segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Oração a Nossa Senhora das Graças


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Para ser rezada dia 27 de novembro, dia consagrado a Nossa Senhora das Graças. 

“Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada). Concedei, pois, ó Nossa Senhora das Graças, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos. Amém”.


domingo, 26 de novembro de 2017

Jesus: Desânimo e Inquietação são frutos do amor próprio




Jesus: Minha filha, fica sabendo que os maiores impecilhos à santidade são o desânimo e a inquietacão infundada. Eles impedem de praticar a virtude. Todas a tentacões juntas não deveriam nem por um momento perturbar a tua paz interior. A suscetibilidade e o desânimo são frutos do teu amor próprio. Não deves nunca desanimar, mas esforçar-te para que no lugar do amor próprio possa reinar o amor a Mim. Potanto, tem confiança, Minha filha; não deves desanimar. Vem buscar o Meu perdão. Eu estou sempre pronto a te perdoar. Quantas vezes Me pedires o perdão, tantas vezes glorificarás a Minha misericórdia.

Diário de Santa Faustina,  n.1488

Mistérios Gozosos - Um tratado sobre a Pobreza Interior - 3º Mistério



3º Mistério - O Nascimento de Jesus na gruta de Belém.

Iam Maria e José para o recenseamento em Belém. Já ali por perto, completaram-se os dias da gravidez de Maria e José tentou conseguir-lhe um lugar nas hospedarias. Não havia vaga. Era uma época de grande circulação. José não sabia o que fazer. Sentiu o peso da responsabilidade sobre os seus ombros, pois a essa altura já tinha total consciência da missão que lhe fora confiada. E agora, porém, sequer podia garantir um nascimento digno ao Filho de Deus.

É óbvio que tudo isto ocorria segundo os planos divinos. Mas ninguém podia prever que Jesus tivesse esses gostos excêntricos pelo último lugar. Esperavam que Ele se portasse como o Rei que era, que ostentasse seu poder. Não espantaria tanto se Ele saísse do ventre de Maria por entre rodopios, jatos de luz e trovões. Isto de algum modo se adequaria à grandeza da Sua identidade. Porém, que nascesse assim, sem lugar, sendo rejeitado, filho de nazarenos e numa noite em que ninguém podia lhe prover as mínimas dignidades, isto era um escândalo. E foi assim que Ele quis. Enquanto Maria esperava pacientemente - não sentia dores -, José soube de uma estrebaria por ali. Era a única possibilidade. Foram para lá e procuraram um lugar por entre os animais cuja "casa" eles agora tomavam de empréstimo. "O boi e o burro conhecem o presépio do seu Senhor", escrevia Isaías setecentos anos atrás. Foram os animais que cederam o mínimo aconchego a Jesus, já que os homens o tinham rejeitado. Isto é um símbolo do que será a Sua vida: Ele mesmo dirá que não terá onde reclinar a cabeça e sobre Ele se escreverá que os seus, para os quais havia vindo,  não o tinham recebido.

Maria deu à luz Jesus que nasceu como uma criança qualquer: pobre, frágil, indefesa e inofensiva. Seu grito infante soou no silêncio da noite e juntou-se ao som dos grilos. Era Deus que nascia. S. João da Cruz, numa de suas poesias, relata este evento de um modo extremamente belo: "

E a Mãe se assombrava
da troca que ali se via:
o pranto do homem em Deus,
e no homem a alegria."

Era Deus que chorava para que o homem pudesse sorrir. A pobreza de Deus era completa; plena a Sua doação. Nascera sem lugar, sem festa, depois das primeiras rejeições. Desde agora, anunciava que o Seu caminho era a santa cruz. Escrevia Sto Afonso que por sobre a gruta de Belém já era possível divisar a sombra da cruz. Ei-lo exposto ao frio da noite e, sendo Deus, necessitado dos consolos de Sua Mãe. Sendo Deus, necessitado.. Que escândalo!

