quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

As invocações da Ladainha de Nossa Senhora

As invocações da Ladainha de Nossa Senhora.

Artigo explicando várias das invocações da Ladainha de Nossa Senhora.

Muitos católicos costumam rezar, após o Rosário, a Ladainha de Nossa Senhora, mas poucos conhecem bem o grande valor teológico e simbólico de suas invocações

Várias das invocações são óbvias, nem precisariam de explicações. Por exemplo: "Santa Mãe de Deus, rogai por nós" ou "Mãe do Criador, rogai por nós". Se Nossa Senhora é Mãe de Jesus Cristo, e Ele é nosso Deus e Criador, é normal invocá-La desse modo.
Mas, confesso, eu passaria por um aperto se me perguntassem: por que Nossa Senhora é invocada como Torre de Davi ou Espelho de Justiça? Por que Torre de Davi e não Torre de Abraão ou de Moisés? Qual a origem dessas invocações? Não seria espiritualmente mais proveitoso repetir uma invocação sabendo seu significado?

Se amanhã, numa reunião com algum alto dignitário, eu tivesse que dizer algo, preparar-me-ia para não repetir mecanicamente coisas ouvidas sem conhecer bem seu sentido. Quando rezamos, em última análise dirigimo-nos a Deus, superior a qualquer dignitário deste mundo; portanto, devemos procurar entender razoavelmente o sentido das preces que fazemos.

É claro que Deus é misericordioso e aceita benignamente as orações feitas com devoção e desejo de agradá-Lo, mesmo se não compreendemos inteiramente o significado delas. Estamos certos de que, se a Santa Igreja colocou em nossos lábios pecadores aquelas orações, é porque elas são agradáveis a Deus.

Mas o próprio desejo de agradar a Deus deve levar-nos a procurar entender com profundidade o significado daquilo que Lhe dizemos, e com isso, também tornar mais eficaz o pedido que fazemos.

Assim sendo, vejamos a procedência de algumas invocações da Ladainha Lauretana, o que certamente resultará em aperfeiçoarmos nossa vida espiritual. Para isso ajudou-me muito o livro Na escola de Maria, de autoria de André Damino (*).

Origem das ladainhas
A palavra ladainha vem do grego e significa súplica. Mas desde o início da Igreja ela foi utilizada para indicar não quaisquer súplicas, mas as que eram rezadas em conjunto pelos fiéis que iam em procissão às diversas igrejas. Há, naturalmente, numerosas ladainhas, dependendo do que é pedido nas diversas procissões.

Quando a casa na qual morou Nossa Senhora na Palestina foi transportada milagrosamente para a cidade de Loreto (Itália), em 1291, a feliz novidade espalhou-se rapidamente, dando início a numerosas peregrinações. Com o correr do tempo, uma série de súplicas a Nossa Senhora foi sendo composta pelos peregrinos que ali iam, os quais A invocavam por seus principais títulos de glória. Posteriormente essa ladainha era cantada diariamente no Santuário, e os peregrinos que de lá voltavam a popularizaram em todo o orbe católico. Chama-se lauretana por ter sua origem em Loreto.

Algumas invocações têm sido acrescentadas pelos Papas ao longo dos tempos, outras são agregadas para honrar a proteção de Nossa Senhora a alguma Ordem religiosa, como fazem os carmelitas, os quais rezam a ladainha lauretana carmelitana, com quatro invocações a mais. Mas o corpo central das ladainhas permanece o mesmo.
Composição da Ladainha
No início da Ladainha Lauretana, as invocações não se dirigem a Nossa Senhora, mas a Nosso Senhor e à Santíssima Trindade, pois dizemos Senhor, tende piedade de nós, Jesus Cristo, ouvi-nos, etc. Depois invocamos o Padre Eterno, o Filho e o Espírito Santo. Por quê?

Tudo em Nossa Senhora nos conduz a seu divino Filho, e por meio dEle à Santíssima Trindade, que é nosso fim último. Isto é algo que os protestantes não entendem ou não querem entender: Maria Santíssima é o melhor caminho para se chegar a Deus.

Após essa introdução da ladainha, seguem-se três invocações, nas quais pronunciamos o nome da Virgem (Santa Maria) e lembramos dois de seus principais privilégios: o ser Mãe de Deus e Virgem das virgens. A seguir, há um grupo de 13 invocações para honrarmos a Maternidade de Nossa Senhora, e outras seis para honrar sua Virgindade. Em seguida, 13 figuras simbólicas; quatro invocações de sua misericórdia e, finalmente, 12 invocações dEla enquanto Rainha gloriosa e poderosa.

Em geral, é no grupo das 13 invocações com figuras simbólicas que surgem as maiores dificuldades de compreensão. Nossa civilização fechou-se para o simbolismo, e aquilo que poderia ser até evidente em outras épocas, hoje ficou obscurecido pelo exclusivismo concedido ao espírito prático. A própria vida contemporânea contribui para isto. Assim, por exemplo, como explicar ou ressaltar, a pessoas que ficam fechadas em cidades feias e perigosas, a beleza de uma estrela? Igualmente, o ritmo de vida corrida e excitante de hoje não favorece a meditação ou a contemplação das maravilhas da criação.
Alguns significados
Vejamos então o significado destas 13 invocações simbólicas.

Espelho de Justiça — Justiça, aqui, entende-se em seu sentido mais amplo de santidade. Nossa Senhora é chamada assim, porque Ela é um espelho da perfeição cristã. Toda perfeição pode ser admirada nEla, do mesmo modo como podemos admirar uma luz refletida na água.

Sede da Sabedoria — Nosso Senhor Jesus Cristo é a Sabedoria, pois, enquanto Deus, tudo sabe e tudo conhece. Ora, Nossa Senhora durante nove meses encerrou dentro de si seu divino Filho; Ela foi, portanto, a sede da Sabedoria. E continua a sê-lo, pois é nEla que encontramos infalivelmente a Nosso Senhor.

Causa de Nossa Alegria — a verdadeira alegria não é o riso. Rir muito nem sempre significa felicidade. É muito mais feliz a mãe carregando amorosamente seu filho do que um papalvo que ri à-toa. E a maior alegria que um homem pode ter é a de salvar-se e estar com Deus por toda a eternidade. Ora, antes da vinda de Nosso Senhor, o Céu estava fechado para nós. Foi o sacrifício do Calvário que nos reconciliou com o Criador e nos proporcionou a verdadeira e eterna felicidade. Como foi por meio de Nossa Senhora que o Redentor da humanidade veio à Terra, Maria Santíssima é, pois, a causa de nossa maior alegria.

Vaso Espiritual — Nada tem mais valor do que a verdadeira Fé. Na Paixão e Morte de Nosso Senhor, quando até os Apóstolos duvidaram e fugiram, foi Nossa Senhora quem recolheu e guardou, como num vaso sagrado, o tesouro da Fé inabalável.

Vaso Honorífico — Em nossa época, a honra quase não é considerada. Pelo contrário, muitas vezes a falta de caráter e a sem-vergonhice são louvadas. Mas a honra e a glória, na realidade, valem muito. E Nossa Senhora guardou cuidadosamente em sua alma todas a graças recebidas, e manteve a honra do gênero humano decaído. Se não tivesse existido Nossa Senhora, ficaria faltando na criação quem representasse a perfeição da criatura, fiel até o extremo heroísmo.

Vaso Insigne de Devoção — Devoto quer dizer dedicado a Deus. A criatura que mais se dedicou e viveu em função de Deus foi Nossa Senhora, tendo-o realizado de forma tal, que melhor é impossível.

