Ave Maria, Virgem Poderosa, Imaculada Conceição, Rainha das vitórias, que as Vossas Lágrimas de sangue destruam as forças do inferno. Que assim seja!
sábado, 8 de agosto de 2020
O que é e como se reza a novena a Maria Desatadora dos Nós?
Conheça a novena que o Papa Francisco convida a rezar especialmente na América LatinaSão cada vez mais numerosos os testemunhos de pessoas que, tendo pedido ajuda a Maria Desatadora dos Nós, receberam benefícios e graças espirituais. Muitas pessoas experimentaram concretamente o “desatamento” desses nós que provocam dor e sofrimento, e pelos quais se dirigiram a Maria, pedindo-lhe ajuda humildemente, como quem se dirige a uma mãe amorosa e solícita com relação aos próprios filhos em dificuldade. Desde que o Papa Francisco foi eleito, esta devoção se tornou imediatamente muito mais popular e querida pelos fiéis do mundo inteiro. O que é uma novena?Uma novena é um tipo de oração que a pessoa faz a Deus durante 9 dias consecutivos, pedindo a intercessão particular da Virgem Maria, de um santo padroeiro, dos arcanjos ou dos anjos da guarda. Também é comum rezar as novenas como preparação para as grandes festas litúrgicas, como Natal, Páscoa, Pentecostes, Imaculada Conceição, entre outras. A origem desta prática de devoção faz referência aos 9 dias que passaram entre a Ascensão e Pentecostes, enquanto os discípulos – segundo o pedido de Jesus – permaneceram em oração, esperando o Espírito Santo (cf. Lc 24, 49; Atos 1, 4). A pessoa que decide rezar uma novena geralmente o faz para pedir ajuda a Deus em uma situação particular de sofrimento seu ou de um ente querido. Um novena muito conhecida é a de sufrágio pelos defuntos ou a favor das almas do purgatório, segundo um costume que encontramos no Antigo Testamento, quando Judas Macabeu ofereceu com seus homens um “sacrifício expiatório” em reparação pelos pecados dos soldados mortos em batalha (cf. 2 Mac 12, 38-45). Por que uma novena a Maria Desatadora dos Nós?Quando o então cardeal Bergoglio começou a divulgar a imagem de Maria Desatadora dos Nós em sua diocese, foi o padre argentino Juan Ramón Celeiro (pároco de San Juan Bautista, na periferia de Buenos Aires) quem, em 1998, escreveu a primeira novena a Maria Desatadora dos Nós para os seus paroquianos, obtendo o imprimatur do arcebispo de Paris em 2008. A novena se espalhou lentamente em diversos países do mundo e hoje já foi traduzida a muitos idiomas, com diversas versões. Por meio desta novena particular, pede-se a intercessão de Maria para que Ela desate um nó particular que provoca grandes sofrimentos. Os nós são as pequenas ou grandes “cruzes” da vida podem ser os pecados, as doenças do corpo e da alma, as situações de divisão, a dificuldade de aceitar a vontade de Deus, as dificuldades da vida cotidiana (família, trabalho, relações pessoais, inquietudes econômicas e sociais, as injustiças e humilhações sofridas, a incapacidade de perdoar e amar etc.). Durante toda a novena, a pessoa reza para que esse nó concreto seja desatado. Qual é o sentido de se rezar uma novena?Rezar a novena é uma maneira de seguir o conselho de Jesus, que convidava os discípulos a “rezar sempre sem cansar-se” (cf. Lc 18, 1), como a viúva do Evangelho que, com grande insistência, implorava ao juiz que lhe fizesse justiça frente ao seu adversário (cf. Lc 18, 1-8). Para fazer isso, para que uma oração seja verdadeiramente eficaz, é preciso ter humildade, constância e perseverança, junto à consciência de que Deus escuta as orações do seu povo. Com a parábola do fariseu e do publicano (Lc 18, 9-14), Jesus mostra a humildade como característica essencial da oração cristã. Como se reza a novena?A oração da novena está intimamente unida à oração do terço, “compêndio de todo o Evangelho” (Paulo VI, Marialis cultus, 42): durante 9 dias consecutivos, a pessoa rezará o terço junto às orações da novena a Maria