Os reis magos vinham do oriente à Sua procura. Depois de logicamente passar pelos palácios, encontraram aquele pobre recinto em que Ele havia nascido. A sabedoria dos reis era verdadeira: reconheceram a Jesus tão logo O viram. Este tipo de saber não se aprende nos livros. De algum modo, a pobreza do Cristo lhes tocou a alma e eles, profundamente comovidos com aquilo tudo - algo absolutamente sem precedentes - curvaram o joelho na terra e prostraram ainda mais profundamente a alma. Ofertaram-No, depois de adorá-Lo, aquilo que traziam: o ouro, que reconhecia a Sua realeza; o incenso, que reconhecia a Sua divindade e encerrava definitivamente os cultos aos outros deuses; e a mirra, erva amarga que lhe prenunciava o tipo de vida que teria e que era expressão da Sua doação. Jesus, portanto, é o Rei-Deus que se esvazia e sofre. Seus seguidores deverão fazer o mesmo e compreender que a disposição à doação e ao sofrimento, isto é, o abraço à Cruz, símbolo do mais total esvaziamento, será o distintivo dos Seus verdadeiros amigos.



Também os pastores, gente de vida humilde, foram pessoalmente saudados pelos anjos. Era o modo que Jesus encontrara para convidá-los. Importante notar: os anjos não apenas falaram; eles cantaram. Já dizia Sto Agostinho: "cantar é próprio de quem ama". E neste episódio, notamos muito facilmente que a canção é extremamente jubilosa. Aqui juntam-se amor e alegria, justamente porque Ele nasceu. Este amor e alegria são precedidos pela Sua pobreza. Eis aí uma santa tríade: Pobreza, Amor e Alegria, sendo a pobreza a garantia e a condição de possibilidade do amor e da alegria. Isto lembra São Francisco de Assis que dizia: "Quando à pobreza se une a alegria, não há cobiça nem avareza." Cobiça e avareza são paixões que fecham o sujeito que as sente; constituem, portanto, o oposto do amor que abre a alma e gera o êxtase, isto é, o sair de si. Seria bom meditar um tanto nesta relação.

Naquela noite de Belém, desconhecida pelos que se ocupavam de suas próprias coisas - com exceção de Herodes, que já perdia o sono -, escondia-se uma alegria profunda, descomunal e de uma pureza absolutamente única, pois a Pobreza do Cristo e o Amor que O tinha motivado a este ato inaudito a tornavam de fato transcendente, isto é, era uma alegria que trazia um sabor da eternidade. Porém, silente e discreta, do jeito d'Ele.

Que por este mistério, Nosso Senhor, pelas mãos da Virgem Maria, nos dê o amor da Pobreza interior, e nos liberte a alma para que possamos fruir da verdadeira alegria e do verdadeiro amor.

http://amorepobreza.blogspot.com.br/search/label/Mistérios%20do%20Rosário

domingo, 19 de novembro de 2017

"Porque te amo, ó Maria!" - Santa Teresinha do Menino Jesus

“Quisera cantar, Maria, porque te amo,
Porque, ao teu nome, exulta meu coração
E porque, ao pensar em tua glória suprema,
Minh’alma não sente temor algum.


Se eu viesse a contemplar o teu fulgor sublime
Que supera de muito o dos anjos e santos,
Não poderia crer que sou tua filha
E, então, diante de ti, baixaria meus olhos.

Para que um filho possa amar sua mãe,
Que ela chore com ele e partilhe suas dores…
Pois tu, querida Mãe, nestas plagas de exílio,
Quanto pranto verteste a fim de conquistar-me!…
Ao meditar tua vida escrita no Evangelho,
Ouso te contemplar e me acercar de ti;
Nada me custa crer que sou um de teus filhos,
Pois te vejo mortal e, como eu, sofredora.


Quando o anjo te anunciou que serias a Mãe
Do Deus que reinará por toda a eternidade,
Eu te vi preferir, Maria – que mistério! -,
O inefável, luzente ouro da Virgindade.
Compreendo que tua alma, Imaculada Virgem,
Seja mais cara a Deus que o próprio céu divino;
Compreendo que tua alma, Humilde e doce Vale,
Possa conter Jesus, o grande Mar do Amor!…"


Poema 'Porque te amo ó, Maria' de Santa Teresinha do Menino Jesus.

HINO DE SÃO LEONARDO DE PORTO MAURÍCIO

Meu DEUS se me queres bem
Não me façais esperar tanto...
Vem, meu SENHOR, vem meu encanto
Pão vivo, do Céu a mim vem.

Senhor, com Teu olhar
Cobre-me de formosura
Purifica meu amor.

Faz minha alma branca e pura
Como essa hóstia santa
Para que nela vivas hoje
E sempre SENHOR!