Rosa Mística — A rosa é a rainha das flores. É aquela que possui de forma mais definida e esplêndida tudo quanto caracteriza uma flor. Igualmente Nossa Senhora, no campo da vida espiritual ou mística, possui de forma mais primorosa tudo aquilo que representa a perfeição.

Torre de Davi — Lemos na Sagrada Escritura que o rei Davi tomou a fortaleza de Jerusalém dos jebuseus e edificou a cidade em torno dela. "E Davi habitou a fortaleza, e por isso se chamou cidade de Davi" (Paralipômenos, 11-7). Naturalmente, o rei Davi fortificou a cidade, para torná-la inexpugnável, e a dotou de forte guarnição. A Igreja Católica é a nova Jerusalém, e nela temos uma torre ou fortaleza que nenhum inimigo pode invadir ou destruir, que é Nossa Senhora. Ela constitui o ponto de maior resistência e melhor defesa. Por isso, nesta invocação honramos a Nossa Senhora reconhecendo que nunca houve, nem haverá, quem melhor proteja os fiéis e defenda a honra de Deus do que Ela.

Torre de Marfim — O marfim é um material que tem características raras na natureza. Ele é ao mesmo tempo muito forte e muito claro. Igualmente Nossa Senhora é muito forte espiritualmente, a maior inimiga dos inimigos de Deus, e de uma pureza alvíssima. Assim Ela contraria a ideia falsa de que as coisas de Deus devam ser sempre muito doces, suaves e fracas, ou que a verdadeira força têm-na os impuros.

Casa de Ouro — O ouro é o mais nobre dos metais. Por isso, sempre que desejamos dar alguma coisa que seja insuperável, a oferecemos em ouro — uma medalha de ouro numa competição, por exemplo. Se tivéssemos que receber o próprio Deus, procuraríamos fazê-lo numa casa que não fosse superável, neste sentido uma casa de ouro. E a Virgem Santíssima é a casa de ouro que acolheu Nosso Senhor quando veio ao mundo.

Arca da Aliança — No Antigo Testamento, na Arca da Aliança ficavam guardadas as tábuas da lei dadas por Deus a Moisés e um punhado do maná recebido milagrosamente no deserto. Por isso ela lembrava as promessas e a proteção de Deus. Nossa Senhora é, no Novo Testamento, a Arca da Aliança que protege o povo eleito da Igreja Católica e lembra as infinitas misericórdias de Deus.

Porta do Céu — Nossa Senhora é invocada desse modo, pois foi por meio dEla que Jesus Cristo veio à Terra, e é por Ela que nos vêm todas as graças, as quais têm como finalidade nos levar ao Céu, nossa morada eterna. Assim, Ela favorece nossa entrada no Céu, como a porta favorece a entrada num local.

Estrela da Manhã — Pouco antes de nascer o sol, quando a escuridão é maior e vai começar a clarear, aparece no horizonte uma estrela de maior luminosidade. Depois, quando as outras estrelas desaparecem na claridade nascente, ela ainda permanece. Assim foi Nossa Senhora, pois seu nascimento significava que logo nasceria o Sol de Justiça, Nosso Senhor Jesus Cristo. E quando a Fé se perdia até entre o povo eleito, Ela continuava a acreditar e esperar. Ela é o modelo da perseverança na provação e o anúncio da Luz que virá.

Temos assim, resumidamente, algumas explicações das invocações da Ladainha Lauretana. Esperemos que a compreensão delas nos ajude a rezar com maior fervor tão meritória oração.


Fonte: André Damino, "Na escola de Maria", Ed. Paulinas, 4ª edição, São Paulo, 1962.
Visto em: Vas Honorabile

Extraído de: http://tradicaocatolicateixeiradefreitas.blogspot.com.br/2013/07/explicacao-da-ladainha-de-nossa-senhora.html

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Consagração a Nossa Senhora (Recitá-la diariamente)


Ó Santa Mãe Dolorosa de Deus, ó Virgem Dulcíssima: eu vos ofereço meu coração para que o conserveis intacto, como Vosso Coração Imaculado. . Eu vos ofereço a minha inteligência, para que ela conceba apenas pensamentos de paz e bondade, de pureza e verdade. . Eu vos ofereço minha vontade, para que ela se mantenha viva e generosa ao serviço de Deus. . Eu vos ofereço meu trabalho, minhas dores, meus sofrimentos, minhas angústias, minhas tribulações e minhas lágrimas, no meu presente e no meu futuro para serem apresentadas por Vós a Vosso Divino Filho, para purificação de minha vida. . Mãe compassiva, eu me refugio em vosso Coração Imaculado, para acalmar as dolorosas palpitações de minhas tentações, de minha aridez, de minha indiferença e das minhas negligências. . Escutai-me, ó Mãe, guiai-me, sustentai-me e defendei-me contra todo perigo da alma e do corpo, agora e para toda a eternidade. . Assim seja.

A mensagem da Virgem

A Mensagem da Virgem
A Mensagem que a Santíssima Virgem deu em Lourdes, pode ser resumida nos seguintes pontos:
1.- É um agradecimento do céu pela definição do dogma da Imaculada Conceição, que tinha sido declarado quatro anos antes por Pio IX (1854), ao mesmo tempo que assim apresenta Ela mesma como Mãe e modelo de pureza para o mundo que está necessitado desta virtude.
2.- Derramou inumeráveis graças físicas e espirituais, para que nos convertamos a Cristo em sua Igreja.
3.- É uma exaltação às virtudes da pobreza e humildade aceitas cristanamente, ao escolher a Bernadete como instrumento de sua mensagem.
4.- Uma mensagem importantíssima em Lourdes é o da Cruz. A Santíssima Virgem repete que o importante é ser feliz na outra vida, embora para isso seja preciso aceitar a cruz. "Eu também te prometo fazer-te ditosa, não neste mundo, mas no outro"
5.- Em todas as aparições veio com seu Rosário: A importância de rezá-lo.
6.- Importância da oraçao, da penitência e humildade (beijando o solo como sinal disso); também, uma mensagem de misericórdia infinita para os pecadores e do cuidado com os doentes.
7.- Importância da conversão e a confiança em Deus.


Os primeiros milagres
26 de fevereiro
A água milagrosa operou o primeiro milagre. O bom pároco de Lourdes havia pedido um sinal, e em vez do pequeno que havia pedido, a Virgem acabava de dar um sinal muito grande, e não somente a ele, mas a toda a população.
Havia em Lourdes um pobre operário dos canteiros, chamado Bourriette, que vinte anos antes havia tido o olho esquerdo severamente atingido por uma explosão de uma mina. Era um homem muito honrado e muito cristão, que mandou a filha buscar água na nova fonte e se pôs a rezar, embora estivesse um pouco suja, esfregou os olhos com ela. Começou a gritar de alegria. As trevas haviam desaparecido, não lhe restava mais do que uma leve nuvem, que foi desaparecendo enquanto lavava.
Os médicos haviam dito que ele jamais se curaria. Ao examiná-lo novamente não sobrou outra alternativa que chamar o ocorrido por seu nome: milagre. E o maior foi que o milagre havia deixado as cicatrizes e lesões profundas da ferida, mas havia devolvido mesmo assim a vista.
Muitos milagres continuam ocorrendo em Lourdes, havendo no santuário sempre uma multidão de doentes.
4 de março
Seguindo seu costume, Bernadete, antes ir à gruta, assistiu á Santa Missa. No final da aparição, teve a grande tristeza, a tristeza da separação. Voltaria a ver a Virgem?
A Virgem sempre generosa, não quis que terminasse o dia sem uma manifestação de sua bondade: um grande milagre, um milagre maternal.
Um menino de dois anos estava já agonizando, chamava-se Justino. Desde que nasceu teve uma febre que ia pouco a pouco destruindo sua vida. Seus pais, nesse dia, o deram por morto. A mãe em seu desespero o pegou e o levou para a fonte. O menino não dava sinais de vida. A mãe o colocou 15 minutos na água que estava muito fria.
Ao chegar em casa, notou que se ouvia com normalidade a respiração do menino.
Ano dia seguinte Justino acordou com a fronte fresca e viva, seus olhos cheios de vida, pedindo comida e suas pernas fortalecidas.
Este fato comoveu a toda a comarca e logo toda a França e Europa; três médicos de grande fama certificaram o milagre, chamando-o de primeira ordem.