Desatadora dos Nós. Começa-se com o Sinal da Cruz e o Ato de Contrição, para pedir perdão a Deus pelos pecados e preparar a alma para a oração. Depois reza-se a “Súplica a Maria Desatadora Dos Nós” (que pode ser rezada no final também) e se inicia o terço com os mistérios correspondentes ao dia da semana. Depois dos três primeiros mistérios do terço, reza-se a oração “Meditação do primeiro dia” (e assim sucessivamente) e se continua o terço. Após o quinta mistério, reza-se a Salve Rainha e se conclui com uma das orações a Maria Desatadora Dos Nós. Qual é a atitude justa para uma oração eficaz?Na oração de uma novena, é importante adotar a atitude justa, evitando dois extremos: a superstição e a desconfiança. A atitude supersticiosa é a que leva a considerar o rezo de uma oração ou rito religioso como uma prática de cunho “mágico” para convencer a divindade e submetê-la à própria vontade; a devoção se torna, assim, um instrumento para tentar persuadir Deus a fazer a nossa vontade. É fácil cair nesta atitude e, infelizmente, alguns livros de oração e de novena correm o risco de cair neste perigo, propondo à pessoa uma quantidade exorbitante de orações, fórmulas, gestos e ritos para tornar a novena eficaz. O supersticioso também é escrupuloso e não ficará satisfeito se não conseguir rezar todas as orações no tempo e modalidade estabelecidos: com isso, não experimentará o êxito da novena. Os profetas do Antigo Testamento e até Jesus se opuseram a esta atitude, que não corresponde à adesão do coração aos preceitos de Deus. Jesus convidou a samaritana a uma oração “em espírito e verdade” (João 4, 1-42). O supersticioso troca o meio (a devoção) pelo fim (a petição da graça divina), correndo o risco de concentrar-se mais na prática externa que no verdadeiro significado da oração. A segunda atitude a ser evitada é a desconfiança, a suspeita em relação à utilidade de uma novena, da devoção e oração do terço. Assim, a novena pode ser rezada com um coração desconfiado; a pessoa reza as orações sem dar-lhes importância e pensando que, no fundo, não são tão eficazes. Duvidar da eficácia da oração significa duvidar da força do Espírito Santo e, em última instância, do amor misericordioso de Deus. No Evangelho, Jesus não faz milagres quando falta fé (cf. Mt 13, 58), mas revoluciona a vida de quem crê, transformando as situações de sofrimento e morte em realidades novas, radicalmente renovadas, como disse à irmã de Lázaro: “Eu não lhe disse que, se você crer, verá a glória de Deus?” (cf. Jo 11, 40). A intercessão da Virgem MariaSão Bernardo se referia a Maria como “Estrela do Mar” que guia e ilumina o caminho de quem está em perigo e nas trevas. As palavras do santo nos ajudam a compreender quão necessário é olhar para a Estrela, pensar em Maria, invocá-la nos momentos de tempestade. Ó tu, quem quer que sejas, que te sentes longe da terra firme, arrastado pelas ondas deste mundo, no meio das borrascas e tempestades, se não queres soçobrar, não tires os olhos da luz desta estrela. Se o vento das tentações se levanta, se o escolho das tribulações se interpõe em teu caminho, olha a estrela, invoca Maria. Se és balouçado pelas vagas do orgulho, da ambição, da maledicência, da inveja, olha a estrela, invoca Maria. Se a cólera, a avareza, os desejos impuros sacodem a frágil embarcação de tua alma, levanta os olhos para Maria. Se, perturbado pela lembrança da enormidade de teus crimes, confuso à vista das torpezas de tua consciência, aterrorizado pelo medo do Juízo, começas a te deixar arrastar pelo turbilhão da tristeza, a despenhar no abismo do desespero, pensa em Maria. Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que seu nome nunca se afaste de teus lábios, jamais abandone teu coração; e para alcançar o socorro da intercessão dela, não negligencies os exemplos de sua vida. Seguindo-A, não te transviarás; rezando a Ela, não desesperarás; pensando nela, evitarás todo erro. Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nada terás a temer; se Ela te conduz, não te cansarás; se Ela te é favorável, alcançarás o fim. E assim verificarás, por tua própria experiência, com quanta razão foi dito: “E o nome da Virgem era Maria”. Esquema sugerido para a novena:Sinal da Cruz Ato de Contrição Súplica a Maria Desatadora dos Nós Terço: três primeiros mistérios Oração do dia correspondente “Meditação do primeiro (…) dia” Terço: dois últimos mistérios Salve Rainha Oração final https://pt.aleteia.org/2020/08/05/o-que-e-e-como-se-reza-a-novena-a-maria-desatadora-dos-nos/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt |
sexta-feira, 7 de agosto de 2020
Oração a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa
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Também chamada, devocionalmente, de Nossa Senhora das GraçasPor ocasião do dia de Nossa Senhora das Graças, a Virgem da Medalha Milagrosa, compartilhamos a seguinte oração especialmente dedicada a essa bela devoção mariana:
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domingo, 26 de julho de 2020
Eu morri por seu pecado, viva por mim
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Nesta pandemia perdemos absolutamente o controle da nossa vida, mas fortalecemos a certeza de que o único capaz de salvar a humanidade do sofrimento é Jesus Cristo
Belíssima oração a São Joaquim e Sant’Ana pelos avós e idosos
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Recorra aos avós de Jesus para pedir a proteção dos mais velhos e o amparo para as famílias“Senhor por intercessão de São Joaquim e Santa Ana, lembra-Te daqueles a quem deste o dom da vida longa. Recompensa-os agora pelo bem que realizaram no passado, perdoa-os por suas falhas. Torna seus dias felizes e dá-lhes Tua graça a fim de que sigam crescendo através dos desafios de seus últimos anos. Dá-lhes a vida eterna Contigo. Senhor Jesus, peço-te uma bênção para todos aqueles que chegaram à idade avançada, especialmente estes: (Diga os nomes, bem como sua intenção pelos idosos) E a mim Senhor peço a graça de saber valorizar os idosos, peço a graça de saber dar atenção, carinho e afeto, respeito e dignidade aos idosos. Sei que se Vossa bondade me conceder um dia, também o serei e sei que a vida é um aprendizado. Por isso rezo, dai-me a graça de saber envelhecer, dai-me a maturidade que a minha idade permite ter, dai-me sabedoria, compreensão do mundo e das pessoas porque cada dia é um passo rumo à Tua presença. Senhor por intercessão de São Joaquim e Santa Ana, avós de Jesus, pedimos a graça de aceitar o tempo, aceitar os fatos, mas nunca desistir de um recomeço. Aos que já são idosos, pedimos Senhor que saibamos amá-los em suas fragilidades, acolhê-los em suas limitações, ajudá-los em suas dificuldades. Que a minha presença junto aos idosos leve-os a superar o sentimento de solidão e me ajude a ser um ouvido que escuta, uma mão estendida e um coração que ama. Amém.” Fonte: Padre Reginaldo Manzotti |
terça-feira, 21 de julho de 2020
A modéstia nas conversas
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Ainda que tudo o que é desonesto é indecente, nem tudo o que é indecente se pode chamar desonesto. Não se confunda, pois a indecência com a desonestidade. Conversas e expressões referentes a coisas baixas e inconvenientes são falsamente julgadas desonestas. O mesmo se deve pensar de certas conversas sobre namoros, modas e diversões profanas, em que não se diz qualquer coisa menos conveniente. Nas mesmas expressões impuras devemos distinguir aquelas que são aberta e diretamente más e que ordinariamente arrastam à impureza, e aquelas que só remota e encobertamente se referem a coisas impuras e apenas levemente induzem ao pecado. Estas expressões, principalmente quando ditas por gracejo ou leviandade e sem complacência e