quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Durante o sofrimento

Não devemos exigir o motivo;
► Não devemos nos afastar de Deus;
► Não devemos nos afastar dos outros;
► Devemos decidir os limites da capacidade de suportar;
► Não devemos impacientar-se com Deus;
► Não devemos buscar nossas próprias soluções. Pv 14,12;
► Não devemos nos entregar ao desespero;
► Não devemos nos iludir;
► Não devemos nos entregar aos nossos próprios desejos;
► Não devemos ficar irados e nem deprimidos.


* Devemos nos contentar em saber quem está no controle. Rm 8,28-30;
* Devemos reconhecer que Deus sempre está conosco. Hb 13,5 1Pd 5,6-7;
* Devemos manter a comunhão com os cristãos. Hb 10,24-25;
* Devemos saber que Deus determina e conhece nossos limites. 1Cor 10,13;
* Devemos esperar pelo tempo perfeito de Deus. Sl 31,14-15;
* Devemos confiar na direção do Senhor. Pv 3,5-6;
* Devemos esperar no Senhor. Sl 27;
* Devemos buscar a verdade. Jo 8,32;
* Devemos manter-se puros. 1Pd 2,11-12;
* Devemos controlar a ira. Tg 1,19-20;
* Devemos esperar no Senhor. Jó 13,15.

"SE VOCÊ ACREDITA NO QUE LHE AGRADA NOS EVANGELHOS E REJEITA O QUE NÃO GOSTA, NÃO É NOS EVANGELHOS QUE VOCÊ CRÊ, MAS EM VOCÊ" Santo Agostinho

Fonte: filhosespirituaisdepepio.blogspot.com.br

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Santos Anjos da Guarda: Mensageiros Divinos



"Anjo" significa "Mensageiro". Este ofício requer responsabilidade e demonstra confiança. Responsabilidade porque a mensagem deve ser guardada e levada até o destinatário e confiança é aquilo que o remetente deposita. Quanto mais importante a mensagem, mais competente é quem envia.

Por isso, os anjos são os mensageiros divinos que nos guardam dos perigos, doenças e transmitem aquilo que Deus nos quer falar. Todavia, não nos enganemos, pensando que podemos cruzar os braços. “Respeita-o e ouve a sua voz” (Ex 23,21). Ouvir a voz do anjo é escutar a Palavra de Deus, a mensagem da vida que foi transmitida por Jesus Cristo. Respeitá-lo é acreditar que ele existe em cada pessoa que nos quer crescendo na fé e nos dons.

Para isso, tenhamos presente o exemplo da pureza de uma criança. Elas sabem que, para caminhar, precisam de ajuda. Nós, que já sabemos andar, não os nos esqueçamos de que, para caminhar na fé, é preciso fazer ressoar a mensagem de Deus! T

Fonte: Franciscanos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Nossa Senhora do Rosário

Esta festa foi instituída pelo Papa Pio V em 1571, quando celebrou-se a vitória dos cristãos na batalha naval de Lepanto. Nesta batalha os cristãos católicos, em meio a recitação do Rosário, resistiram aos ataques dos turcos otomanos vencendo-os em combate. A celebração de hoje convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus. A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Desta forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos e, para a contagem, o Doutor da Igreja São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante. Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão: "Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério". Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas - por isso Rosário - é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições. Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós! http://www.cancaonova.com/portal/cana...

A força do Rosário em nossas vidas

Todo primeiro sábado de cada mês na Catedral da Sé em São Paulo, os Arautos rezam o terço com milhares de fiéis. Nestes depoimentos, vemos um claro exemplo dos benefícios que a oração do rosário trás na vida das pessoas, Nossa Senhora abençoa de forma especial.

domingo, 6 de outubro de 2013

Oração da Campanha Missionária

Senhor, a Jeremias que resistia ao teu chamado por ser ainda jovem, tu respondeste: A quem eu te enviar irás, eu estou contigo. Apesar de nossas limitações, envia-nos. Dá-nos o teu Espírito que realiza em nós a tua palavra e nos torna missionários e profetas do reino.