http://www.aveluz.com/lourdes/nossa_senhora_de_lourdes.htm
 

Oração a Nossa Senhora de Lourdes

 

11 de fevereiro

Oração à Nossa Senhora de Lourdes - (11 de fevereiro)
Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadette, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com ele, ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma que nos ajudem a conservar-nos sempre unidos a Deus.
Nossa Senhora da gruta, dai-me a graça que vos peço e tanto preciso (pedido).
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós.
Amém.
 
 
Em 11 de fevereiro de 1858, na vila francesa de Lourdes, às margens do rio Gave, Nossa Mãe, Santa Maria manifestou de maneira direta e próxima seu profundo amor para conosco, aparecendo-se a uma menina de 14 anos, chamada Bernadete (Bernardita) Soubirous.
A história da aparição começa quando Bernadete, que nasceu em 7 de janeiro de 1844, saiu, junto com duas amigas, em busca de lenha na Pedra de Masabielle. Para isso, tinha que atravessar um pequeno rio, mas como Bernadete sofria de asma, não podia entrar na água fria, e as águas daquele riacho estavam muitas geladas. Por isso ela ficou de um lado do rio, enquanto as duas companheiras iam buscar a lenha.
Foi nesse momento, que Bernadete experimenta o encontro com Nossa Mãe, experiência que marcaria sua vida, “senti um forte vento que me obrigou a levantar a cabeça. Voltei a olhar e vi que os ramos de espinhos que rodeavam a gruta da pedra de Masabielle estavam se mexendo. Nesse momento apareceu na gruta uma belíssima Senhora, tão formosa, que ao vê-la uma vez, dá vontade de morrer, tal o desejo de voltar a vê-la”.
“Ela vinha toda vestida de branco, com um cinto azul, um rosário entre seus dedos e uma rosa dourada em cada pé. Saudou-me inclinando a cabeça. Eu, achando que estava sonhando, esfreguei os olhos; mas levantando a vista vi novamente a bela Senhora que me sorria e me pedia que me aproximasse. Ms eu não me atrevia. Não que tivesse medo, porque quando alguém tem medo foge, e eu teria ficado alí olhando-a toda a vida. Então tive a idéia de rezar e tirei o rosário. Ajoelhei-me. Vi que a Senhora se persignava ao mesmo tempo em que eu. Enquanto ia passando as contas ela escutava as Ave-marias sem dizer nada, mas passando também por suas mãos as contas do rosário. E quando eu dizia o Glória ao Pai, Ela o dizia também, inclinando um pouco a cabeça. Terminando o rosário, sorriu para mim outra vez e retrocedendo para as sombras da grupa, desapareceu”.
Em poucos dias, a Virgem volta a aparecer a Bernadete na mesma gruta. Entretanto, quando sua mãe soube disso não gostou, porque pensava que sua filha estava inventando histórias –embora a verdade é que Bernadete não dizia mentiras–, ao mesmo tempo alguns pensavam que se tratava de uma alma do purgatório, e Bernadete ficou proibida de voltar à gruta Masabielle.
Apesar da proibição, muitos amigos de Bernadete pediam que voltasse à gruta; com isso, sua mãe disse que se consultasse com seu pai. O senhor Soubiruos, depois de pensar e duvidar, permitiu que ela voltassem em 18 de fevereiro.
Desta vez, Bernadete foi acompanha por várias pessoas, que com terços e água benta esperavam esclarecer e confirmar o narrado. Ao chegar todos os presentes começaram a rezar o rosário; é neste momento que Nossa Mãe aparece pela terceira vez. Bernadete narra assim a aparição: “Quando estávamos rezando o terceiro mistério, a mesma Senhora vestida de branco fez-se presente como na vez anterior. Eu exclamei: ‘Aí está’. Mas os demais não a via. Então uma vizinha me deu água benta e eu lancei algumas gotas na visão. A Senhora sorriu e fez o sinal da cruz. Disse-lhe: ‘Se vieres da parte de Deus, aproxima-te’. Ela deu um passo adiante”.
Em seguida, a Virgem disse a Bernadete: “Venha aqui durante quinze dias seguidos”. A menina prometeu que sim e a Senhora expressou-lhe “Eu te prometo que serás muito feliz, não neste mundo, mas no outro”.
Depois deste intenso momento que cobriu a todos os presentes, a notícia das aparições correu por todo o povoado, e muitos iam à gruta crendo no ocorrido embora outros zombassem disso.
Entre os dias 11 de fevereiro e 16 de julho de 1858 houve 18 aparições. Estas se caracterizaram pela sobriedade das palavras da Virgem, e pela aparição de uma fonte de água que brotou inesperadamente junto ao lugar das aparições e que deste então é um lugar de referência de inúmeros milagres constatados por homens de ciência.

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Nossa Senhora de Lourdes

"Cristo morreu por todos a fim de que aqueles que vivem, não vivam mais para si, mas por Aquele que morreu e ressuscitou por eles" 2Cor 5,15

Hoje, o mundo inteiro venera Nossa Senhora, sob o título de Nossa Senhora de Lourdes. Lembramos o que se chama "aparição de Nossa Senhora", ou aparições que se repetiram de 11 de Fevereiro até 16 de Julho.
O grande teólogo e pesquisador de Lourdes, o Padre Laurentin, examinou as 14 aparições centrais e as mensagens sobre Nossa Senhora, "toda cheia de graça e concebida sem pecado original", pelos méritos de Cristo.
O hino "Louvando Maria" ressoa em quase todas as peregrinações do mundo, atraindo pessoas que queiram levar, como Nossa Senhora, Cristo aos homens.
Louvando Maria
o povo fiel
A voz repetia
de São Gabriel

Ave,ave, ave Maria
Ave,ave, ave Maria

Um anjo descendo
num raio de luz
Feliz, Bernadete
à fonte conduz

Ave,ave, ave Maria
Ave,ave, ave Maria

Vestida de branco
da glória desceu
Trazendo na cinta
as cores do céu

Ave,ave, ave Maria
Ave,ave, ave Maria

Mostrando o rosário
na cândida mão
Ensina o caminho
da santa oração
(tradução livre de Maria do Rosário)


http://evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&localdate=20140211&id=667&fd=1

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Vereis o Filho do Homem...