impureza, não são tão pecaminosas como as outras; todavia o seu perigo cresce à medida que os interlocutores são falhos de virtude e inclinados à luxúria. O pecado será tanto mais grave, quanto maior for o perigo. Não se esqueça de que os pensamentos maus a ninguém escandalizam, ao passo que as conversas livres más, por leviandade, brincadeira, ou ‘ara divertir a companhia’ como se costuma dizer, dão quase sempre ocasião a maus pensamentos e desejos de pecados talvez gravíssimos, tanto internos como externos. Que tristes efeitos resultam das conversas levianas e impuras! Uma criada de servir tinha o costume de entremear sempre nas suas conversas palavras levianas e frases inconvenientes, apesar das admoestações constantes duma companheira que não cessava de dizer: — À hora da morte, chorarás amargamente esse mau costume, mas talvez sem proveito. Uma tarde foram as duas visitar a criada duma vizinha gravemente enferma, a qual, depois de ter suplicado que orassem por ela para que lhe concedesse uma boa morte, acrescentou: — Uma coisa, sobretudo me aflige: ter misturado nas minhas conversas, palavras e frases obscenas. O meu confessor bem me dizia: quantos maus pensamentos e talvez más ações cometidas pelo próximo, que te serão imputadas à hora da morte! Agora vejo eu quanta razão ele tinha! Peço-vos que esqueçais as minhas más palavras, não siga meus exemplos, e dizei o mesmo às minhas companheiras. Todas as vezes que entrardes no cemitério e deitardes água benta sobre a minha campa, pensai que me ouvis dizer lá debaixo da terra: Guardai-vos de conversas desonestas, que pesam terrivelmente sobre o coração no leito da morte. Todas as pessoas presentes ficaram profundamente impressionadas, e, mais que todas, a leviana criada, que na volta disse à companheira: — Parecia-me que estava sobre brasas; prometo a Deus que nunca mais hei de sujar meus lábios com palavras desonestas. Como é verdadeira a palavra do Salvador: ‘Ai daquele homem por quem vem o escândalo!’. Havendo justo motivo para falar de coisas impuras ou perigosas, empregue-se o maior recato e sobriedade, evite-se toda a má intenção e haja todo o cuidado em não escandalizar as pessoas com quem se fala. Quanto a assistir a conversas desonestas ou indecentes, nota o seguinte: Não gostando das coisas que se dizem, mas somente do modo como se dizem, não é pecado grave ouvi-las. Mas, se mostras agrado, rindo-te, e dás assim calor a quem fala para continuar, e, aos outros, ocasião de escândalo, então há perigo de pecares mortalmente. Não haverá pecado se, quando a conversa descamba para coisas torpes, te retiras ou, não o podendo fazer, procuras levá-la para outro assunto. Há, porém, ocasiões em que nenhum destes meios é exequível. Então necessário se torna não consentires; e para não haver escândalo, deves mostrar-te desgostoso e desaprovar externamente tais conversas baixando os olhos, ponde-te sério, ou de qualquer outra maneira. Os pais e superiores estão obrigados a cortar energicamente todas as conversas impuras ou indecentes entre as pessoas que lhes estão subordinadas. (O Cristão no Tribunal da Penitência pelo Fr. Frutuoso Hockenmaier, O.F.M, tradução do P. Inôcencio do Nascimento, 3ª edição, 1949.) http://corecatholica.blogspot.com/search/label/Mod%C3%A9stia |
terça-feira, 30 de junho de 2020
Como rezar o terço? Um guia ilustrado
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Long Thiên | CCPara recordar e compartilharAoração do Terço (ou Rosário) é uma oração milenar da igreja. Somente um coração puro, humilde e de fé compreende o valor desta oração. Ela é destinada aos que buscam ter um coração puro como de uma criança. Muitos têm dúvidas sobre algumas orações das orações recitadas no terço ou mesmo não descobriram ainda a riqueza que é esta oração. Por isso, preparamos este artigo explicando de forma bem didática como rezar o terço e o texto das orações.
