesma, ela pode conquistar qualquer coisa. Ela parecerá elegante, não importa onde ela esteja ou que roupa ela esteja usando, se ela se sentir confortável consigo mesma. Ela poderia estar nua ou em um vestido de festa, mas sua atitude não mudaria muito. Esta é uma mulher que conhece a si mesma, sabe qual é sua missão e sabe o que deseja comunicar ao mundo.

Donatella Versace: autoconfiança e crenças firmes

“Sem dúvida, o apelo mais estiloso de uma mulher é sua autoconfiança. Versace é um estilo de vida que incorpora muitos interesses e paixões diferentes. É quase impossível criar e esculpir um caminho que seja verdadeiramente seu, se você não acreditar em si mesma”.
“A mulher Versace não é apenas aquela que é segura em suas preferências e estilos pessoais, mas também aquela que é firme em suas crenças. A mulher Versace segue seus próprios costumes. Ela pode exibir um certo je ne sais quoi – não sei o quê -, mas mesmo que você não consiga descrever, você reconhecerá essa mulher no momento em que ela entrar no ambiente”.
A mulher elegante não se preocupa muito com as tendências. Ela tem confiança suficiente para usar o que ela sabe que é melhor para ela. Ela conhece a si mesma e tem fé, baseada em seus próprios valores e convicções firmes, e não precisa imitar o que está na moda ou o que o mundo exterior lhe diz que ela deve usar.
Há algo que a mulher elegante possui, embora não seja palpável, e que te atrai e te conduz a querer estar perto dela.

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Jesus ordena ao demônio


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Jesus ordena ao demônio: 
"Vai com os porcos." 

Vede a que ponto a alma do homem é preciosa. O que contraria os que pensam que os homens e os animais têm uma alma idêntica e que somos animados pelo mesmo espírito. Noutra altura, o demônio foi expulso de um só homem e foi enviado para dois mil porcos [cf Mt 8,32]. 

Aquilo que era precioso foi salvo, e o que era vil, perdido: «Sai do homem, vai para os porcos. Vai para onde quiseres, vai para os abismos. Deixa o homem que é Minha propriedade. Não te vou deixar possuir o homem pois seria para Mim um ultraje instalares-te nele em Meu lugar. Assumi um corpo humano, vivo no homem: essa carne que possuis faz parte da Minha carne: sai deste homem!»

#SãoJerônimo

Piedosa Medalha


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Esta piedosa medalha foi, desde o primeiro momento, instrumento de tão numerosos favores, tanto espirituais como temporais, de tantas curas, proteções e sobretudo conversões, que a voz unânime do povo lhe chamou desde logo Medalha Milagrosa".