Entretanto, duas coisas exasperam aqueles energúmenos: o olhar por vezes fixo, cheio de lágrimas, sempre tão doce de Jesus, e o silêncio dEste.
Esse olhar inquieta-os e perturba-os. Quereriam uma queixa, ao menos um grito de dor, para mostrar que bateram certo.
Então um deles, sem dúvida mais inventivo, propõe vendar os olhos perturbadores e fazer-Lhe uma troça do talento de profecia.
Recruta-se toda a gente, a atração vele a pena.
Portanto, entre duas cusparadas – pois está escrito: Não cessaram de me cuspir à Face –, entre duas bofetadas, dois lances de dados, dois púcaros de vinho, vão brincar de profeta:
“Vamos ver, Cristo, Messias, Filho de Deus, grande Profeta... quem te bate agora?” E uma bofetada estrepitosa abate-se-Lhe sobre o rosto. “Advinha! E aquele lá, quem é?” E por detrás outra bofetada envolve aquela Face, que queda imóvel como um rochedo (Is 50, 7). “Vamos, quem é? Como se chama? Que idade tem? De que lugar é? Fala homem!”

Se o véu cobria todo o rosto, soerguem-no às vezes para poder cuspir mais à vontade, depois abaixam-no novamente para não sujarem as mãos esbofeteando-O.
Como os olhos estão escondidos e a cabeça permanece imóvel, redobram-se à porfia pancadas, cusparadas e blasfêmias, até ao cansaço e ao enjoo.
Existem dois quadros dessa cena trágica naquela noite dolorosa.
Um, em que toda a Majestade Divina é representada no meio daquela atmosfera de pancadas e daquela tempestade de escarros e ultrajes. Outro, em que toda a malícia humana se ostenta na sua hedionda crueza.
O primeiro é um afresco do Beato Fra Angélico, no convento de São Marcos, em Florença.
O Cristo está sentado como um príncipe no seu trono, as dobras da veste pendem-Lhe igualmente de cada lado; a postura é tranqüila: toda a serenidade dos seres superiores. Com uma das mãos segura um cetro de cana, com a outra o globo do mundo: Ele é sempre o Rei do mundo; e em torno dEle há uma cabeça grosseira que saúda ironicamente, uma boca desaforada que cospe, mãos que se agitam para esbofetear, um punho cerrado que se adianta, outro que empunha uma vara para bater.
Calmo, imóvel, Jesus recebe um após outro todos esses ultrajes. Tem os olhos vendados: através do pano percebe-se-Lhe a pálpebra resignada e caída. A boca é triste: tal reflexo de majestade emana porém dAquele ser desprezado, que a gente cai de joelhos e O adora.
Fitemos um instante essa cabeça tão meiga, de olhos vendados. Há nesta venda a intenção dos homens e a de Deus. A intenção dos homens era um medo e um ludíbrio. Receavam, como dizíamos,
escarrando naquele rosto encontrar um dos olhares da Vítima, de tal sorte o olhar do Mestre permanece o olhar de Deus.
E um ludíbrio! Jesus já está amarrado, não tem mais a liberdade das mãos, porém tinha a dos olhares; é preciso suprimir-lha; não se tem mais que uma coisa que se atira de um lado para o outro, que se recambia, com que se brinca, Ele não vê!
A intenção de Deus é mais alta. Jesus cerra os olhos e parece fechar-se no sono e no silêncio de dentro, para mostrar sem dúvida que uma alma atada pelo amor da Santíssima Vontade de Deus deve relegar-se para o interior, viver nesse interior, sem fazer grande conta do que se passa fora.
Mas também para nos lembrar que, se Ele parece dormir, é só por um tempo; sabemos que Ele aguarda nesse silêncio profundo a hora do Seu despertar: “Eu terei o meu dia, terei a minha hora, para mim e para todos os meus eleitos, opressos em aparência por esse silêncio do alto”.
Dizia Ele havia alguns instantes: “Vereis o Filho do Homem, hoje esbofeteado pelos criados e cuspido pelos juízes, vê-lo-eis, vós que O espancais, vê-lo-eis resplandecente de majestade à direita de Deus, Deus Ele próprio! Dies irae, dies illa, calamitatis et miseriae (Sof 1, 15)”.
“Nesse dia em que Eu agir”, acrescenta pelo Seu profeta – logo atualmente parece não agir; “Nesse dia em que Eu concluir as minhas obras” – logo, não estão acabadas; “nesse dia em que Eu desfraldar a minha misericórdia e a minha justiça” – logo, elas estão em suspense ou apenas entremostradas; “nesse dia os bons serão a minha posse” –
estar nas mãos de Deus, onde melhor refúgio?...
E os perseguidores, os algozes, os ímpios... Onde aparecerão? Devorá-los-ei como o fogo a palha seca e leve.
Então vos volvereis, pecadores: vereis de longe a minha felicidade e a de todos os meus – que cruel e longínquo olhar! E tarde demais compreendereis que diferença há entre o justo e o ímpio, inter servientem Deo et non servientem (Mlq 3, 17).
Eu aguardo, meu Deus, e creio que hei de ver um dia o esplendor dos Vossos bens, na terra onde já não se morre.
Credo videre bona Domini in terra viventium (Sl 26, 18).
O segundo quadro, onde se ostenta toda a crueldade dos homens, realismo pungente, é uma cena de Poussin.
Numa sala baixa, alumiada por tochas ou candeias, os soldados bebem, riem, jogam ou cantam. O ódio e a impureza têm o mesmo rito: traço violento, bestial, que desfigura o homem, destruindo num instante o que a Face Divina nele deixara de Seu cunho.
A um canto, Jesus está sentado, de mãos atadas por trás das costas: postado de perfil, vê-se-Lhe o corpo que se inclina penosamente para a frente. A cabeça inteira está coberta de um pano, um molambo sujo, qual se pode encontrar no meio daquela
soldadesca. Alguns soldados e criados se divertem à custa da Vítima. Outros, cansados, puseram-se ao jogo.
Acabam sem dúvida de espancar o Mestre de uma maneira bem interessante, ou a palavra que Lhe lançaram deve ter sido mais pesada, porque os risos são mais grosseiros.
Por sob o véu de dobras pendentes e na atitude do Mestre, adivinha-se a dor, a resignação, o constrangimento íntimo e profundo do coração. As lágrimas devem rolar-Lhe dos olhos.
Ó cabeça vendada de Jesus! Ó zombarias, ó irreverências, ó covardes irrisões, vós consolais os justos oprimidos!
Por trás desse véu, Jesus conhece tudo, vê tudo e julga tudo.

Oculi Domini super justos (Sl 33, 31), os olhos do Senhor seguem os eleitos, e os ouvidos se lhes inclinam abertos ao menor suspiro.

Senhor, por trás do véu lembrai-vos de mim, para minha felicidade. Assim seja.
Memento mei, Deus meus, in bonum. Amen (Esdr 13, 31).


A SUBIDA DO CALVÁRIO
Pelo
Padre Luís Perroy. S. J.
Editora Vozes
1957
IMPRIMATUR
Por comissão especial do Exmo. e Revmo. Sr. Dom Manuel Pedro da Cunha Cintra,
Bispo de Petrópolis, Frei Desidério Kalver-Kamp, O.F.M Petrópolis, 19-11-1957.






O jejum fortalece

O jejum é uma atividade de culto que aumenta a receptividade espiritual, criando um clima favorável para o Espírito Santo falar... Jejuar, em conjunção com a oração intercessória, é uma oração de autoridade do mais alto nível.