A partir da cruz, siga as orações na sequência indicada
Orações do Santo TerçoOrações do Santo Terço na sequência da oração. Oferecimento do Terço Divino Jesus, eu vos ofereço este terço (Rosário) que vou rezar, contemplando os mistérios de nossa Redenção. Concedei-me, pela intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem me dirijo, as graças necessárias para bem rezá-lo para ganhar as indulgências desta santa devoção. Creio em Deus Pai Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso, donde há de vir julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém. Pai Nosso Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. Ave MariaAve Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus. Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Glória ao Pai
Oh! Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Amém. Na oração do Rosário contemplam-se todos os mistérios. No caso da oração do Terço, contempla-se um dos mistérios, conforme dias e mistérios a seguir: Mistérios Gozosos (segundas e sábados, e nos domingos do Advento)
1- Anunciação do Arcanjo São Gabriel à nossa Senhora. 2- A visita de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel. 3- O nascimento de Jesus em Belém. 4- A apresentação do Menino Jesus no Tempo. 5- Encontro de Jesus no Templo entre os Doutores da Lei. Mistérios Dolorosos (terças e sextas-feiras, e domingos da Quaresma até a Páscoa)
1- A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras. 2- A flagelação de Jesus atado à coluna. 3- A coroação de espinhos de Jesus. 4- A subida dolorosa do Calvário. 5- A morte de Jesus. Mistérios Gloriosos (quartas-feiras e domingos da Páscoa até o Advento)
1- A ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. 2- A ascensão admirável de Jesus Cristo ao céu. 3- A vinda do Espírito Santo. 4- A assunção de Nossa Senhora no Céu. 5- A coroação de Nossa Senhora no Céu . Mistérios Luminosos (quinta-feira)
1- Batismo de Jesus no rio Jordão. 2- Autorrevelação de Jesus nas Bodas de Caná. 3- Anúncio do Reino de Deus. 4- Transfiguração de Jesus. 5- Instituição da Eucaristia. AgradecimentosInfinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossa mão liberais. Dignai-vos, agora e para sempre, tomar-nos debaixo do vosso poderoso amparo e para mais vos obrigar vos saudamos com uma Salve Rainha: Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura, esperança nossa, salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro nos mostrai a Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó Clemente, ó Piedosa, ó Doce, sempre virgem Maria. V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
(via No colo de Maria) |
Por que os católicos rezam o Terço?
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Bushko Oleksandr | ShutterstockO terço é uma “arma espiritual” e Maria é “vencedora das heresias”: saiba por quêDurante séculos, a Igreja intensificou a oração do Terço, ou Rosário, nos momentos de luta. São Domingos considerava o Terço uma arma espiritual, e os Papas chamavam Maria de “vencedora das heresias”, invocando a sua ajuda para combater questões que vão do catarismo ao comunismo. Origem do TerçoA devoção ao Terço foi se desenvolvendo lentamente ao longo de cerca de 500 anos. Trata-se de uma oração constituída pela recitação de ave-marias, em grupos de dez, sendo cada grupo precedido por um pai-nosso e concluído com um glória. Durante o rosário, meditam-se os mistérios da vida de Cristo e de Maria. A tradição popular atribui a origem do Terço a São Domingos (1170-1221), mas as pesquisas históricas mostram que esta devoção foi se desenvolvendo lentamente ao longo do tempo. O próprio São João Paulo II parece afirmar isto em sua carta “Rosarium Virginis Mariae” (2002), que começa recordando que o Terço “foi gradualmente tomando forma no segundo milênio, sob a guia do Espírito de Deus”. Ainda que não se saiba exatamente qual é a história do início do Terço, o pe. Etienne Richer explica, em “Mariology“, que, no final do século XI, ou seja, quase um século antes de São Domingos, “já se conhecia e praticava uma devoção mariana caracterizada por numerosas ave-marias, com prostrações rítmicas em honra de Nossa Senhora, primeiro em comemoração das suas alegrias e, depois, em recordação dos seus sofrimentos”. O nome “Rosário” surgiu associado a esta prática. Formato atualNa mesma época, irmãos e monges cistercienses que não conseguiam memorizar os 150 salmos que a sua ordem rezava toda semana, teriam recitado 150 pai-nossos. Os leigos teriam logo copiado essa forma de rezar, mas substituindo