FONTE: O Domingo - Semanário Litúrgico-Catequético

sábado, 5 de outubro de 2013

Um coração desejoso

Queremos tudo

“Nossos corações estão inquietos”, escreveu Santo Agostinho, e esta verdade permanece como algo fundamental à condição humana. A inquietude, o desejo humano parece que nunca serão completamente satisfeitos. Podemos ver a inquietude humana expressa na imagem de um bebê que começa a engatinhar e a explorar seu ambiente. A viagem dos primeiros carmelitas que deixaram suas casas para congregar-se num Vale do Monte Carmelo foi movida por este mesmo desejo. Somos verdadeiramente peregrinos.
Nós, os humanos, nunca estamos satisfeitos com o que temos pois, como diz Santa Tereza de Lisieux, queremos tudo. E não descansaremos até consegui-lo. A tradição carmelitana reconhece esta fome do coração humano e diz que fomos feitos desta maneira. Fomos feitos para procurar e explorar, desejar e sofrer até que o coração finalmente encontre algo ou alguém que possa harmonizar ou estar em consonância com a profundidade do seu desejo, até que o coração possa encontrar alimento suficiente para satisfazer sua fome. Chamamos a este alimento, a esta realização, a esta meta do desejo humano, Deus. Durante oitocentos anos os carmelitas têm intencionalmente perseguindo esta realização misteriosa e difícil de encontrar. “desejava viver” escreveu Santa Teresa de Ávila, “e não tinha quem me desse vida...”
Acreditamos, ainda que não o digamos, que todo ser humano está nesta procura. Podemos afirmar isto: cada estudante de nosso colégio, cada membro de nossa paróquia, cada peregrino a nosso santuário, cada candidato em nosso instituto está aberto ao mistério transcendente a que chamamos Deus. Por algum tempo o desejo pode ser negado, a fome temporariamente satisfeita, o desejo afogado, atordoado, debilitado. Mas sabemos que está aí e que de um momento a outro aparecerá. Nossa tradição tem a força, a linguagem, as imagens que nos ajudam a iluminar o que as pessoas estão experimentando no profundo do seu ser.
A tradição carmelitana tenta dar nome a esta fome, dar palavras ao desejo e expressar que o final da viagem está em Deus. O coração humano precisa ter clareza sobre estes seus desejos. O Carmelo sempre tem desejado o mesmo e está disposto a caminhar e acompanhar aqueles com os quais se encontrar neste caminho. Não podemos satisfazer sua fome, mas podemos ajudá-los a encontrar palavras para ela e saber para onde aponta. Temos feito isso na arte, na poesia e na canção, no aconselhamento e no ensinamento, na simples escuta e compreensão. E podemos advertir as pessoas que, no final, as palavras falham e somente fica o desejo em si mesmo.
Um autor contemporâneo diz que o problema sério da espiritualidade hoje em dia é a ingenuidade a respeito do desejo ou da energia que nos move. Nosso desejo espiritual dado por Deus, que pode expressar-se de diversas maneiras, incluindo a energia criadora e erótica, pode ser perigoso para nós se não o soubermos conduzir com cuidado. Somos muito engenhosos a respeito deste nosso profundo desejo e não estamos muito atentos ao perigo. Sem uma atitude de respeito para com esta energia, buscando o modo adequado de assumi-la e administrá-la, muitos adultos se movem entre a alienação deste fogo, isto é, ignoram a existência do desejo e vivem em depressão, ou se deixam ser consumidos por ele e vivem num estado de inflação.
Depressão, neste sentido, significa a incapacidade de desfrutar da vida como um menino, de sentir o verdadeiro prazer. A inflação se refere a nossa tendência de, por momentos, nos identificar-nos com este fogo, com este poder dos deuses. “...Estamos tão cheios de nós mesmos que somos uma ameaça para nossas famílias, amigos, comunidades e para nós mesmos.” Incapazes de conduzir esta energia, ou nos sentimos mortos interiormente ou, pelo contrário, somos hiper-ativos e inquietos . “A espiritualidade trata sobre as maneiras como podemos ter acesso a essa energia e como podemos contê-la.”

John Welch, O. Carm

Whitefriars Hall , Washington

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Oração a Santa Terezinha do Menino Jesus

Santa Teresinha, também nós fomos criados por nosso Deus e para nosso Deus. Imitar-vos é o nosso grande anseio e a nossa súplica ardente. Possamos como vós e com o vosso auxílio tender ao nosso Deus com toda a retidão de nossa alma, sem nos desviar nunca para ir atrás de qualquer criatura! Possamos, pela intenção reta, renovada continuamente, encontrar e agradar sempre o nosso Deus que nas almas de boa vontade põe as suas complacências! Possamos alimentar sempre a doce certeza de, em breve, ir ver e glorificar o nosso Deus convosco no céu. Amém.


Frei João José Pedreira de Castro

Mulheres de Deus - Santa Faustina

A misericórdia divina revelou-se manifestamente na vida desta bem-aventurada, que nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central. Faustina foi a terceira de dez filhos de um casal pobre. Por isso, após dois anos de estudos, teve de aplicar-se ao trabalho para ajudar a família.
Com dezoito anos, a jovem Faustina disse à sua mãe que desejava ser religiosa, mas os pais disseram-lhe que nem pensasse nisso. A partir disso, deixou-se arrastar para diversões mundanas até que, numa tarde de 1924, teve uma visão de Jesus Cristo flagelado que lhe dizia: "Até quando te aguentarei? Até quando me serás infiel?"

Faustina partiu então para Varsóvia e ingressou no Convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia no dia 1 de agosto de 1925. No convento tomou o nome de Maria Faustina, ao qual ela acrescentou "do Santíssimo Sacramento", tendo em vista seu grande amor a Jesus presente no Sacrário. Trabalhou em diversas casas da congregação. Amante do sacrifício, sempre obediente às suas superioras, trabalhou na cozinha, no quintal, na portaria. Sempre alegre, serena, humilde, submissa à vontade de Deus.

Santa Faustina teve muitas experiências místicas onde Jesus, através de suas aparições, foi recordando à humilde religiosa o grande mistério da Misericórdia Divina. Um dos seus confessores, Padre Sopocko, exigiu de Santa Faustina que ela escrevesse as suas vivências em um diário espiritual. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.

Santa Faustina sofreu muito por causa da tuberculose que a atacou. Os dez últimos anos de sua vida foram particularmente atrozes. No dia 5 de outubro de 1938 sussurrou à irmã enfermeira: "Hoje o Senhor me receberá". E assim aconteceu.

Beatificada a 18 de abril de 1993 pelo Papa João Paulo II, Santa Faustina, a "Apóstola da Divina Misericórdia", foi canonizada pelo mesmo Sumo Pontífice no dia 30 de abril de 2000.


Santa Faustina, rogai por nós!

Mulheres de Deus - Santa Catarina de Sena

Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.

Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.

Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: O Diálogo. Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".

Santa Catarina de Sena, rogai por nós!
Santa Catarina de Sena - 29 de Abril

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Campanha da Fraternidade 2014

Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).
 
FONTE: CNBB
 

Nossas Senhoras

  Maio é tradicionalmente conhecido como o mês de Maria. Ao longo dos séculos, a tradição católica passou a dedicar este tempo de maneira es...