Nós estamos vivendo uma época que vai se tornando difícil e, ao mesmo tempo, estimulante porque o cerco do inimigo vai se fechando sobre todos nós e, hoje em dia, daqui para diante, nós só vamos conseguir abrir caminho pela oração. Cada passo que formos dar, vamos ter que romper as resistências pela oração. No sangue de Jesus, no nome do Senhor Jesus. Isso não é fantasia, isso é a realidade com que nós vamos nos defrontar, nesses dias que correm, até quando acabar.

Vamos ver um pouco da questão do jejum. A consistência na oração, em qualquer nível, é difícil. Isso porque, como uma criança uma vez escreveu, Satanás treme quando vê o mais fraco dos santos de joelhos. Mas, de todos os níveis de intercessão, este é o ponto que mais parece aterrorizar o nosso inimigo. É uma oração de autoridade, que nos permite derrubar fortalezas do inimigo – o jejum. Autoridade definida como poder de influenciar ou persuadir pelo conhecimento ou pela experiência. É também o poder legal ou legítimo de comandar ou agir em situações específicas – autoridade.

E como se relaciona o jejum com a intercessão? A intercessão é a negação de si mesmo na oração, de modo que a nossa oração é centrada em Jesus, em favor dos outros. O jejum é uma forma física de humildade e auto-negação para a qual a Sagrada Escritura indica um poder especial. Jejuar, em conjunção com a oração intercessória, é uma oração de autoridade do mais alto nível. Evidentemente sabemos o que é jejuar.

É a prática de se abster deliberadamente, voluntariamente, de um alimento costumeiro e que, quando realizado no contexto da oração, traz um poder sobrenatural a ela. Jejuar é passar sem alguma comida ou bebida, praticar a auto-negação. Seu significado pode ser ampliado para incluir a abstinência temporária de qualquer coisa, a fim de dar mais concentrada atenção a assuntos espirituais.

A Sagrada Escritura nos revela 5 aspectos dessa categoria de oração de autoridade, uma categoria pouco compreendida. Primeiro, jejuar é uma humilhação pessoal e voluntária do coração, diante de Deus, uma humilhação, então, que aumenta o quebrantamento espiritual.
“Quando eu chorava e me humilhava com o jejum, eu era ridicularizado e humilhado" (Sl 69,10). Uma outra tradução deste mesmo versículo diz “eu me afligia com o jejum” ou “eu quebrantava meu espírito com o jejum.”.

1. A humildade está no coração do jejum

Humildade é uma qualidade que se manifesta em como uma pessoa age com relação a Deus e aos outros. E porque o jejum carrega essa qualidade de humildade, no reino físico e tangível, ele produz um quebrantamento diante de Deus que não vem de nenhuma outra maneira. Esse quebrantamento não apenas honra Deus, mas também faz o coração do intercessor mais dócil para escutar a Deus e, assim, ele se torna mais útil para realizar o plano de Deus.

2. O jejum fortalece

Em segundo lugar, o jejum fortalece o auto controle, o auto domínio e a temperança que São Paulo coloca como fruto do Espírito (Gl 5,22-23). É assumir controle da própria carne, não permitindo que cresça nada ao ponto do excesso. Nesse caso, é mortificar aquilo que é impuro ou excessivo.

Assim, o jejum amplia a sua ação: “quanto a mim, quando os meus inimigos estavam doentes, eu me vestia de saco, afligia-me com o jejum e orava com minha cabeça inclinada sobre o peito” (Sl 35,13).

Mas, ainda há uma tradução mais forte. Afligia-me com o jejum pode ser traduzido como eu me mortificava jejuando. Eu me mortificava. Mortificar quer dizer, pôr à morte. Eu me punha à morte, jejuando. O jejum verdadeiramente ajuda a morrermos a nós mesmos e a morte, assim mesmo, é a chave para a vitalidade e a produtividade espiritual.

Numa época em que tantos cristãos, inclusive líderes espirituais, estão sucumbindo às obras da carne, certamente é oportuno reconsiderar o jejum e a oração. Nossa Senhora em suas aparições em Medjugorje indica o jejum como uma chave para vencer os ataques ferozes de Satanás contra o bem-estar moral mesmo dos líderes espirituais. São Paulo compreendeu a necessidade que tinha de manter o corpo em sujeição: “trato duramente o meu corpo e reduzo-o à servidão, a fim de que não aconteça que, tendo proclamado a mensagem aos outros, venha eu mesmo a ser reprovado” (1Cor 9,27). Ele não estava falando de fazer penitência pelos seus fracassos, mas sim de manter o auto domínio ao enfrentar os desejos da carne. Ele sabia que o jejum e a oração estavam no topo da lista para manter essa autoridade.

3. O jejum nos potencializa

O jejum é uma atividade de culto que aumenta a receptividade espiritual, criando um clima favorável para o Espírito Santo falar. Ele, muitas vezes, traz uma maior sensibilidade àqueles que tomam decisões pessoais ou comunitárias. O livro dos Atos descreve uma dessas circunstâncias, relativa ao envio dos apóstolos: “enquanto serviam ao Senhor,” – quer dizer, prestavam culto ao Senhor – “e jejuavam, o Espírito Santo disse ‘separai-me Barnabé Saulo para a obra que os chamei.’ E, tendo jejuado e orado, imposto a mão sobre eles, enviaram-nos” (At 13,2-3).

Aqui vemos a combinação do espírito de culto – eles estavam servindo ao Senhor, quer dizer, na Liturgia, com o espírito do jejum. Uma outra tradução diz “enquanto celebravam a Liturgia do Senhor e jejuavam...”.

Os discípulos não apenas vêem o valor do jejum, ao enfrentarem as circunstâncias de irem pregar aos pagãos, mas também, como resultado de seu jejum, foram capazes de receber uma direção específica do Espírito Santo. De fato, é possível que se não tivessem jejuado, o Espírito Santo não lhes tivesse falado. Mas, vejam aqui que estavam se preparando para falar aos pagãos. Quer dizer, a pessoas que não conheciam Deus e, portanto, estavam sujeitas às ações do inimigo com mais facilidade. Eles se preparavam para essa pregação para ir ao encontro desses pagãos, dessas pessoas que não conhecem Jesus, com o jejum e a oração.

Esdras também reconheceu o poder do jejum para obter orientação. No Livro de Esdras (8,21-23), quando proclamou um jejum antes de tirar o povo de Deus de seu cativeiro, na Babilônia, ele o fez com 3 objetivos específicos.

1. Convocou o povo a humilhar-se diante de Deus e a buscar n’Ele um caminho seguro. A direção, portanto, a direção do Espírito Santo era o primeiro objetivo do seu jejum.

2. Buscaram a Deus no jejum em vista dos seus filhos e também para proteção dos seus haveres. Observando os detalhes desse jejum vemos, imediatamente, a importância do primeiro objetivo, que é obter a direção de Deus. Esdras sabia que era possível que inimigos os atacassem ao longo do caminho. Tinha dito ao rei que não precisariam de escolta militar mas, de repente, a realidade da situação se lhe apresentou com clareza. Uma oração comum não seria insuficiente. Era essencialmente um tempo de jejum e de oração.

O jejum é a chave para se ouvir de Deus a direção para o caminho seguro. Ele ia enfrentar então esses salteadores, que eram comuns naquela ocasião, – hoje também – e então orava com o jejum para a direção de Deus, para a proteção dos seus filhos – porque iam viajar – e para proteção dos seus haveres, porque estariam sujeitos a salteadores.