o pai-nosso pela ave-maria. O nome dado a essa devoção foi “Saltério de Maria”. Por volta do ano 1200, conta-se que Nossa Senhora apareceu a São Domingos e lhe disse: “Reza o meu saltério e ensina-o às pessoas. Esta oração nunca falhará”. São Domingos difundiu a devoção ao Saltério de Maria e, como afirma o pe. Richter, esta devoção foi “incorporada de forma divina à vocação pessoal de São Domingos”. Nas décadas posteriores, o Terço e o saltério de Maria convergiram e a devoção assumiu a forma específica popularizada ao longo dos séculos seguintes: as 150 ave-marias, divididas originalmente em três conjuntos de mistérios (os gozosos, os dolorosos e os gloriosos; daí o nome “terço”, que remete a cada uma das três partes do rosário completo), sendo cada terço subdividido em 5 dezenas de ave-marias (cada dezena equivalendo à contemplação de um mistério da fé), com o pai-nosso inserido entre as dezenas. Papa João Paulo IIEm 2002, São João Paulo II acrescentou mais cinco mistérios ao Rosário, os chamados “mistérios luminosos”. Ele propôs tais mistérios para “mostrar plenamente a profundidade cristológica do terço”, incluindo “os mistérios do ministério público de Cristo entre o seu Batismo e a sua Paixão”. Apesar da mudança que agora subdivide o Rosário em quatro partes e não mais em três, a devoção continua sendo chamada popularmente de “Terço”. Orientações da Igreja CatólicaDesde o século XII, a Igreja Católica intensificou a oração do Terço nos momentos de dificuldade e tribulação. Em 1569, São Pio V consagrou oficialmente o Terço, atribuindo à sua recitação a destruição da heresia e a conversão de muitos pecadores. Ele pediu aos fiéis que rezassem o Terço naquela época “de tantas heresias, gravemente perturbada e aflita por tantas guerras e pela depravação moral dos homens” – nem tão diferente da nossa própria época. O prolífico papa Leão XIII (1878-1903), conhecido sobretudo pelas suas encíclicas sobre questões sociais, especialmente a Rerum Novarum (1891), sobre as condições do trabalho humano, escreveu pelo menos 16 documentos sobre o terço, incluindo 12 encíclicas. O “Papa do Terço” escreveu a sua primeira encíclica sobre esta oração em 1883, no 25º aniversário das aparições de Lourdes. Ele recorda o papel de São Domingos e como a oração do terço ajudou a derrotar os hereges albigenses no sul da França, nos séculos XII e XIII. São Domingos, dizia o Papa, “atacou intrepidamente os inimigos da Igreja católica não pela força das armas, mas confiando totalmente na devoção que ele foi o primeiro em instituir com o nome de Santo Terço. Guiado pela inspiração e pela graça divinas, previu que esta devoção, como a mais poderosa arma de guerra, seria o meio para colocar o inimigo em fuga e para confundir a sua audácia e louca impiedade”. Arma espiritualTambém falou sobre a eficácia e poder do terço na histórica batalha de Lepanto, entre as forças cristãs e muçulmanas, em 1521. As forças islâmicas haviam avançado rumo à Espanha e, quando estavam a ponto de superar as cristãs, o Papa Pio V fez um apelo aos fiéis para que rezassem o terço. Os cristãos venceram, e, como homenagem por esta vitória, o Papa declarou Maria a “Senhora da Vitória”, estabelecendo sua festa no dia 7 de outubro, dia do Santo Terço. Voltando à necessidade do terço em sua época, o Papa escreveu: “É muito doloroso e lamentável ver tantas almas resgatadas por Jesus Cristo arrancadas da salvação pelo furacão de um século extraviado e lançadas ao abismo e à morte eterna. Em nossa época, temos tanta necessidade do auxílio divino quanto na época em que o grande Domingos levantou o estandarte do Terço de Maria, a fim de curar os males do seu tempo”. Pio XI (1922-1939) dedicou sua última encíclica, “Ingravescentibus malis“, também ao terço. Foi em 1937, o mesmo ano em que escreveu a famosa “Mit brennender Sorge“, na qual criticava os nazistas, e a “Divini Redemptoris“, na qual denunciava que o comunismo ateu “pretende derrubar radicalmente a ordem social e socavar os próprios fundamentos da civilização cristã”. Criticando o espírito da época e o “seu orgulho depreciativo”, o Papa disse que o terço é uma oração que tem “o perfume da simplicidade evangélica”, que requer humildade de espírito. Ele escreveu: “Uma inumerável multidão, de homens santos de toda idade e condição, sempre o estimou. Rezaram-no com grande devoção e em todo momento o usaram como arma poderosíssima para afugentar os demônios, para conservar a vida íntegra, para adquirir mais facilmente a virtude; enfim, para a consecução da verdadeira paz