Dize que queres de mim
Que a tudo direi que sim
Quero Teus passos sempre seguir
Quero em tudo parecer-me a Ti

SENHOR! Tu que vestes os lírios dos vales
Com mais magnificência
Que vestiu Salomão


Vem e veste minha alma
Com esses mil detalhes
Que tanto Te enamora
Não tardes SENHOR!


Dize que queres de mim
Que a tudo direi que sim
Que hei de negar-TE
Meu DEUS amante
Se meu gozo está em sofrer por Ti?

São Leonardo de Porto Maurício

Lindíssima resposta do Padre ao Pastor que comparou Maria com Coca Cola

domingo, 12 de novembro de 2017

Não se pensará senão em se divertir


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"Não se pensará senão em se divertir; os maus entregar-se-ão a toda sorte de pecados; mas os filhos da Santa Igreja, os filhos da fé, meus verdadeiros imitadores, crescerão no amor de Deus e nas virtudes que me são mais caras. Felizes as almas humildes, conduzidas pelo Espírito Santo! Eu combaterei com elas até que cheguem à plenitude da idade."

[Profecia da Virgem Santíssima à vidente Melânia Calvat, em La Salette, 19/09/1846]

#NossaSenhoraDeLaSalette 

Maria

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Maria 


Ó Virgem nascente,
esperança e aurora de salvação para o mundo inteiro, / volve benigna o teu olhar materno para nós todos, / aqui reunidos para celebrar e proclamar as tuas glórias.

Ó Virgem fiel,
que sempre estiveste pronta e solicita para acolher, conservar e meditar a Palavra de Deus, / faz que também nós, no meio das dramáticas alternativas da história, saibamos manter sempre intacta a nossa fé cristã, / tesouro que nos foi transmitido pelos Antepassados.

Ó Virgem poderosa,
que esmagas com o teu pé a cabeça da serpente tentadora, / faz que, dia após dia, cumpramos as nossas promessas baptismais, renunciando a Satanás, às suas obras e às suas seduções, / e saibamos dar ao mundo alegre testemunho da esperança cristã.

Ó Virgem clemente,
que sempre abriste o teu coração maternal às invocações da humanidade, às vezes dividida pelo desamor e também, infelizmente, pelo ódio e pela guerra, faz que saibamos sempre crescer todas, segundo o ensinamento do teu Filho, na unidade e na paz, para sermos dignos filhos do único Pai celestial.

Amém!

(São João Paulo II)

A Virgem do Meio-Dia (Paul Claudel)

Maria - Luciana Pupo Art

A Virgem do Meio-dia

Paul Claudel



Meio-dia. Vejo a igreja aberta e entro.

Mas não é para rezar, ó Mãe, que eu estou aqui dentro.



Nada tenho a pedir, nada para dar.

Venho somente, Mãe, para te olhar...



Olhar-te, chorar de alegria, sabendo apenas isto:

que eu sou teu filho e tu estás aqui, Mãe de Jesus Cristo!



Ao menos por um momento, enquanto tudo pára (meio-dia!),

estar contigo nesse lugar em que estás, ó Maria.



Nada dizer, olhar-te simplesmente o rosto,

e deixar o coração cantar a seu gosto.



Porque tu és bela, porque tu és imaculada,

a mulher na graça reintegrada.



A criatura na sua hora primeira e na plenitude final,

tal como saiu das mãos de Deus no seu esplendor inicial.



Porque estás sempre aí, porque existes, simplesmente por isto,

eu te agradeço, Mãe de Jesus Cristo!



(Tradução de Dom Marcos Barbosa, OSB)



Leia mais: http://domromer.webnode.com.br/products/a-virgem-do-meio-dia-paul-claudel-1/

sábado, 11 de novembro de 2017

A imagem da Virgem Maria que chorou sangue diante do martírio de cristãos no Oriente

Confira o testemunho de quem presenciou o fato e as provas de laboratório que comprovam que era sangue humano Confira o testemunho dos missionários do Instituto do Verbo Encarnado no Oriente Médio frente à perseguição cristã. Ele convivem diariamente com um povo que está realmente mais perto do céu!

Rezando com o auxílio da Virgem Maria

  Talvez já tenhamos ouvido que Deus se fez pequeno, e humilhou-se por amor a nós: Ele, existindo em forma divina, não se apegou ao ser igua...