3. O jejum é uma preparação espiritual concentrado para o serviço no poder do Espírito Santo, que aumenta o poder espiritual do fiel. Quando Lucas fala do batismo de Jesus, ele diz “então, Jesus, sendo cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo espírito ao deserto”. Vejam que Jesus foi levado pelo Espírito a essa ocasião de jejum. Ele jejuou 40 dias. Quer dizer, o Espírito de Deus deve ser sempre o nosso guia, quando encontramos qualquer nível de combate espiritual.

Vejam que Jesus foi levado pelo Espírito a essa ocasião de jejum. Ele jejuou 40 dias. Quer dizer, o Espírito de Deus deve ser sempre o nosso guia, quando encontramos qualquer nível de combate espiritual.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Santo Rosário meditado segundo textos da Imitação de Cristo.

 
Mistérios Gozosos
 
Primeiro mistério: Anunciação.
Convite à vida de união íntima com Nosso Senhor.
Livro I, Cap. I.
O Reino de Deus está dentro de vós. Aprende a desprezar as coisas exteriores, aplica-te às interiores e verás como vem a ti o Reino de Deus.
Cristo virá a ti , se... lhe preparares, no interior uma digna habitação.
Toda sua glória e formosura está no inteiro da alma e só aí ele se compraz.

Segundo mistério: Visita de Nossa Senhora a Santa Izabel.
A prática da caridade.
Livro I, Cap. IX.
Sem caridade, de nada vale a obra exterior; tudo, porém, que dela procede, por insignificante e desprezível que seja, torna-se proveitoso, porque Deus não olha tanto para as ações como para a intenção com que as fazemos. Muito faz quem serve antes ao bem comum que à própria vontade.
Quem tem perfeita caridade em nada se busca a si mesmo; mas deseja somente que tudo se faça para a glória de Deus.

Terceiro Mistério: Nascimento.
Convite à abnegação
Livro III, Cap. XXIII
Filho, agora te ensinarei o caminho da verdadeira paz e da verdadeira liberdade.
...Procura fazer antes a vontade de outrem que a tua. Escolhe sempre menos do que mais. Busca antes o último lugar e sujeita-te a todos. Deseja e pede sem cessar que se cumpra, plenamente, em ti a Vontade de Deus.
Assim entra o homem nos limites da paz e da quietação.

Quarto Mistério: Apresentação no Templo.
Exemplo de obediência.
Livro III, Cap. XIII
Eu me fiz o mais humilde e o último de todos, para que com minha humildade vencesses a tua soberba. Aprende a obedecer tu, que és pó, aprende a humilhar-te, terra e limo e a prostrar-te aos pés de todos.
Aprende a quebrar a tua vontade e entregar-te a toda sujeição.
Inflama-te de zelo contra ti mesmo e não permitas que o orgulho te domine; ao contrário, mostra-te tão pequeno e submisso, que todos possam andar sobre ti e pisar-te, como a lama das ruas.

Quinto Mistério: Perda e encontro no Templo.
A alegria de ter Jesus e a tristeza de perdê-lo.
Livro II, Cap. VIII.
Quando Jesus está presente, tudo é suave e nada há que pareça difícil;quando Jesus, porém, está ausente, tudo se torna penoso.
Quando Jesus não fala não nos fala dentro de nós, vã é toda a consolação; mas se Jesus nos diz uma só palavra, grande alívio experimentamos.
Quão árido e insensível és sem Jesus! Quão néscio e vão se alguma coisa desejas fora dele!
Que te pode dar o mundo sem Jesus?
Estar sem Jesus é terrível inferno; estar com Jesus é suave paraíso.
Se Jesus estiver contigo, nenhum inimigo te poderá ofender.
Quem acha a Jesus, encontra um tesouro inestimável,ou antes, um bem acima de todos os bens.
Quem perde a Jesus, perde mais que se perdesse o mundo inteiro.
Grande arte é saber falar conversar com Jesus; muita prudência conservá-lo consigo.
Sê humilde e pacífico e Jesus estará contigo.
Mistérios Dolorosos
Primeiro Mistério: Agonia
Os sofrimentos morais de Jesus.
Livro III, Cap. L.
Pai justo e sempre digno de louvor, é chegada a hora em que vosso servo será provado.
Pai sempre adorável, chegou a hora que, desde a eternidade, previstes que havia de vir, na qual o vosso servo, por um pouco de tempo, sucumba exteriormente, sem deixar de, interiormente, viver unido a vós.
Seja ele por um pouco de tempo desprezado, humilhado, abatido aos olhos dos homens... para que ressuscite convosco, na aurora da nova luz e seja glorificado no céu.
Pai santo, assim determinastes e quisestes, fez-se o que ordenastes.

Segundo Mistério: Flagelação.
A paciência nos sofrimentos.
L:ivro III,Cap. XIX.
Filho, que é que dizes? Deixa-te de queixas, considerando a minha paixão...
Ainda não resististe até o derramar sangue. Pouco é o que padeces em comparação de outros, que sofreram tanto...
É bom que te lembres dos graves sofrimentos alheios, para que, mais facilmente, possas com os teus, que sã mínimos.
E se não parecem leves, olha não venha isto da tua impaciência.
Sejam, porém, grandes ou pequenos, procura levá-los com paciência.
O verdadeiro sofredor não atenta para o homem que o maltrata; se é seu superior, igual ou inferior; se é bom e santo varão, ou indigno e perverso.
Aparelha-te, pois, para a peleja, se queres alcançar a vitória.

Terceiro Mistério: Coroação de Espinhos.
Convite à mortificação e à humildade.
Livro III, Cap.XLIII.
Filho, aplica-te à mortificação das tuas paixões, porque isto te aproveitará mais que o conhecimento das questões mais difíceis.
Sou eu Quem ensina aos homens a ciência.
Eu ensino sem rumor de palavras, sem confusão de opiniões, sem vaidades...
Sou eu quem ensina a desprezar as coisas terrenas, aborrecer os bens presentes, buscar e saborear as coisas eternas, fugir das honras, sofrer as adversidades, colocar em mim toda esperança, nada desejar fora de mim e amar-me, ardentemente acima de tudo.

Quarto Mistério: Carregando a Cruz ao Calvário.
O amor à Cruz.
Livro II, Cap. XII.
A muitos parece dura esta palavra: Renuncia a ti mesmo, toma a tua cruz e segue a Jesus. Muito mais duro, porém, será ouvir aquela última sentença: “Afastai-vos de mim, malditos para o fogo eterno.”
Aqueles que agora, de boa vontade, ouvem e seguem a palavra da Cruz, não temerão ouvir sentença da condenação eterna.
Por que temes, pois, tomar a cruz, pela qual se vai ao reino?
Não há outro caminho para a vida e para a verdadeira paz, senão a via da santa cruz e da mortificação quotidiana.
Anda por onde quiseres, procura quanto quiseres e não encontrarás caminho mais sublime acima do caminho da santa cruz, nem mais seguro abaixo dele.
Se, de boa vontade, levares a cruz, ela te conduzirá e guiará ao reino almejado, isto é, onde acabam os sofrimentos não, porém, neste mundo.
Se, de má vontade a levas, aumentar-lhe-ás o peso e te sobrecarregarás mais, pois é forçoso que a suportes.