entre os homens”. Em 1951, Pio XII (1939-1958) escreveu a “Ingruentium malorum“, sobre a oração do terço: “Categoricamente, não hesitamos em afirmar em público que depositamos grande esperança no Rosário de nossa Senhora como remédio dos males do nosso tempo. Porque não é pela força, nem pelas armas, nem pelo poder humano, mas sim pelo auxílio alcançado por meio dessa devoção, que a Igreja, munida desta espécie de funda de Davi, consegue impávida afrontar o inimigo infernal”. Papa Bento XVIEm 1985, o então cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e posteriormente eleito Papa Bento XVI, admitiu no livro-entrevista “Informe sobre a Fé”, com Vittorio Messori, achar que a declaração de que Maria é “a vencedora de todas as heresias” era um pouco “exagerada”. Ele explicou que, “quando eu ainda era um jovem teólogo, antes das sessões do Concílio (e também durante elas), como aconteceu e acontece hoje com muitos, tinha algumas reservas sobre certas fórmulas antigas, como, por exemplo, aquela famosa ‘De Maria nunquam satis’ [de Maria nunca se dirá o bastante]“. É oportuno observar que Joseph Ratzinger cresceu num ambiente muito mariano. No livro “Meu irmão, o Papa”, o pe. George Ratzinger, irmão mais velho de Joseph, comenta que seus avós se casaram no Santuário de Nossa Senhora de Absam e que seus pais se conheceram por meio de um anúncio que o pai tinha colocado (duas vezes) no jornal do santuário mariano de Altotting. Os Ratzinger rezavam o terço juntos muitas vezes e, no mês de maio, participavam de numerosas celebrações ligadas a Maria e ao terço. No entanto, apesar da familiaridade com Maria e da sincera devoção mariana, ele não parecia convencido. Como ele mesmo explica no livro-entrevista, o então cardeal prefeito desse importantíssimo dicastério vaticano passou por uma pequena conversão. “Hoje, neste confuso período, em que todo tipo de desvio herético parece se amontoar às portas da fé católica, compreendo que não se trata de exageros de almas devotas, mas de uma verdade hoje mais forte do que nunca”. É necessário voltar a Maria se quisermos voltar à verdade sobre Jesus Cristo, à verdade sobre a Igreja e à verdade sobre o homem. “A oração do terço nos permite fixar o olhar e o coração em Jesus, como sua Mãe, modelo insuperável da contemplação do Filho“, disse Bento XVI em 12 de maio de 2010, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima. “Ao meditarmos os mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos ao longo das ave-marias, contemplamos todo o mistério de Jesus, desde a Encarnação até a Cruz e a glória da Ressurreição; contemplamos a participação íntima de Maria neste mistério e a nossa vida em Cristo hoje, também ela tecida de momentos de alegria e de dor, de sombras e de luz, de trepidação e de esperança”. “A graça invade o nosso coração no desejo de uma incisiva e evangélica mudança de vida, de modo a poder proclamar com São Paulo: ‘Para mim viver é Cristo’ (Flp 1, 21), numa comunhão de vida e de destino com Cristo”, finaliza. https://pt.aleteia.org/2020/06/24/por-que-os-catolicos-rezam-o-rosario/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt |
Em que ordem ler a Bíblia?

Há pessoas que abrem a Bíblia no início e começam a ler a partir do Gênesis. Elas, em geral, não passam do quinto livro. Desanimam e não retornam mais. E, o que é pior, acabam dizendo que é impossível, que não se consegue entender a Bíblia.
Imagine-se chegando a uma biblioteca como essa e começando a ler o primeiro livro que encontrar na estante, passando para o segundo e assim por diante. Essa leitura não pode dar certo! Há pessoas que abrem a Bíblia no início e começam a ler a partir do Gênesis. Elas, em geral, não passam do quinto livro. Desanimam e não retornam mais. E, o que é pior, acabam dizendo que é impossível, que não se consegue entender a Bíblia. Mas, isso aconteceria com qualquer biblioteca do mundo!
É necessário um Plano de leitura. No início, há muita coisa que não se entende, o que é muito natural. Até na leitura de um romance acontece isso. Não pare por causa disso, prossiga! À medida que se vai lendo, as coisas vão se esclarecendo. É uma regra de ouro: a Bíblia se explica por si mesma. Por isso, é tão importante um plano de leitura.
Existem vários planos de leitura. Todos eles são bons, porque se baseiam num princípio. Apresento aqui um determinado plano. Ele se destina àqueles que desejam começar a ler a Bíblia e não têm outros recursos a não ser conhecer a Bíblia através dela mesma. Siga a ordem indicada aqui, ela faz parte do método.