Quinto mistério: Crucifixão.
As grandezas da Cruz
Livro II cap. XII
O sinal da Cruz aparecerá no céu, quando o Senhor vier para julgar.
Na Cruz está a salvação, na Cruz a vida, na Cruz a proteção contra os inimigos.
Na Cruz está o complemento da virtude, a perfeição da santidade; não salvação para a alma, nem esperança de vida eterna, senão na Cruz.
Eis que tudo se encerra na cruz e em morrer nela.
Toma, pois, a tua cruz, segue a Jesus e caminharás pra a vida eterna.
Ele foi adiante de ti, carregando sua cruz e nela morreu por teu amor, para que tu também leves a tua e nela desejes morrer.
Porque se com ele morres, do mesmo modo viverás com ele; se fores seu companheiro no sofrimento, também o serás na glória.
Mistérios Gloriosos
Primeiro Mistério: Ressurreição.
A recompensa após o sofrimento
Livro I cap. XXV
Sê vigilante e fervoroso no serviço de Deus...
Trilha, pois, com fervor, o caminho da perfeição, porque, em breve, receberás o prêmio de teus trabalhos; r não haverá mais temor ou dor em volta de ti.
Trabalharás agora um pouco e encontras descanso, ou melhor, perene alegria
Se perseverares, com fervor e fidelidade em tuas ações, Deus... será fiel e generoso em te premiar.
Deves nutrir uma esperança firme de que conseguirás vitória; mas não convém considerá-la como certa, para que não caias na tibieza ou presunção.
Espera no Senhor e faze boas obras, diz o profeta, habita na terra e serás alimentado com suas riquezas.
Em toda parte, procura teu progresso espiritual, aproveita tudo, de sorte que, vendo ou ouvindo bons exemplos, te animes a imitá-los.

Segundo mistério: Ascensão.
Do desejo da Vida Eterna
Livro III cap. XLIX
Filho, quando sentires que o céu inspira o desejo da bem-aventurança e anelas sair do cárcere do teu corpo, pra que, sem sombra de vicissitudes, possas contemplar a minha glória, dilata o teu coração e recebe com todo o afeto esta santa inspiração.
... Hás de ser ainda provado e exercitado em muitas coisas na terra.
Consolações terás de quando em quando, mas saciedade plena não te será concedida.
Esforça-te, pois, tem coragem para fazer e suportar o que repugna à natureza.
Preciso se faz que te revistas do homem novo e te transformes em outro homem.
... E, com efeito, por esta pequena renúncia, que agora, espontaneamente fazes, a tua vontade será para sempre satisfeita no céu.
Ali, certamente, encontrarás tudo o que quiseres e quanto puderes desejar.
Ali possuirás todos os bens, sem receio de os perder. Ali tua vontade, sempre unida à minha, não terá outros desejos que não sejam os meus.
Ali não haverá quem te faça resistência, ninguém se queixará de ti, nenhum obstáculo encontrarás, não haverá quem te cause estorvo; mas todas as coisas que desejares ser-te-ão, ao mesmo tempo, presentes e será satisfeito em tudo o teu afeto.
Ali dar-te-ei glória pelas injúrias recebidas; vestidura de alegria pela tristeza e, pelo ínfimo lugar, um trono no meu reino eterno.
Ali se colherá o fruto da obediência; as asperezas da penitência tornar-se-ão em alegria e a submissão humilde gloriosamente coroada.

Terceiro mistério: Pentecostes
As consolações do Espírito Santo
Livro III, cap. V
Bendigo-vos, Pai celestial, Pai de meu Senhor Jesus Cristo, porque vos dignastes lembrar-vos de mim, que sou pobre.
Graças vos sejam dadas, Pai de misericórdia e Deus de toda consolação que, à vezes, apesar de minha absoluta indignidade, me confortais com as vossas consolações.
Sede sempre bendito e glorificado, com o Vosso Unigênito Filho e o Espírito Paráclito, por todos os séculos dos séculos.
Ah! Senhor, Deus meu, santo amigo de minha alma, quando vierdes ao meu coração, estremecerão de júbilo minhas estranhas!
Sois minha glória, o enlevo de meu coração; sois a minha esperança e o meu refúgio na tribulação.
....Dilatai-me no amor, para que eu aprenda, no fundo de meu coração, a saborear quão suave seja amar-vos, até me derreter e nadar no vosso amor.
Possua-me o amor, eleve-me acima de mim mesmo em seus transportes de fervor.
Cante eu um cântico de amor a vós meu Amado; a minha alma rejubilada pelo vosso amor, desfaleça nos vossos louvores.
Ame-vos eu mais que a mim mesmo e nem e mim mesmo ame senão por amor de vós, e em vós todos os que vos amam, conforme ordena a lei do amor que de vós recebe sua luz.

Quarto mistério: Assunção.
A meditação de nossa morte.
Livro I, cap.XXIII.
Mui depressa chegará teu fim, neste mundo; vê, pois, como te preparas; hoje o homem está vivo e amanhã já não existe.
Tirado que seja da vista, logo foge da lembrança.
Oh! Insensatez e dureza do coração humano, que cuida, somente, das coisas presentes, sem olhar para as futuras!
De tal modo te deves comportar em tuas ações e pensamentos, como se hoje mesmo houvesses de morrer.
De que nos serve viver muito tempo, se tão pouco no emendamos?
A vida longa nem sempre emenda, antes, muitas vezes, aumenta as culpas.
Feliz quem sempre traz diante dos olhos a hora da morte e se dispõe, cada dia, a morrer.
Pela manhã pensa que não chegarás à noite; e à noite não contes chegar ao dia seguinte.
Conserva o teu coração livre e voltado para Deus, porque não tens aqui morada permanente.
Dirige para o céu a tuas orações e gemidos de cada dia, com lágrimas, a fim de que, depois da morte, o teu espírito mereça passar ditosamente ao Senhor. Amém.

Quinto mistério: Coroação de Nossa Senhora no céu.
A glória e a alegria dos Santos no Céu.
L III Cap. XLVIII
Ó mansão beatíssima da cidade celestial! Ó dia claríssimo da eternidade, sem noite que o obscurece, mas iluminado sempre pela soberana verdade; dia inalterável, livre de qualquer vicissitude!
Já resplandece para os Santos, com toda a sua perpétua e esplêndida claridade; mas para os que peregrinam na terra só se vislumbra ao longe, como através de um espelho.
Os que habitam no céu, conhecem quão ditoso é aquele dia; os desterrados filhos de Eva gemem na amargura e tédio desta vida!
Quando terão fim todos estes males?
Quando me lembrarei somente de vós, Senhor, e, plenamente, em vós exultarei de júbilo?
Quando haverá paz sólida, paz imutável e segura; paz interior e exterior, firme de todos os lados?
Ó bom Jesus! Quando estarei diante de vós, para vos ver? Quando contemplarei a glória de vosso reino? Quando sereis para mim tudo em todas as coisas?
Oh! Quando estarei convosco no reino que, de toda a eternidade, preparastes para os vosso eleitos?
Compilação: Pe. Gaspar Samuel Coimbra Pelegrini
 

Oração para as gestantes

Ó Deus eterno, Pai de infinita bondade, que instituístes o casamento para propagar o gênero humano e povoar o Céu, e destinastes principalmente o nosso sexo para essa tarefa, querendo que nossa fecundidade fosse uma das marcas de vossa benção sobre nós, eu me prosterno, suplicante, diante de Vossa Majestade, que eu adoro.
Eu Vos dou graças pela criança que eu levo, à qual Vós destes o ser. Senhor, estendei a Vossa mão e completai a obra que Vós começastes: que Vossa Providência leve comigo, por meio de uma contínua assistência, a frágil criatura que Vós me confiastes, até a hora de sua chegada ao mundo. Nesse momento, ó Deus de minha vida, assisti-me e sustentai minha fraqueza com Vossa mão poderosa. Recebei então Vós mesmo meu filho e guardai-o até que ele tenha entrado, pelo batismo, no seio da Igreja Vossa Esposa, a fim de que ele Vos pertença pelo duplo título da Criação e da Redenção.
Ó Salvador de minha alma, que durante Vossa vida mortal tanto amastes as crianças e tantas vezes as tomastes nos braços, tomai também a minha, a fim de que tendo a Vós por Pai, e Vos chamando seu Pai, ela santifique o Vosso nome e participe de Vosso Reino. Eu Vo-la consagro de todo o meu coração, ó meu Salvador, e a entrego a Vosso amor.
Vossa justiça submeteu Eva e todas as mulheres que nascem dela a grandes dores; eu aceito, Senhor, todos os sofrimentos que vós me destinais nessa ocasião e Vos suplico humildemente, pela santa e feliz concepção de Vossa Mãe Imaculada, que me sejais benigno no momento de dar à luz meu filho, abençoando a mim e a essa criança que Vós me dareis, bem como concedendo-me o Vosso amor e uma inteira confiança em Vossa bondade.
E Vós, bem-aventurada Virgem, Santíssima Mãe de nosso Salvador, honra e glória de nosso sexo, intercedei junto a Vosso Divino Filho a fim de que ele atenda, em sua misericórdia, a minha humilde oração.
Eu Vo-lo peço, ó mais amável das criaturas, pelo amor virginal que tivestes por José, vosso santo esposo, e pelos méritos infinitos do nascimento de vosso Divino Filho.
Ó Santos Anjos que sois encarregados de velar por mim e por meu filho, protegei-nos e conduzi-nos a fim de que, pela vossa assistência, possamos um dia chegar à glória da qual vós já gozais, e louvar convosco nosso Senhor comum, que vive e reina por todos os séculos dos séculos. Amem.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Devoção das Três Ave Maria



Uma Breve História

Foi revelado a S. Matilde de Hackeborn , uma freira beneditina , que morreu em 1298, como um meio de assegurar a graça de uma boa morte . Nossa Senhora disse : . . "Se você quer obter esta graça , diz três Ave-Marias todos os dias, de agradecer à SS Trindade privilégios que me tem enriquecido Graças a Deus , o Pai Na primeira do Poder que tem me dado, e em virtude ele vai me pedir para t'assista hora da morte. Pelo segundo agradeço a Deus por me dar o Filho comunicou a sua sabedoria, para que eu saiba o SS . maior parte da trindade Todos os Santos. Através dele eu vou pedir que a hora da morte limpar a sua alma com a luz da fé, e se desvie de ti toda a ignorância de erro. agradecer por terceiro que o Espírito Santo me tão cheio de amor e bondade que depois de Deus são o mais terno e misericordioso. Esta bondade incomparável me
vai pedir que a hora da sua morte Eu vou encher sua alma com a doçura do amor divino e doçura em troca para você, para as dores da morte.

 
No final do século passado e nas primeiras duas décadas do presente, a devoção das Três Ave-Marias rapidamente se espalhou para vários países do mundo para o zelo de um capuchinho francês , Pe.
João Batista de Blois , assistido por missionários.

 
Tornou-se uma prática universal , quando Leão XIII concedeu indulgências e ordenou que o celebrante recitado o povo de Três Ave-Maria após Santo Comissionamento .
Essa condição perdurou até o Concílio Vaticano II.

 
O Papa João XXIII e Paulo VI concedeu uma bênção especial a todos os que se propagam .
Deu um impulso para a disseminação de muitos Cardeais e Bispos .

 
Muitos santos eram propagadores . Licores Sant ' Alfonso Maria de' , como pregador , confessor eo escritor , não deixou de inculcar boas práticas.
Ele queria que todos a adotar.

 
S. João Bosco fortemente recomendado para a sua juventude. O Beato Pio de Pietrelcina que era propagador zeloso . S. John B.
de Rossi . cada dia dedicado a dez, doze horas por ministério da confissão , atribuída à recitação diária da conversão Três Ave-Marias de pecadores obstinados .

 
Prática:Ore devotamente todos os dias para :Maria, Mãe de Jesus e minha Mãe, defender -me do mal na vida e na hora da morte

 
para o Poder que lhe deu o Pai EternoAve Maria ...

 
Porque a sabedoria que lhe deu o Filho divino.Ave Maria ...

 
pelo amor que lhe deu o Espírito Santo.Ave Maria ...

 
Outra forma :Outra forma em que você pode recitar a prática piedosa :
Agradecer ao Pai Todo-Poderoso deu a Maria:Ave Maria ...

 
Para obrigado por dar ao Filho de Maria tal conhecimento e sabedoria para superar a de todos os anjos e santos, e de tê-lo banhado em glória tanto a ponto de torná-lo semelhante a um Sol, que ilumina todo o céu :Ave Maria ...

 
Para agradecer o Espírito Santo sobre Maria nas chamas mais ardentes do seu amor e de tê-lo tornar-se tão bom e tão benigno quanto a ser, depois de Deus, o mais bom e mais misericordioso :Ave Maria ...

Revelação de Santa Gertrudes :Em uma véspera da Anunciação Santa Gertrudes cantar no coro Ave Maria viu primaverade repente a partir do coração do Pai, do Filho e do Espírito Santo , como trêsjatos que penetrou no coração da Virgem Maria voltou para a sua fonte :e ouvi uma voz que dizia: Depois que o poder do Pai , a Sabedoria do Filho , ternuramisericórdia do Espírito Santo , nada se compara ao poder, sabedoria eTerna misericórdia de Maria.O Papai sabia muito bem que esta efusão do coração da Trindade , no coração de Maria,acontece a cada vez que uma alma devotamente recitar a Ave Maria , derrame queo ministério da virgem se espalha como o orvalho benfazejo sobre os Anjos e Santos .Além disso, em cada alma que diz que a Ave Maria aumentar os tesouros espirituais de que Encarnação do Filho de Deus já enriquecido.

 
I. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco .
Tu és bendita entre as mulherese bendito é o fruto do vosso ventre , Jesus Santa Maria, Mãe de Deus, o Paireforçada com a magnificência de sua onipotência sobre todas as criaturas , e ele fezpoderoso , peço-lhe para me ajudar na hora da minha morte, me perseguindo com osua bênção todo poder adverso. Rogai por nós pecadores , agora e na horade nossa morte. Que assim seja.

II . Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco .
Tu és bendita entre as mulherese bendito é o fruto do vosso ventre , Jesus Santa Maria, Mãe de Deus , o Filho preenchidocoll'eccellenza de sua sabedoria inescrutável de tanto conhecimento e clareza que acimaTodos os santos foram capazes de compreender melhor a SS . Trindade, nós oramos para que a hora Pegue a minha morte para ilustrar a minha alma com um raio de fé, para que ele não pode ser pervertido , nem erro , nem ignorância. Rogai por nós pecadores , agora e na hora da nossa morte. Que assim seja.

III . Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco .
Tu és bendita entre as mulherese bendito é o fruto do vosso ventre , Jesus Santa Maria, Mãe de Deus , o Espírito Santototalmente inundada pela doçura do seu amor, para que depois de Deus você é omais doce e amável acima de tudo, eu rezo para que na hora da minha morte m'impetria infusão da doçura do amor divino, de modo que toda a amargura me mais docetorna-se . Rogai por nós pecadores , agora e na hora de nossa morte . Que assim seja.

http://www.preghiereperlafamiglia.it/devozione-delle-tre-ave-maria.htm