Plano de leitura do Novo Testamento:
| 1 | 1ª Carta de São João (2 vezes) |
| 2 | Evangelho de São João |
| 3 | Evangelho de São Marcos |
| 4 | As pequenas cartas de São Paulo:
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| 5 | Evangelho de São Lucas |
| 6 | Atos dos Apóstolos |
| 7 | Carta aos Romanos |
| 8 | Evangelho de São Mateus |
| 9 | 1ª e 2ª Carta aos Coríntios |
| 10 | Hebreus |
| 11 | Carta de São Tiago |
| 12 | 1ª e 2ª Carta de São Pedro |
| 13 | 2ª e 3ª Carta de São João |
| 14 | Carta de São Judas |
| 15 | Apocalipse |
| 16 | 1ª Carta de São João (3ª vez) |
| 17 | Evangelho de São João (2ª vez) |
Por que começar pela 1ª carta de São João?
A primeira necessidade de um cristão é ter certeza de sua salvação. É saber que Deus o ama e o escolheu. Gratuitamente, sem nenhum merecimento seu. Deus o pôs na lista daqueles que quer salvar. Foi uma escolha gratuita! Amorosa! Sem merecimento! Saber disso nos dá a certeza da salvação. E todo cristão precisa tê-la.
Dos 73 livros da Bíblia, só essa pequena carta foi escrita com esse propósito: o de nos dar a certeza da salvação. Na conclusão de sua carta, São João diz: “Isto vos escrevi para que saibais que tendes a vida eterna, vós que credes no nome do Filho de Deus” (1 Jo 5, 13). Lendo e relendo, você vai se convencendo desta feliz realidade: você é salvo! Você é escolhido!
Leituras dos livros do Antigo Testamento
“Traze sempre na boca as palavras deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido (Josué 1,8).
Comece a leitura pelos três livros sapienciais: Sabedoria, Eclesiástico e Provérbios. São livros muito próximos ao Novo Testamento e fontes de ricos ensinamentos. Leia, juntamente, o livro dos Salmos. O portal de entrada do Antigo Testamento são os Salmos. Faça deles o seu livro de cabeceira. Eu já lhe disse que vale a pena ter uma edição de bolso do Novo Testamento para você levar consigo continuamente e ir lendo nos momentos livres.
De qualquer maneira, o que quero acentuar aqui é que você deve trabalhar com os Salmos independentemente de alguma ordem específica. Sempre que se sentir impelido a isso, leia um Salmo. Faço o seu diário sobre ele, sem receio de interromper o trabalho que estiver fazendo na sequência. Salmo é como fruta: comemos a qualquer hora, pouco importando as refeições. E nunca faz mal. Sempre faz bem.
Plano de leitura do Antigo Testamento
| 1 | Gênesis | 24 | Esdras |
| 2 | Êxodo | 25 | Neemias |
| 3 | Números | 26 | Ageu |
| 4 | Josué | 27 | Zaracarias |
| 5 | Juízes | 28 | Isaías (56-66) |
| 6 | 1° Samuel | 29 | Malaquias |
| 7 | 2º Samuel | 30 | Joel |
| 8 | 1º Reis | 31 | Jonas |
| 9 | 2º Reis | 32 | Rute |
| 10 | Amós | 33 | Tobias |
| 11 | Oséias | 34 | Judite |
| 12 | Isaías (1-39) | 35 | Ester |
| 13 | Miquéias | 36 | Eclesiástico |
| 14 | Naum | 37 | Cânticos dos Cânticos |
| 15 | Sofonias | 38 | Jó |
| 16 | Habacuc | 39 | Eclesiastes |
| 17 | Jeremias | 40 | 1º Macabeus |
| 18 | Lamentações | 41 | 2º Macabeus |
| 19 | Ezequiel | 42 | Baruc |
| 20 | Abdias | 43 | Daniel |
| 21 | Isaías (40-55) | 44 | Sabedoria |
| 22 | 1º Crônicas | 45 | Levítico |
| 23 | 2º Crônicas | 46 | Deuteronômio |
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Artigo extraído do livro ‘A Bíblia no meu dia-a-dia‘ de monsenhor Jonas Abib.
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